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Alliance e Carlson empatam em desafios de 4 super lutas em 1994

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A ideia de tirar vantagens acabou não causando o efeito esperado

Num momento em que a Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu acabara de ser  criada e os grandes ícones do Jiu-Jitsu tinham poucas chances de se enfrentar, a fórmula dos Desafios e Super Lutas de uma hora de duração voltaram a cair nas graças do público. 

Depois de um longo hiato entre os dois confrontos entre Marcelo Behring (Gracie) e Cassio Cardoso (Carlson), realizados em 86 e 87, a histórica luta de Renzo (Barra) e Wallid (Carlson) em 93, trouxe de volta a fórmula.

Foi na esteira deste sucesso que, Francisco Caneppa e Romero Jacaré, da recém fundada Alliance, convidaram Carlson Gracie para que realizassem juntos um tira-teima de 30 minutos entre quatros representantes das duas equipes no ginásio da AABB no dia 23 de novembro de 1994.

A comunidade do Jiu-Jitsu adorou a ideia e compareceu. Quase 2000 pessoas lotaram o ginásio, mesmo tendo que pagar RS 15,00. Com as duas torcidas divididas entre as duas arquibancadas o evento rolou em clima de festa do Jiu-Jitsu e apesar da tradicional rivalidade não houve nenhuma confusão. Ficou decidido pela organização que não haveria bandeiras com as lutas sendo definidas por pontos ou terminariam empatadas. 

Do lado da Alliance Octavio Couto, Alexandre Paiva, Castello Branco e Roberto Traven, que enfrentariam em desafios de 30 minutos os alunos de Carlson Gracie, Francisco Toco Albuquerque, Sergio Bolão, Amaury Bitetti e Murilo Bustamante.

Texto Marcelo Alonso 

Fotos – Josué Medeiros e Marcelo Alonso     

Octavio “Ratinho” Couto x Francisco “Toco” Albuquerque

A luta preliminar entre os faixas marrons Ratinho e Toco acabou sendo a mais solta do desafio com os dois lutadores se revezando na liderança do combate. Por talvez um temor de tomar pontos de uma passagem de guarda quando ganhava o confronto, Toco se expôs e permitiu uma linda ida para às costas, seguida de um estrangulamento bem aplicado por Ratinho, que finalizou o combate transcorridos 8 minutos de uma luta prevista para 15. “Lutei com um grande adversário, o que valorizou minha vitória. Apesar de ter começado em desvantagem estava ciente de que poderia mudar o rumo da luta. Essa vitória foi superimportante para mim”, disse o aluno de Jacaré.

Depois de começar em desvantagem Ratinho pegou as costas e finalizou Toco no confronto entre marrons que abriu a noite

Sérgio “Bolão” Souza x  Alexandre “Gigi” Paiva

O primeiro confronto entre faixas pretas foi um empate com gosto de vitória para o Gigi da Master, que atacou por cima o tempo todo, mas esbarrou na já conhecida guarda de seu adversário, que além de difícil de se passar, levava perigo constante de inversão de jogo. Apesar disto, Alexandre quase chegou do lado duas vezes, obrigando a Sérgio Souza ficar de quatro nessas ocasiões, onde mostrou que defende bem a ida para as costas, sempre repondo bem a guarda. Os últimos cinco minutos foram marcados pela certeza de que Bolão perdeu todo gás, mas Alexandre não se aproveitou disto e amargou a divisão da bolsa.

 Amaury Bitetti x Castello Branco

No segundo duelo de pretas Bitetti manteve a liderança do início ao fim do combate, mostrando estar no ápice físico e técnico e confirmando seu já conhecido Judô, dando duas brilhantes quedas em um adversário mais pesado e com boa base e definindo o placar  em 4 x 0.

No “chão” Amaury também foi mais ofensivo durantes os trinta minutos conquistando a vitória e sendo escolhido pela organização do evento como o melhor lutador da noite.

Amaury usou seu Judô para aplicar duas quedas e conseguir a vitória sobre Castello

Murilo Bustamante x Roberto Traven

O combate mais aguardado da noite acabou decepcionando o público, se tornando o maior exemplo da importância da pontuação normal (com vantagens tambem em lutas longas). No único bom momento da luta o professor da Ac. Strike quase conseguiu uma ida para as costas. Mas Murilo conseguiu repor e a luta terminou empatada.  “Não tive o rendimento esperado porque cheguei no ápice no Campeonato Brasileiro e acabei ‘virando o fio’. Ou seja, treinei demais e fiquei cansado. O Traven estava muito bem preparado técnica e fisicamente”, admitiu Murilo. Traven também falou de seu desempenho: “A luta foi dura, só que eu não corri o risco do Murilo, eu quase raspei e peguei as costas colocando os dois ganchos, mas Murilo saiu antes dos pontos. O Murilo era o favorito para os outros, e não para minha equipe. A derrota, para mim, foi horrível”.

Noche UFC: onde assistir Jean Silva x Jose Miguel Delgado neste sábado

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Noche UFC Jean Silva vs Delgado

O Brasil estará na luta principal do Noche UFC deste sábado (12). Jean Silva enfrenta Jose Miguel Delgado no duelo que encerra o evento na Desert Diamond Arena, em Glendale, no Arizona, nos Estados Unidos. O card preliminar começa às 15h, enquanto o principal está marcado para as 18h, ambos no horário de Brasília. No Brasil, as lutas serão transmitidas ao vivo pelo Paramount+.

Jean Silva faz segunda luta principal no UFC

Sexto colocado no ranking dos pesos-penas, Jean Silva chega ao Noche UFC em busca de mais uma vitória que pode aproximá-lo da disputa pelo cinturão da categoria. O representante da Fighting Nerds vem de vitória por decisão sobre Arnold Allen, em janeiro, no UFC 324. O brasileiro tem 17 vitórias e três derrotas no MMA profissional. Seu estilo agressivo já lhe rendeu quatro bônus de Performance da Noite no evento.

O adversário deste sábado não era o nome originalmente previsto. Jean enfrentaria Yair Rodriguez, mas o mexicano deixou o card e foi substituído por Jose Miguel Delgado, que fará sua primeira luta principal no UFC. O norte-americano tem cartel de 12 vitórias e duas derrotas e chega embalado pelos triunfos sobre Andre Fili e Austin Bashi em 2026.

Noche UFC Jean Silva vs Delgado

Noche UFC tem outro brasileiro no card

Além de Jean Silva, o Brasil terá Djorden Santos em ação. O peso-médio enfrenta Yousri Belgaroui no card preliminar e tenta voltar às vitórias em sua quarta apresentação pelo UFC.

Entre as principais atrações da noite também estão o ex-campeão Brandon Moreno contra Joseph Morales e o confronto entre duas ex-desafiantes ao cinturão dos moscas, Manon Fiorot e Alexa Grasso. Nos pesos-pesados, Curtis Blaydes encara Waldo Cortes Acosta.

Onde assistir ao Noche UFC

O Noche UFC acontece neste sábado, 12 de setembro, em Glendale, no Arizona.

Pré-show: 14h (horário de Brasília) — YouTube e TikTok do UFC Brasil, Pluto TV e Paramount+

Card preliminar: 15h (horário de Brasília) — Paramount+

Card principal: 18h (horário de Brasília) — Paramount+

Card completo do Noche UFC

CARD PRINCIPAL — 18h

Peso-pena: Jean Silva x Jose Miguel Delgado
Peso-mosca: Brandon Moreno x Joseph Morales
Peso-pena: Tommy McMillen x Marwan Rahiki
Peso-mosca: Manon Fiorot x Alexa Grasso
Peso-pesado: Waldo Cortes Acosta x Curtis Blaydes
Peso-galo: David Martinez x Dan Ige

CARD PRELIMINAR — 15h

Peso-mosca: Tim Elliott x Edgar Chairez
Peso meio-médio: Ignacio Bahamondes x Muslim Salikhov
Peso-médio: Yousri Belgaroui x Djorden Santos
Peso-leve: Drakkar Klose x Tommy Gantt
Peso-leve: Rafa Garcia x Rong Zhu
Peso-pena: Sean King III x Jessie Rosas
Peso-mosca: JJ Aldrich x Regina Tarin

Card sujeito a alterações.

Paulo Borrachinha diz que UFC recusou pedidos para liberá-lo

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Paulo Borrachinha revelou um novo capítulo da relação conturbada que vive com o UFC. O brasileiro afirmou nesta quarta-feira (9) que pediu para ser liberado pela organização pelo menos duas vezes em 2026, mas teve as solicitações recusadas. Segundo o lutador, que diz ter apenas mais uma luta no atual contrato, a tentativa mais recente aconteceu há poucos dias.

A revelação foi feita durante participação no The Ariel Helwani Show. Questionado por Ariel Helwani sobre sua situação contratual, Borrachinha contou que já tentou antecipar sua saída da companhia.

“Já pedimos para ser liberados, mas eles recusaram”, afirmou.

Paulo Costa Borrachinha

Segundo o brasileiro, não foi uma tentativa isolada. Borrachinha disse que fez pessoalmente um pedido no início do ano e voltou a procurar o UFC recentemente, desta vez por intermédio de sua empresária e namorada, Tamara Alves.

“Eu pedi em janeiro e eles recusaram. E pedimos novamente há poucos dias. Tamara pediu: ‘Liberem o Paulo’. E eles disseram: ‘Não, não vamos liberá-lo. Você precisa fazer pelo menos mais uma’”, relatou.

Segundo ele, essa “uma” seria justamente a última luta prevista em seu atual vínculo com o UFC.

“Tenho mais uma luta no contrato”, afirmou.

A insatisfação acontece em um momento importante de sua carreira. Em abril, no UFC 327, ele estreou entre os meio-pesados com uma vitória sobre Azamat Murzakanov, nocauteado no terceiro round com um chute na cabeça.

Depois do resultado, Borrachinha passou a cobrar uma luta de maior destaque na categoria e demonstrou publicamente sua insatisfação com os rumos dados pelo UFC à divisão e à sua própria carreira.

Na conversa com Helwani, o brasileiro voltou a questionar as decisões da organização e deixou claro que não está satisfeito com o cenário para sua última luta contratual.

Enquanto tenta resolver sua situação com o UFC, Borrachinha também trabalha em uma mudança importante na gestão de sua carreira. O brasileiro confirmou que está próximo de fechar um acordo com Eddie Hearn e a Matchroom Talent Agency para gerenciamento e patrocínios.

“Ele me enviou o contrato há alguns dias. Eu só preciso assinar e devolver”, revelou, “Eu gosto muito do Eddie. Acho que ele é um cara muito inteligente, muito importante nos esportes de combate”.

Eduardo Brigadeiro compartilha quase quatro décadas de jiu-jitsu em seminário no Rio

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Eduardo Brigadeiro é faixa-preta 6º grau - Foto: Divulgação

Radicado nos Estados Unidos há mais de uma década, Eduardo “Brigadeiro” Venâncio estará no Rio de Janeiro neste sábado para ministrar um seminário na matriz da Brigadeiro Jiu Jitsu, na Barra da Tijuca. Faixa-preta 6º grau formado por Ricardo De La Riva, ele retorna à academia onde desenvolveu parte de um trabalho iniciado há quase quatro décadas. O encontro será fechado e destinado a convidados.

Eduardo Brigadeiro é faixa-preta 6º grau – Foto: Divulgação

A aula terá fundamentos, estratégia, defesa pessoal e conceitos desenvolvidos por Brigadeiro ao longo da carreira. A proposta é trabalhar princípios que possam ser utilizados por praticantes de diferentes graduações, com atenção à compreensão das situações encontradas durante uma luta.

“Quero apresentar princípios que possam ser aplicados por diferentes níveis de praticantes, do iniciante ao faixa-preta, mostrando não apenas o que fazer, mas principalmente por que fazer, quando aplicar e como adaptar cada conceito às características individuais do atleta”, explica Brigadeiro. “O objetivo é que cada participante saia do seminário não somente com novas técnicas, mas com uma compreensão mais ampla do jiu-jitsu e de como continuar evoluindo depois do evento.”

A maneira de ensinar também mudou ao longo dos anos. Se no início da carreira havia maior preocupação com a quantidade de técnicas transmitidas, hoje Brigadeiro concentra o trabalho na compreensão dos fundamentos e na capacidade de cada aluno utilizá-los de acordo com suas características.

“Com a experiência, entendemos que ensinar bem não significa simplesmente apresentar centenas de técnicas. Significa construir fundamentos sólidos e fazer com que o aluno compreenda distância, base, pressão, alavanca, timing, controle, transições, tomada de decisão e eficiência de movimento”, afirma.

A trajetória de Brigadeiro nas artes marciais começou ainda na infância, primeiro no judô. O contato com o jiu-jitsu ocorreu por meio de Cláudio França e ganhou espaço no Riviera Country Club, também na Barra da Tijuca. Ainda nas faixas coloridas, começou a auxiliar nas aulas e, posteriormente, deu continuidade ao trabalho no local. Durante sua formação, tornou-se aluno de Ricardo De La Riva, de quem recebeu a faixa-preta.

A partir dessa base surgiu a Brigadeiro Jiu Jitsu. Segundo o professor, mais de 150 faixas-pretas foram formados por ele ao longo da carreira. Entre os nomes está Thaís Ramos, primeira mulher faixa-preta campeã mundial da IBJJF. Como competidor, Brigadeiro conquistou o bronze no Mundial de 1996 e venceu o Long Beach International Open e o Atlanta Summer International Open na categoria Master 3, em 2016.

No fim de 2015, Brigadeiro mudou-se para a Flórida e iniciou uma nova etapa da carreira. Nos Estados Unidos, passou a trabalhar com diferentes perfis de alunos e teve experiências com universidades, atletas e profissionais de segurança pública, incluindo um período de treinamento com uma unidade do FBI em Jacksonville.

A vivência americana foi incorporada ao método que pretende apresentar no Rio. Com formação em Educação Física, Administração, Marketing Esportivo e Treinamento Desportivo de Alto Rendimento, Brigadeiro procura aproximar a experiência adquirida no tatame de conceitos de treinamento e performance.

“Pretendo compartilhar justamente essa integração, o conhecimento tradicional do Brazilian Jiu-Jitsu aliado à metodologia moderna de treinamento, performance e desenvolvimento humano”, diz.

Mesmo acompanhando as transformações do jiu-jitsu competitivo, Brigadeiro defende a preservação de fundamentos ligados à origem da modalidade. Para ele, novas técnicas, preparação física e estratégias voltadas às regras precisam conviver com defesa pessoal, domínio posicional, escapes e controle.

“Não podemos ensinar o esporte de 2026 utilizando exclusivamente os mesmos métodos utilizados há trinta anos. Por outro lado, existe uma diferença entre evoluir o jiu-jitsu e perder a identidade do jiu-jitsu”, avalia. “A competição é uma extraordinária ferramenta de desenvolvimento, mas não pode representar todo o sistema.”

O trabalho iniciado no Rio também atravessou fronteiras. De acordo com Brigadeiro, a organização mantém academias, equipes associadas, representantes, parcerias ou projetos que já alcançaram mais de 14 países. A lista inclui Brasil, Estados Unidos, Portugal, Uruguai, Argentina, Holanda, Marrocos, Inglaterra, Espanha, Noruega, Israel, Austrália e Tanzânia. Ele ressalta que nem todas as operações são filiais e que a atual etapa busca organizar essa expansão sob uma metodologia comum de ensino e formação de professores.

Para Brigadeiro, o número de alunos que passaram a ensinar jiu-jitsu tornou-se uma das principais medidas do trabalho desenvolvido ao longo da carreira.

“Uma medalha representa um momento. Um professor bem formado pode impactar centenas ou milhares de vidas durante décadas”, afirma. “Meu objetivo não é simplesmente produzir bons competidores ou excelentes faixas-pretas. Quero formar pessoas capazes de carregar conhecimento e valores para a próxima geração.”

Essa visão também está nos planos para 2027. Um dos projetos de Brigadeiro é ampliar a atuação do Instituto Brigadeiro, iniciativa que pretende conciliar a formação de atletas com educação e desenvolvimento de jovens. A proposta prevê identificar talentos e oferecer caminhos para o alto rendimento, sem limitar o trabalho aos que seguirem uma carreira competitiva.

“Nem toda criança que entrar em um projeto de jiu-jitsu será um atleta profissional, mas todas podem ser impactadas pela educação”, afirma.

A intenção é acompanhar os jovens dentro e fora do tatame, levando em consideração aspectos como desempenho escolar, comportamento e desenvolvimento pessoal. O projeto também pretende apresentar diferentes possibilidades profissionais ligadas à modalidade, da carreira como atleta às funções de professor, treinador, árbitro e gestor esportivo.

“Queremos fortalecer ainda mais a conexão entre esporte e educação, criando oportunidades de formação dentro e fora do tatame”, diz Brigadeiro.

Poatan pede revanche contra Ciryl Gane no UFC: “É a luta que faz sentido”

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Alex Poatan já escolheu quem gostaria de enfrentar em seu retorno ao UFC. Nesta segunda-feira (7), o brasileiro publicou um vídeo nas redes sociais e apontou Ciryl Gane, atual campeão interino dos pesos pesados, como o adversário que faz mais sentido para sua próxima luta.

O confronto daria a Poatan a oportunidade de acertar as contas com o francês após a derrota sofrida em junho, no UFC Freedom 250, na Casa Branca, além de recolocá-lo diante da possibilidade de conquistar o cinturão de uma terceira categoria no Ultimate.

“Fala, pessoal! Depois de muito tempo descansando, depois de muito trabalho, depois da minha última luta, muitas pessoas estão falando ‘com quem o Alex vai lutar?’. Vejo muitas opiniões, mas eu acho que a luta que faz sentido é contra Ciryl Gane. Essa é a luta”, afirmou o brasileiro, “Vou trabalhar nisso e, pelo que eu vejo, é algo que vai dar certo. Como na última luta aconteceram coisas não legais, literalmente, acho que agora, com outra oportunidade, posso voltar e mostrar o que posso fazer, o que posso conquistar, que é o terceiro cinturão. Estou muito animado para isso e vou trabalhar para isso. Chama!”

A declaração surge em um momento em que o futuro da divisão dos pesos pesados permanece indefinido. Gane conquistou o título interino ao derrotar Poatan por nocaute técnico no segundo round, enquanto Tom Aspinall, campeão linear da categoria, segue sem previsão definida para retornar ao octógono. O inglês ainda depende de liberação médica depois dos problemas no olho sofridos em sua luta contra o próprio Gane, em outubro de 2025.

A princípio, o caminho natural seria a unificação dos cinturões entre Gane e Aspinall. A demora no retorno do campeão, porém, pode abrir espaço para que o francês faça outra luta antes, e a revanche com Poatan passou a ser uma possibilidade concreta.

Poatan ainda contesta desfecho da primeira luta

A primeira luta entre Poatan e Gane terminou cercada por polêmica. Em sua estreia entre os pesos pesados, o brasileiro tentava fazer história ao conquistar um terceiro cinturão em categorias diferentes do UFC, mas acabou derrotado por nocaute técnico. Depois do combate, Poatan reclamou de golpes que teriam atingido a região da nuca durante a sequência que antecedeu a interrupção do árbitro Herb Dean.

Além da rivalidade criada pelo resultado do primeiro confronto, uma segunda luta contra Gane teria enorme peso para a carreira de Alex Pereira. Poatan já conquistou os cinturões dos médios e dos meio-pesados do UFC e subiu para os pesos pesados perseguindo um feito que nunca foi alcançado na organização: tornar-se campeão em três categorias diferentes.

 

LFA 241 tem disputa de cinturão confirmada após Vinicius Pires e Rafael Pereira baterem o peso em Belo Horizonte

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Duelo vale cinturão mundial do LFA - Foto: Divulgação/LFA Brasil

Vinicius Pires e Rafael Pereira passaram pela balança oficial nesta quinta-feira (10) e confirmaram a disputa pelo cinturão mundial dos pesos-galos do LFA 241, oferecido pela Monster Energy. A luta será a principal atração do evento desta sexta-feira (11), no Mineirinho, em Belo Horizonte, e colocará frente a frente o paulista e o mineiro de Sete Lagoas na estreia da organização em Minas Gerais.

Duelo vale cinturão mundial do LFA – Foto: Divulgação/LFA Brasil

Quem não estiver no ginásio poderá acompanhar todas as lutas ao vivo. As preliminares começam às 17h, com transmissão pelo LFA Fight Network, no YouTube. O card principal será exibido pela ESPN 4 a partir das 21h.

Pereira chega à disputa com 15 vitórias e quatro derrotas na carreira. O mineiro venceu suas cinco lutas no LFA e está invicto no MMA desde 2018. Pires tem 12 triunfos e duas derrotas e busca o cinturão pela segunda vez.

O encontro ganhou temperatura antes mesmo da entrada no cage. Pires projetou ferocidade e avisou ao adversário o que pretende aplicar na luta.

“Cara, esteja pronto para fazer uma guerra, para uma luta difícil, pois você pode ter certeza que eu vou levar o que tem de pior para você”, disse Pires.

Pereira ratificou o tom e mostrou confiança de que o confronto não chegará ao fim do tempo regulamentar.

“Ele sabe que, das lutas que poderia ter pegado, essa é a pior de todas. Ele sabe o que está esperando por ele. Então, que venha preparado para uma noite de terror, pânico e agonia. Se a luta durar cinco rounds, o que eu duvido, serão cinco rounds de guerra. Então, é melhor ele torcer para eu acabar rápido com esta luta, para ele não se machucar muito”, afirmou o mineiro.

Além da disputa pelo título, o card terá presença de lutadores que nasceram ou treinam em Belo Horizonte. Carlos Soares, Gustavo Rocha, Emerson Richard, Adam Santos, João Vitor Pereira e Laryssa Leila fazem parte do grupo ligado à capital mineira, distribuído entre as lutas principais e preliminares.

A edição também serve como oportunidade de exposição para quem busca chegar ao UFC. Segundo levantamento divulgado pelo LFA, somente neste ano, 31 atletas que passaram pela organização assinaram com o UFC. A lista inclui nomes como Jefferson Nascimento, Giovanna Canuto, Eduardo Chapolin e Guilherme Uriel.

Vice-presidente do LFA na América do Sul, Rafael Feijão vê a estreia em Belo Horizonte como uma oportunidade para o público acompanhar de perto atletas que podem se tornar grandes ídolos do MMA.

“Chegou a hora de Belo Horizonte receber o LFA e a expectativa é enorme. Temos um card de muita qualidade, com disputa de cinturão e vários atletas que estão buscando os próximos passos na carreira. O LFA é uma vitrine para o UFC e muitos lutadores que passaram por aqui chegaram lá. Quero convidar todo mundo para ir ao Mineirinho nesta sexta-feira, assistir a um show de MMA e ter a oportunidade de ver de perto atletas que podem ser os futuros ídolos do esporte”, afirmou Feijão.

Para o público que pretende assistir às lutas no ginásio, a arquibancada terá entrada gratuita mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível por pessoa. Os portões abrem às 16h30, e o ingresso será validado com a entrega do alimento na bilheteria. O acesso está sujeito à lotação do Mineirinho. Garanta no link https://www.sympla.com.br/evento/lfa-241/3542052.

Card completo (sujeito a alterações)

LFA 241
Ginásio do Mineirinho, Belo Horizonte (MG)
11 de setembro de 2026

Card principal

61 kg: Rafael Pereira vs. Vinicius Pires – Cinturão Mundial
66 kg: Gustavo Pintos vs. Carlos Soares
84 kg: Marcos Silva vs. Neemias Santana
84 kg: Felipe Rosa vs. Gustavo Rocha
52 kg: Marina Monteiro vs. Raiane Vinuto
66 kg: Julio Assunção vs. Eduardo Dutra

Card preliminar

61 kg: Mônica Fontes vs. Thalyta Silva
70 kg: Marcos Santos Silva vs. Victor Santos
77 kg: Salomão Albuquerque vs. Emerson Richard
61 kg: Fabio Perpetua vs. Breno Yuri
77 kg: Lucas Hodak vs. Lucas Silva
61 kg: Adam Santos vs. João Vitor Pereira
93 kg: Jackson Soares vs. Nicolas Santos
52 kg: Fernanda Atômica vs. Laryssa Leila

O público pode acompanhar as novidades sobre o LFA no YouTube, nas redes sociais oficiais e no site oficial:

Instagram: https://www.instagram.com/lfa_brasil/
Facebook: https://www.facebook.com/LFABrasil
TikTok: https://www.tiktok.com/tag/lfabrasil
Youtube: https://www.youtube.com/@lfafights
X: https://x.com/LFAfighting
Site: LFABrasil.com.

Chicão Bueno relembra época do Vale-Tudo e luta contra Vovchanchyn no Pride

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Faixa-preta de André Pederneiras e faixa-coral de Jiu-Jitsu, Chicão construiu uma carreira no Vale-Tudo que passou pelo IVC, Meca, Cage Warriors e Pride - Foto: Divulgação

Francisco “Chicão” Bueno começou no Judô aos três anos e, ao longo de cinco décadas, passou por diferentes modalidades até chegar ao Vale-Tudo e competir em organizações como IVC, Meca, Cage Warriors e Pride. Faixa-preta formado por André Pederneiras e atualmente faixa-coral de Jiu-Jitsu, o ex-lutador construiu parte da carreira em uma época anterior à popularização do MMA.

Faixa-preta de André Pederneiras e faixa-coral de Jiu-Jitsu, Chicão construiu uma carreira no Vale-Tudo que passou pelo IVC, Meca, Cage Warriors e Pride – Foto: Divulgação

Ainda criança, Chicão teve uma breve experiência no Taekwondo, mas, por causa da idade, não pôde continuar treinando na academia do mestre Kim. Nos anos seguintes, praticou Karatê, Boxe e Muay Thai. Mais tarde, incorporou o Jiu-Jitsu e o Wrestling aos treinamentos. O contato com diferentes modalidades influenciou a maneira como passou a trabalhar as artes marciais.

“Cada modalidade acrescentou demais à minha formação como ser humano. O Judô é uma disciplina incrível, o Karatê, o Boxe, o Muay Thai, o Jiu-Jitsu, o Wrestling também. Acho que tudo fez parte da minha formação e criei também, junto com isso tudo, um sistema meu”, explicou.

Em 1997, Chicão foi para os Estados Unidos a convite de um empresário e se estabeleceu na Califórnia. Lá, participou de eventos de Vale-Tudo realizados principalmente em San Pedro. Segundo ele, parte dessas lutas não aparece nos registros atuais de sua carreira.

“Cheguei nos Estados Unidos em 97, a convite do empresário, e aí fiz várias lutas. Tinham muitas lutas naquela época que não são mencionadas hoje. São os eventos que tinham em San Pedro, na Califórnia. Eu lutei muitas, muitas vezes. Era Vale-Tudo, na verdade, não era nem o MMA, nem o No Holds Barred, era Vale-Tudo mesmo, real”, relembrou.

No ano seguinte, recebeu o convite para participar da primeira edição do ADCC. Chicão chegou à final, mas uma lesão o impediu de disputar o combate decisivo. Em 1999, estreou oficialmente no MMA profissional pelo IVC contra o americano Jason Godsey. A luta abriu caminho para participações em outros eventos daquele período.

“Eu buscava realmente ali uma carreira como atleta de alto rendimento. E, depois do IVC, tive oportunidade de lutar em grandes organizações da época como o Meca, o Cage Warriors, o WVC e o maior deles, o Pride. Aí começou um outro nível de competição.”

No Pride, Chicão enfrentou o ucraniano Igor Vovchanchyn na oitava edição do evento, em 1999. A derrota é apontada por ele como um dos episódios que mais influenciaram sua trajetória, ao lado da vitória sobre o japonês Satoshi Honma.

“O período mais marcante realmente foi a vitória contra o Satoshi Honma, que me botaram de escada, e também a derrota para o Igor Vovchanchyn, que, enfim, me congelou um pouco. Eu não estava emocionalmente pronto naquele momento. Mas a vida não é só feita de vitória. E as derrotas, às vezes, podem ser vitórias também. E vice-versa, dependendo de como você olha para a coisa.”

Paralelamente à carreira no Vale-Tudo, Chicão continuou sua formação no Jiu-Jitsu. Graduado faixa-preta por André Pederneiras, chegou posteriormente à faixa-coral, concedida após décadas de prática na modalidade.

“Para mim, a faixa nunca foi uma coisa muito importante. É o que você carrega dentro, o que realmente vale. Mas, enfim, para o mundo, uma faixa-coral representa o tempo, o que você realizou no esporte, o que você conquistou dentro dos tatames, dos ringues, dos octógonos. Então a faixa-coral passou a ser um marco da minha história.”

Aos cinco décadas de contato com as artes marciais, Chicão atribui à prática uma influência que não se limita ao período em que competiu profissionalmente. Para ele, a continuidade do aprendizado é o principal legado dessa trajetória.

“A arte marcial, realmente, é uma escola de vida. Acho que é uma oportunidade para você se reconectar com você mesmo. No final do dia, a coisa mais importante é a evolução. 1% a cada dia, ou 1% a cada ano, cada um no seu tempo. A arte marcial, realmente, é o autoconhecimento, é o maior tesouro que temos”, concluiu.

Natália Silva enfrenta Wang Cong pelo cinturão no UFC 332

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Natalia x Cong no UFC 332

Natália Silva terá a maior oportunidade de sua carreira no MMA. O UFC anunciou neste sábado que a mineira enfrentará a chinesa Wang Cong pelo cinturão peso-mosca no UFC 332, marcado para o dia 3 de outubro, em Salt Lake City, nos Estados Unidos. O confronto será a luta principal do evento e valerá o título linear da categoria.

A confirmação encerra a indefinição envolvendo o topo da divisão. Natália estava encaminhada para desafiar Valentina Shevchenko, mas a campeã sofreu uma lesão e deixou o card. Com o afastamento de Shevchenko, o UFC decidiu colocar o cinturão em jogo entre Natália e Wang.

Natalia x Cong no UFC 332

Natália Silva chega embalada por grande sequência

A chance pelo cinturão coroa a ascensão de Natália Silva desde sua estreia no UFC, em 2022. A brasileira venceu suas oito apresentações na organização e chegou ao primeiro lugar do ranking peso-mosca.

Na carreira profissional, Natália soma 20 vitórias, cinco derrotas e um empate. A mineira não perde desde 2018 e chega à disputa pelo título carregando uma sequência de 14 triunfos consecutivos, incluindo vitórias sobre nomes como as ex-campeãs Jéssica Andrade, Alexa Grasso e Rose Namajunas.

Do outro lado estará Wang Cong, uma das atletas que mais rapidamente ganharam espaço na divisão. A chinesa possui cartel de 10 vitórias e uma derrota no MMA profissional.

Wang estreou no UFC em agosto de 2024 com um nocaute sobre Victoria Leonardo em apenas 62 segundos. Na apresentação seguinte, sofreu sua única derrota profissional ao ser finalizada pela brasileira Gabriella Fernandes. Desde então, a chinesa se recuperou e acumulou quatro vitórias consecutivas, superando Bruna Brasil, Ariane da Silva, Eduarda Moura e Tracy Cortez.

Confira abaixo o card completo:

Card Principal
Cinturão peso-mosca (até 56,7 Kg): Natália Silva x Wang Cong
Peso-galo (até 61,2 Kg): Deiveson Figueiredo x Payton Talbott
Peso-leve (até 70,3 Kg): King Green x Esteban Ribovics
Peso meio-médio (até 77,1 Kg): Khaos Williams x Roberto Soldic
Peso-médio (até 83,9 Kg): Ateba Gautier x Roman Kopylov
Card Preliminar
Peso-mosca (até 56,7 Kg): Imanol Rodriguez x Alden Coria
Peso-médio (até 83,9 Kg): Damian Pinas x Andrey Pulyaev
Peso-galo (até 61,2 Kg): Marcus McGhee x Benardo Sopaj
Peso-pesado (até 120,2 Kg): Johnny Walker x Mick Parkin
Peso meio-médio (até 77,1 Kg): Rafael dos Anjos x Alexander Hernandez
Peso-médio (até 83,9 Kg): Marvin Vettori x Ismail Naurdiev
Peso meio-médio (até 77,1 Kg): Court McGhee x Eric Nolan

Kung-Fu Fight 45 promove disputa de cinturão neste sábado em São Paulo

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O Kung-Fu Fight 45 será realizado neste sábado, dia 12, a partir das 16h, no Ginásio Mané Garrincha, em São Paulo. A edição terá 14 combates entre profissionais e semiprofissionais, com dois campeões em ação e outros atletas de olho nas próximas disputas de cinturão. O card também terá três representantes do Chile e transmissão ao vivo pelo YouTube.

Na luta principal, Watson E. Castro, da Real Fight, defende o título até 60 kg diante de Matheus Piffer, da Triade, pelos 60 kg.

Também pelos 60 kg, só que feminino, Andressa Garcia volta ao ringue pela primeira vez desde que conquistou o cinturão. A atleta da Team Sorin enfrenta Bárbara Tafuri, da Real Fight.

Na sequência do card profissional aparecem três atletas que tentam se aproximar de uma disputa de título. Laércio Rodrigues, da Real Fight, enfrenta Igor Gabriel, da Fenix Sanda, pelos 82 kg, em busca de pontos no ranking.

Nos 65 kg, Matheus Vinícius tenta iniciar o caminho de volta ao cinturão depois de ser derrotado em sua última disputa pelo título. O atleta do CTAP terá pela frente João Mazutti, da Central de Kung-Fu.

Willian Duarte completa a sequência profissional contra Adenilson Schinda, da Contena Combat, pelos 76 kg. Além de buscar pontos para tentar uma revanche pelo cinturão, o atleta da Invictus usa o combate como parte da preparação para o Campeonato Mundial.

A participação internacional ficará por conta de três atletas da Shaolin Chan, do Chile. Cristian Rossel enfrenta Lucas Klayton, da Território Fight Team, pelos 70 kg, Luis Nuñes encara Matheus Oliveira, da Fenix Sanda, nos 82 kg, e Cristian Cabrera terá Hambram Juliani, da Warriors Fighters, como adversário nos 65 kg.

O Kung-Fu Fight 45 é realizado pelo Instituto Liga + Esporte e pela Confederação Brasileira de Artes Marciais Chinesas – Kung-Fu (CBAMC). O Ginásio Mané Garrincha fica na Rua Pedro de Toledo, 1651, na Vila Clementino, em São Paulo.

Card completo:

45º Kung-Fu Fight
Sábado, 12 de setembro de 2026
Ginásio Mané Garrincha, São Paulo (SP)
Transmissão: ao vivo pelo YouTube Realização: CBAMC

Card profissional

60 kg: Watson E. Castro (Real Fight) x Matheus Piffer (Triade)
60 kg: Andressa Garcia (Team Sorin) x Bárbara Tafuri (Real Fight)
76 kg: Willian Duarte (Invictus) x Adenilson Schinda (Contena Combat)
65 kg: Matheus Vinícius (CTAP) x João Mazutti (Central de Kung-Fu)
82 kg: Laércio Rodrigues (Real Fight) x Igor Gabriel (Fenix Sanda)
70 kg: Rodrigo Ribeiro (Team Sorin) x Marcelo Matos (Real Fight)
Absoluto: Lucas Cavalcante (D-Lions) x Vinicius Augusto (Warriors Fighters)
70 kg: Erick de Carvalho (Team Sorin) x Vitor Hugo Romão (Garra de Águia Araçoiaba)

Card semiprofissional

65 kg: Hambram Juliani (Warriors Fighters) x Cristian Cabrera (Shaolin Chan Chile)
82 kg: Luis Nuñes (Shaolin Chan Chile) x Matheus Oliveira (Fenix Sanda)
Absoluto: Ivan Borgueti (Garra de Águia São Carlos) x Fabiano Joaquim (Phay Ho Chao)
65 kg: Gabriel Ferreira (Warriors Fighters) x Mateus Pantojo (Garra de Águia Araçoiaba)
55 kg: Andrio de Oliveira (Sanda Fight Team) x Vitor Casado (Invictus)
70 kg: Lucas Klayton (Território Fight Team) x Cristian Rossel (Shaolin Chan Chile)

LFA 241 terá card principal transmitido ao vivo pela ESPN em estreia em Belo Horizonte

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LFA desembarca em Belo Horizonte pela primeira vez - Foto: Divulgação/LFA Brasil

Os fãs de MMA poderão acompanhar ao vivo todas as lutas do LFA 241, que acontece nesta sexta-feira (11), no Mineirinho, em Belo Horizonte. O card principal será transmitido pela ESPN 4 a partir das 21h, enquanto as lutas preliminares terão exibição pelo LFA Fight Network, no YouTube, a partir das 17h.

LFA desembarca em Belo Horizonte pela primeira vez – Foto: Divulgação/LFA Brasil

A edição, oferecida pela Monster Energy, marca a estreia do LFA em Minas Gerais e terá como luta principal a disputa do cinturão mundial vago dos pesos-galos, até 61 kg. O mineiro Rafael Pereira enfrenta o paulista Vinicius Pires em um confronto entre dois atletas que já acumulam experiência na organização.

Pereira chega à disputa com cinco vitórias consecutivas no LFA e não perde uma luta de MMA desde 2018. Pires, por sua vez, terá a segunda oportunidade de conquistar o cinturão. O paulista já disputou o título contra Artem Belakh, então campeão da categoria, e foi superado por decisão unânime. A saída do cazaque para participar do The Ultimate Fighter deixou o posto novamente disponível.

A programação da ESPN também levará à televisão outros cinco confrontos. No peso-pena, Carlos Soares enfrenta o paraguaio Gustavo Pintos. O card terá ainda Marcos Silva contra Neemias Santana e Felipe Rosa diante de Gustavo Rocha, ambos pelo peso-médio, além de Marina Monteiro contra Raiane Vinuto, no peso-palha, e Julio Assunção diante de Eduardo Dutra, no peso-pena.

Para Rafael Feijão, vice-presidente do LFA na América do Sul, a combinação entre o card montado para o Mineirinho e a transmissão pela ESPN aumenta a expectativa para a primeira passagem da organização por Belo Horizonte.

“Estamos com uma expectativa muito grande para essa estreia em Belo Horizonte. Montamos um card de alto nível, com atletas que estão buscando espaço dentro do LFA e nomes de Minas Gerais que terão a oportunidade de lutar perto de seu público. A transmissão pela ESPN também é muito importante porque amplia essa vitrine, já que estaremos presentes em aproximadamente 150 milhões de lares no mundo inteiro. São lutadores que precisam ser vistos, e uma noite como essa pode abrir novas oportunidades na carreira deles. Esperamos um grande evento dentro do Mineirinho e também para quem estiver acompanhando de casa”, afirmou Feijão.

A visibilidade ganha peso pelo papel ocupado pelo LFA no MMA. A organização é voltada ao desenvolvimento de atletas e é o principal caminho para lutadores que buscam chegar ao UFC.

Quem preferir acompanhar o evento no Mineirinho terá acesso gratuito à arquibancada mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível por pessoa. Os portões serão abertos às 16h30, e o ingresso será validado com a entrega do alimento na bilheteria. A entrada está sujeita à lotação do ginásio. Garanta no link https://www.sympla.com.br/evento/lfa-241/3542052.

Durante a passagem por Belo Horizonte, o LFA terá o Ibis Styles Confins Aeroporto como hotel oficial desta edição. A estrutura do hotel foi escolhida para receber atletas, dirigentes, integrantes da organização e fãs de MMA durante a realização do LFA 241 na capital mineira.

Card completo (sujeito a alterações):

LFA 241
Ginásio do Mineirinho, Belo Horizonte (MG)
11 de setembro de 2026

Card principal

61 kg: Rafael Pereira vs. Vinicius Pires – Cinturão Mundial
66 kg: Gustavo Pintos vs. Carlos Soares
84 kg: Marcos Silva vs. Neemias Santana
84 kg: Felipe Rosa vs. Gustavo Rocha
52 kg: Marina Monteiro vs. Raiane Vinuto
66 kg: Julio Assunção vs. Eduardo Dutra

Card preliminar

61 kg: Igor Taylon vs. GiovaTaylonrcia
61 kg: Mônica Fontes vs. Thalyta Silva
70 kg: Marcos Santos Silva vs. Victor Santos
77 kg: Salomão Albuquerque vs. Emerson Richard
61 kg: Fabio Perpetua vs. Breno Yuri
77 kg: Lucas Hodak vs. Lucas Silva
61 kg: Adam Santos vs. João Vitor Pereira
93 kg: Jackson Soares vs. Nicolas Santos
52 kg: Fernanda Atômica vs. Laryssa Leila

O público pode acompanhar as novidades sobre o LFA no YouTube, nas redes sociais oficiais e no site oficial:

Instagram: https://www.instagram.com/lfa_brasil/
Facebook: https://www.facebook.com/LFABrasil
TikTok: https://www.tiktok.com/tag/lfabrasil
Youtube: https://www.youtube.com/@lfafights
X: https://x.com/LFAfighting
Site: LFABrasil.com.

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