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Patricky Pitbull encara Yoshinori Horie no Japão por retomada no Rizin FF

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Patricky luta no dia 14 - Divulgação

O brasileiro Patricky Pitbull volta ao cage no dia 12 de abril para enfrentar Yoshinori Horie no Rizin Fighting Federation, em Fukuoka, no Japão, em um momento importante da carreira. Vindo de quatro derrotas consecutivas, o ex-campeão do Bellator reconhece a fase, mas faz questão de contextualizar os resultados e destaca o nível dos adversários que enfrentou recentemente.

Patricky luta no dia 14 – Divulgação

“Não é desculpa, mas se você for ver essas últimas quatro lutas, foram lutas muito duras, com atletas de alto nível. Foram guerras de cinco rounds”, afirmou. Patricky também apontou as lesões como um fator que impactou seu desempenho, mas garantiu estar em melhores condições para o retorno. “Estou indo bastante feliz, porque estou conseguindo chutar, que era uma coisa que eu não estava conseguindo fazer. Isso está me deixando bem confiante, sem muitas dores.”

Ao falar sobre Yoshinori Horie, o brasileiro utilizou como referência lutas contra atletas que ele próprio já enfrentou. “A luta dele contra o Roberto Satoshi me dá uma visão muito boa, assim como contra o Luiz Gustavo. Isso mostra um pouco do jogo dele no chão, praticamente ele não tem muitas armas, amarra bem, mas nada de Jiu-Jitsu”, analisou.

Mesmo reconhecendo o poder de nocaute do japonês, Patricky destacou pontos que acredita poder explorar. “As últimas lutas dele foram derrotas por finalização e por pontos, mostrando que ele cansa bastante. Mas eu gosto de lutar contra adversários agressivos, e ele disse que vai me pressionar”, disse.

Mas para Patricky, a pressão maior estará do outro lado. “Ele já falou que não quer perder na cidade dele. Vamos lutar em Fukuoka, onde ele nasceu, então acho que quem está mais preocupado com a derrota é ele.”

Luta decisiva

Sem lutar desde julho do ano passado, o brasileiro explicou que manteve a rotina de treinos, mas com foco principal na recuperação física. “Continuei treinando, mas focado em recuperar minhas lesões, e isso me ajudou bastante nesse camp. Tenho uma carreira longa, já estou com 40 anos, não sou mais um garoto. São 40 lutas de MMA”, ressaltou.

Para esta luta, Patricky optou por manter a mesma base de preparação e estratégia do combate anterior. “Não troquei treinador, nem sparring. Continuei com a mesma estratégia, porque os estilos são parecidos, os dois são caratecas”, explicou, citando também a mudança nas regras do evento, que agora adota pontuação round a round.

Ciente do momento, o brasileiro não esconde a importância do confronto para sua continuidade na organização. “Essa é uma luta decisiva na minha carreira para continuar no Rizin. Estou focado em vencer, um passo de cada vez. Quero chegar tranquilo, com o coração leve, pensando que é apenas mais uma luta”, concluiu.

Após sucesso na estreia, LFA deve ganhar novas edições em São Paulo ainda em 2026

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LFA 229 lotou o ginásio - Foto: Divulgação/LFA Brasil

A estreia do Legacy Fighting Alliance (LFA) na capital paulista terminou com casa cheia e boa resposta do público. Realizado no último dia 27, o LFA 229 levou cerca de 3 mil pessoas ao Centro Esportivo Pelezão, em São Paulo, consolidando a primeira edição do evento norte-americano na cidade.

LFA 229 lotou o ginásio – Foto: Divulgação/LFA Brasil

O evento também chamou atenção pela presença de nomes do UFC. Estiveram presentes os lutadores Marco Túlio “Matuto”, Norma Dumont, Luana Santos, Talisson Xicão e Melquizael Costa, além da lenda Rodrigo Minotauro, que atuou como comentarista oficial da transmissão.

Dentro do cage, os destaques foram as vitórias contundentes de Richard Martins, Felipe “Lipe Detona” e Bia Basílio.

Vice-presidente do LFA na América do Sul, Rafael Feijão destacou o impacto da estreia na capital paulista e a recepção do público.

“A gente sai muito satisfeito com essa estreia em São Paulo. O público respondeu, compareceu em peso e mostrou que a cidade tem espaço para eventos desse porte. Foi uma noite importante para o LFA no Brasil, com grandes lutas e uma atmosfera muito positiva.”

O dirigente também projetou novas edições do evento ainda em 2026, indicando que o retorno à cidade já está em pauta.

“E essa primeira experiência foi determinante. Existe uma grande possibilidade de voltarmos ainda este ano, justamente pela receptividade e pelo potencial que vimos aqui.”

Ao final, Feijão agradeceu o apoio institucional que viabilizou a realização do evento na cidade.

“Fica também nosso agradecimento à Prefeitura de São Paulo e à Secretaria de Esportes, que abriram as portas para o LFA e contribuíram diretamente para que esse evento acontecesse.”

CMSystem cresce com vitórias em série, compromissos internacionais e nova sede

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CMSystem vai mudar de casa - Foto: Divulgação

A equipe CMSystem encerrou o mês de março com uma sequência de mais de dez vitórias consecutivas. Os resultados incluem triunfos em grandes palcos internacionais, como o de Vitor Petrino, que venceu no UFC, nos Estados Unidos, e Richard Jacobi, que saiu vitorioso no Black Combat, na Coreia do Sul. O bom momento também foi reforçado por atletas da equipe em eventos nacionais e outras competições internacionais.

CMSystem vai mudar de casa – Foto: Divulgação

Responsável pela formação dos lutadores, Cristiano Marcello destacou o desempenho coletivo ao longo do mês. “Foi um mês muito expressivo para a equipe. Conseguimos uma sequência importante de vitórias, tanto no Brasil quanto fora. Isso é fruto de um trabalho diário, de dedicação de todos, não só dos atletas que lutam, mas de toda a equipe envolvida”, afirmou.

Para os próximos meses, a agenda segue movimentada. Kevin Christian tem luta prevista no UFC, na Austrália, em maio. Luan Miau volta a atuar no Black Combat, na Coreia do Sul, enquanto Elizeu Capoeira já tem compromisso marcado para junho, pela Liga de Monstros, no Brasil.

Cristiano Marcello projeta a sequência com confiança. “A expectativa é muito boa. A gente confia no trabalho que vem sendo feito e no potencial dos nossos atletas. Cada luta é uma oportunidade de mostrar evolução e manter esse nível de desempenho”, disse.

Além dos resultados dentro do cage, a CMSystem também passa por mudanças estruturais. A equipe está em processo de mudança de sede e prepara a inauguração de um novo centro de treinamento no bairro Ecoville, em Curitiba. O espaço terá quase 2 mil metros quadrados.

O novo CT deve ampliar não apenas a preparação de atletas profissionais, mas também a oferta de aulas voltadas ao público em geral, com foco em qualidade de vida e integração familiar. “Estamos indo para uma das áreas mais nobres de Curitiba, no coração do Ecoville. É um espaço maior, que vai permitir desenvolver ainda mais o trabalho com atletas e também com o jiu-jitsu lifestyle, para quem quer estar com a família dentro do tatame”, afirmou Cristiano Marcello.

Para o treinador, a expansão reforça o papel da equipe além da competição. “A ideia é crescer sem perder a essência, formando atletas e também contribuindo para a vida das pessoas, inclusive no combate ao bullying e na construção de valores dentro do esporte”, concluiu.

Novamente com casa cheia, Jungle Fight 148 consagra Emerson Apache campeão peso-pena do MMA World League

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Emerson Apache conquistou o cinturão mundial do Jungle Fight — Foto: Carlos Ventura/Jungle Fight

A edição 148 do Jungle Fight – World League foi a cereja do bolo de um mês histórico para o maior evento de MMA da América Latina. Realizado neste sábado (28), no Mercado Livre Arena Pacaembu, em São Paulo, o evento fechou uma sequência de quatro shows em 30 dias, todos com casa cheia, e consagrou o paulista Emerson Apache como campeão mundial peso-pena.

Emerson Apache conquistou o cinturão mundial do Jungle Fight — Foto: Carlos Ventura/Jungle Fight

Emerson Apache conquistou o primeiro cinturão mundial dos penas do Jungle Fight ao vencer o equatoriano Alejandro Delgado com autoridade. Superior durante a maior parte da luta, o brasileiro impôs ritmo forte desde o primeiro round, conectando combinações de socos, cotoveladas e, principalmente, joelhadas no corpo e na cabeça. Delgado resistiu enquanto pôde, mas acabou sucumbindo no terceiro assalto, após uma sequência decisiva que incluiu uma joelhada no rosto e golpes finais que levaram à interrupção.

Com o resultado, Emerson Apache chega à sexta vitória em oito lutas como profissional, sendo metade delas por nocaute. Após o combate, ele protagonizou uma encarada com Alan Adler, campeão linear da categoria, confirmando que a unificação dos cinturões dos penas será o próximo passo na organização.

O evento também teve destaque nos meio-médios, com Matheus “The Monster” Fonseca vencendo João Amarante por nocaute técnico antes do terceiro minuto. O amazonense soma agora seis vitórias, todas por via rápida, em oito lutas, e se credencia para disputar o GP da categoria no Fight do Milhão.

Presidente do Jungle Fight, Wallid Ismail celebrou o momento vivido pela organização e o sucesso da sequência de eventos. “Estou muito feliz por fechar com chave de ouro, com o ginásio lotado mais uma vez, um mês que foi bastante especial para o Jungle Fight. Três eventos em três finais de semana consecutivos, todos com lotação máxima, mostrando a força do nosso MMA e ratificando que o Brasil é a terra da luta”, afirmou.

Wallid também destacou o impacto do evento na cidade. “São Paulo mostrou mais uma vez sua força como polo esportivo e turístico. O Jungle Fight movimenta a cidade, gera empregos, aquece hotéis, bares e restaurantes, e leva o nome da cidade para todo o mundo. Quero parabenizar o prefeito Ricardo Nunes, o secretário de Turismo Rui Alves e o vereador George Hato pelo trabalho sério que vêm fazendo. Investir no esporte é investir em inclusão social, em oportunidade para a juventude e em desenvolvimento para a cidade”.

O secretário de Turismo de São Paulo, Rui Alves, ressaltou a movimentação gerada pela edição. “Casa lotada, um evento maravilhoso, um verdadeiro espetáculo que terminou com a luta de cinturão e que movimentou a cidade de São Paulo ao longo da semana, impactando em bares, hotéis e restaurantes”, disse.

Já o vereador George Hato reforçou a importância da capital paulista no cenário esportivo. “Mais um grande evento do Jungle Fight em São Paulo, melhor a cada edição, com o ginásio lotado e mostrando que São Paulo é a capital do esporte”, declarou.

Confira abaixo todos os resultados do evento:

Jungle Fight 148 – MMA World League
Mercado Livre Arena Pacaembu, São Paulo (SP)
28 de março de 2026

Emerson Apache venceu Alejandro Delgado por nocaute técnico aos 4min29s do R3
Luiz Buakaw venceu Rafael “The Violent” por finalização aos 3min20s do R1
Gustavo Jones venceu Marcos Dinamite por finalização no R1
Matheus “The Monster” venceu João Amarante por nocaute técnico aos 2min27s do R1
Diogo Pink venceu Marcos Tchaco por finalização aos 42s do R1
Rodrigo Ramos venceu Leandro Silva por decisão unânime (triplo 30-27)
Michael Diamante venceu Johnatan Brito por nocaute técnico aos 3min50s do R1
Pepeu El Brabo venceu Filipe Morais por nocaute técnico com 1min37s do R1
Kaue Borges venceu Bruce Lee por finalização aos 3min46s do R1

Patrício Pitbull fala sobre luta contra Aaron Pico e desafio a Sterling

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Patrício retorna ao octógono em abril - Foto: Divulgação

Patrício Pitbull foi o convidado de Marcelo Alonso no Conexão PVT desta segunda-feira e falou tudo sobre seu duelo contra Aaron Pico, que vai rolar no dia 11 de abril no UFC 327. O brasileiro relembrou também a polêmica com Losene Keita, que não bateu o peso e o duelo caiu em cima da hora, e falou ainda sobre o que espera de seu futuro no evento após encarar Pico.

O líder da Pitbull Brothers analisou ainda os desafios de Poatan e Maurício Ruffy no UFC, fez um raio-x de sua categoria, e muito mais.

Assista no vídeo abaixo.

Vinício Antony analisa desafio de Poatan e outros brasileiros no UFC e lança livro no RJ

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Vinício Antony foi o convidado do Conexão PVT desta terça-feira e deu mais uma aula de análises sobre os principais desafios dos brasileiros no UFC. O mestre analisou as lutas de Maurício Ruffy contra Michael Chandler e Alex Poatan contra Ciryl Gane, que vão rolar na Casa Branca, falou ainda do futuro de Carlos Prates, as disputas de títulos que estão se aproximando para Natalia Silva e Jean Silva, e muito mais.

Vinício contou também tudo sobre seu novo livro, “Seu colesterol que se fod@!”, cujo lançamento será no dia 30 de abril, às 19h, na Livraria da Travessa do Barra Shopping, no Rio de Janeiro.

Assista no vídeo abaixo.

 

LFA 229: Richard Martins nocauteia na luta principal; Lipe Detona e Bia Basílio finalizam

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Richard Martins mandou Vanderlei Soul Glo para a lona - Foto: Divulgação/LFA Brasil

Com casa cheia, a estreia do LFA na capital paulista movimentou o cenário do MMA nacional nesta sexta-feira (27/3). Dentro do cage, o grande destaque foi Richard Martins, que confirmou a boa fase ao vencer Vanderlei “Soul Glo” Gonçalves por nocaute técnico no terceiro round, na luta principal do evento realizado no Centro Esportivo Pelezão.

Richard Martins mandou Vanderlei Soul Glo para a lona – Foto: Divulgação/LFA Brasil

Com o resultado, Richard Martins chegou à 11ª vitória em 12 lutas como profissional, sendo a nona por nocaute. No LFA, o atleta emplaca agora seis triunfos consecutivos, cinco deles pela via rápida, consolidando sua posição como um dos nomes em ascensão na organização.

Na penúltima luta da noite, o ex-UFC Felipe “Lipe Detona” dos Santos precisou de menos de dois minutos para finalizar Jenilton Matos com um triângulo, ampliando seu cartel para 10 vitórias em 14 combates.

Outro destaque do card foi Bia Basílio. Multicampeã de jiu-jitsu, ela conquistou sua segunda vitória no MMA profissional cerca de dois meses após a estreia. A atleta finalizou Rafaela Guedes com um mata-leão ainda no primeiro round, em duelo válido pelo peso-mosca.

Após o evento, o vice-presidente do LFA na América do Sul, Rafael Feijão, destacou o sucesso da estreia na capital paulista e projetou novos eventos na cidade.

“O primeiro capítulo do LFA na cidade de São Paulo foi um grande sucesso, com casa lotada. Muito obrigado ao assessor especial da Secretaria de Esportes de São Paulo, Weber Matias, ao secretário de Esportes, Rogério Lins, à deputada federal Renata Abreu, ao vereador Gabriel Abreu e, claro, ao prefeito Ricardo Nunes. Com essa união, vamos colocar o LFA no calendário de São Paulo”, afirmou.

Confira abaixo todos os resultados do evento:

LFA 229
São Paulo (SP)
Sexta-feira, 27 de março de 2026

Richard Martins venceu Vanderlei “Soul Glo” Gonçalves por nocaute técnico (socos) aos 4:04 do R3
Felipe “Lipe Detona” dos Santos venceu Jenilton “Pitbullzinho” Matos por finalização (triângulo) a 1:43 do R1
Vinicius “Bad Boy Killer” Pires venceu Tawan Regis Ribeiro por decisão unânime
Diego “The Brazilian Bad Boy” Bianchini venceu Yuri “Seu Jorge” Neles por finalização (chave de calcanhar) a 2:56 do R1
Renan “O Protagonista” Freitas venceu Leandro “El Loco” Solano por nocaute técnico (socos) a 4:41 do R1
Bianca Basilio venceu Rafaela “Rafa” Guedes por finalização (mata-leão) a 3:36 do R1
Guilherme “Urso” Uriel venceu Leonardo “Pedra” Fraga por nocaute técnico (socos) a 1:36 do R1
Richard “Espeto” Silva venceu Italo Cruz por finalização técnica (americana) a 2:34 do R3
Djulia Ariana venceu Milena “Brutinha” Galvão por decisão unânime
Leslie “Pelé” Jesus venceu Maycon Douglas Siqueira por decisão unânime
Alan Ribeiro venceu Douglas “DG Sagat” Andrew por nocaute técnico (socos) a 0:55 do R1
Claudio Bento “Blackout” de Meireles venceu João Victor “Marroto” Melo por decisão unânime
Thalyta “Guerreira” Silva venceu Maria “Mulher Maravilha” Clara Andrade por decisão unânime

Richard Jacob encara japonês em espécie de Copa do Mundo do MMA na Coreia do Sul

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Cristiano Marcello afiou as armas de Richard Jacobi - Foto: Divulgação

O brasileiro Richard Jacob entra em ação neste sábado no GP do evento sul-coreano Black Combat, em Osan, em luta que integra o confronto entre Brasil e Japão pelas quartas de final da chamada “Black Cup”, torneio com formato de Copa do Mundo entre seleções de MMA.

Cristiano Marcello afiou as armas de Richard Jacobi – Foto: Divulgação

Representando a equipe brasileira, o peso pesado da CMSystem terá pela frente o japonês Takaaki Oban. O duelo faz parte de um card composto por sete combates entre atletas dos dois países, em um sistema coletivo no qual vence a seleção que alcançar a maioria dos triunfos, geralmente em uma disputa de melhor de sete lutas.

Além de Richard, o Brasil será representado por Marcos Rezende, Lucas Marques, Deberson Batista, Victor Hugo, Felipe Gheno e Tiago Xavier. O vencedor do confronto avança à semifinal para enfrentar os Estados Unidos, que já garantiram vaga após superar uma das duas equipes da Coreia do Sul.

O torneio reúne oito seleções e adota um formato eliminatório direto, com confrontos distribuídos por diferentes categorias de peso. A proposta foge do modelo tradicional de eventos de MMA ao priorizar a disputa por equipes, além de adotar regras que incentivam a agressividade, como rounds extras em caso de empate e intervenção rápida da arbitragem em momentos de pouca ação.

Às vésperas do combate, Richard Jacob adotou um tom direto ao comentar o confronto. “Esta luta não vai durar muito. Estou pronto para nocauteá-lo”, afirmou. O peso pesado também projetou o desempenho da equipe brasileira no torneio: “Aos brasileiros, posso dizer que estaremos na final”.

Com um cartel de nove vitórias, sete delas por nocaute, em 12 lutas, o atleta chega embalado para o duelo, que pode ser determinante para o avanço do Brasil no torneio. O confronto entre brasileiros e japoneses é apontado como o principal destaque desta etapa das quartas de final, que dá sequência ao calendário do Black Combat ao longo do mês de março.

Cigano fala sobre negociações com Netflix e analisa Poatan x Gane

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Junior Cigano conversou com Marcelo Alonso nesta segunda no Conexão PVT e contou o que espera da Netflix e da MVP entrando no mundo do MMA. O ex-campeão do UFC analisou também o confronto de Alex Poatan contra Ciryl Gane, que vai valer o cinturão interino da categoria, contou como estão os treinos na American Top Team, e ainda explicou o motivo de sua rivalidade com Fabrício Werdum ter durado tanto tempo até se resolverem e virarem amigos.

Confira no vídeo abaixo:

Patrício Pitbull vê duelo com Aaron Pico no UFC 327 como passo decisivo rumo ao topo da divisão

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Patrício retorna ao octógono em abril - Foto: Divulgação

O confronto entre Patrício Pitbull e Aaron Pico, marcado para o dia 11 de abril no UFC 327, finalmente colocará frente a frente dois nomes que, por anos, circularam na mesma organização sem se enfrentarem. Ex-campeão do Bellator MMA, o brasileiro explicou por que o duelo nunca aconteceu antes e revela frustração com os bastidores. Segundo Pitbull, o combate esbarrou em uma série de circunstâncias ao longo do tempo.


Patrício retorna ao octógono em abril – Foto: Divulgação

“Ele bateu na trave algumas vezes, quando estava chegando perto do cinturão era nocauteado. E quando finalmente a luta iria acontecer, o Bellator cancelou o evento e logo depois a organização deixou de existir. A PFL (que adquiriu o Bellator) falou em fazer a luta no ano seguinte, mas eu já estava de saco cheio deles quebrarem tantas promessas e ainda me deixarem na mão um mês antes do evento, então pedi para sair.”

Agora no UFC, Pitbull reconhece a pressão envolvendo o duelo, especialmente pelo momento dos atletas, mas evita classificar como uma “luta de eliminação”. “Temos contratos altos e viemos do Bellator. Nenhum de nós está livre disso. Então existe pressão dos dois lados, ainda mais do dele que vem de derrota nocauteado no primeiro round. Mas não acho que se trate de eliminação”, pontuou.

Sem lutar desde junho do ano passado, o brasileiro não esconde o incômodo com a inatividade. “Frustrante. Eu gostaria de ter lutado mais cedo. Tive uma terceira luta agendada ano passado, mas meu adversário não bateu o peso. Tentei algo antes, mas o UFC tinha outros planos. Agora espero fazer um espetáculo para o público e engatar mais algumas lutas até o ano acabar”.

Sobre o desafio técnico, Pitbull demonstrou cautela ao falar da estratégia contra um adversário conhecido pela explosão e pelo wrestling. “Isso é algo que não posso dar tantos detalhes antes da luta, mas estudei o jogo do Pico junto aos meus treinadores e há coisas que podemos explorar em todos os aspectos”, disse.

De olho no futuro, o brasileiro acredita que uma vitória convincente pode colocá-lo muito perto de uma oportunidade pelo cinturão. “A minha expectativa é de mostrar ao público do UFC quem é Patrício Pitbull. Não creio que uma disputa de cinturão se dê logo em seguida, mas acredito que vencendo Pico, especialmente por nocaute, eu ficarei a apenas uma luta de distância da disputa de cinturão”, concluiu.

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