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MTL: A liga que confrontou os maiores times do Brasil

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A Mo Team League (MTL) foi um daqueles projetos que pareciam destinados a transformar definitivamente o MMA brasileiro. Inspirada na extinta International Fight League (IFL), dos Estados Unidos, a competição apostou em um conceito inédito no país: substituir o tradicional confronto entre atletas por disputas entre equipes, cada uma liderada por quatro grandes nomes do esporte nacional: Wanderlei Silva, Pedro Rizzo, Murilo Bustamante e Rogério Minotouro.

Realizada entre 2007 e 2008, ao final da era Pride, a MTL teve apenas três edições. O projeto nasceu da iniciativa da empresária Mônica Marchetti, uma das maiores produtoras de soja do país. Apaixonada pelo esporte após acompanhar inúmeros eventos ao lado do filho, ela acreditava que o MMA brasileiro possuía atletas de nível mundial, mas ainda carecia de organização e valorização profissional.

Para transformar a ideia em realidade, uniu forças com o tetracampeão mundial de jiu-jítsu Fábio Gurgel e com a Reunion, empresa responsável por grandes eventos esportivos no Brasil. Inspirados pelo sucesso da IFL, desenvolveram um formato próprio. Em vez de equipes com nomes de animais, como acontecia na organização americana, cada time recebeu o nome de uma força da natureza: Wild Fire, Tsunami, Avalanche e Hurricane.
Em apenas um mês foram realizados o sorteio dos atletas, a formação das equipes e toda a organização do evento inaugural, realizado no tradicional Club Athletico Paulistano, em São Paulo, que pela primeira vez abria suas portas para uma competição de MMA.

Texto e Fotos Marcelo Alonso

1º FASE: WANDERLEI x BUSTAMANTE

A primeira edição da Mo Team League, realizada em 11 de agosto de 2007, colocou frente a frente duas das maiores estrelas do MMA brasileiro: Murilo Bustamante, líder da BTT e Wanderlei Silva, maior ícone da rival Chute Boxe.

O ambiente era de decisão desde o início. Cerca de dois mil espectadores lotaram o Club Athletico Paulistano para assistir ao primeiro duelo entre equipes da história do MMA nacional.

A Wild Fire abriu vantagem logo na categoria até 70 kg. Luciano Azevedo utilizou toda sua experiência para superar Ocimar Costa em uma luta bastante equilibrada. Depois de dominar boa parte do combate, Luciano encaixou um triângulo no terceiro round, colocando a equipe de Bustamante na frente.

Os Hurricanes responderam imediatamente. Flávio Álvaro derrotou Gerson Conceição por decisão dividida, empatando o confronto em 1 a 1.

Na terceira luta, Wanderlei viu sua equipe virar o placar. Rafael “Sapo” venceu Silmar Rodrigo após três rounds muito disputados, colocando os Hurricanes em vantagem por 2 a 1.

A reação da Wild Fire começou justamente no clássico entre Brazilian Top Team e Chute Boxe. Alexandre Cacareco mostrou enorme superioridade diante de Rafael Monteiro, levou rapidamente a luta para o solo e finalizou com uma kimura ainda no primeiro round, empatando novamente a disputa.

No confronto BTT x Chute Boxe que incendiou a 1º fase Cacareco finalizou Rafael com facilidade

A decisão ficou para os pesos-pesados.

Joaquim Mamute entrou no ringue em busca de revanche contra André Mussi, que o havia derrotado meses antes na final do torneio do XFC. Desta vez, porém, o representante da Wild Fire dominou completamente o combate. Após controlar praticamente toda a luta no chão, conquistou a posição norte-sul e finalizou o adversário no segundo round, garantindo a vitória da equipe de Murilo Bustamante por 3 a 2.

MINOTOURO VENCE RIZZO E GARANTE VAGA NA FINAL

Com a classificação da Wild Fire assegurada, restava definir seu adversário na decisão da temporada.

A segunda edição da Mo Team League aconteceu em 29 de setembro de 2007, novamente em São Paulo, colocando frente a frente a equipe Avalanche, comandada por Rogério Minotouro, e o Tsunami, liderado por Pedro Rizzo.

Assim como havia ocorrido na estreia, o confronto foi extremamente equilibrado e só teve definição no último combate da noite, demonstrando que o formato por equipes aumentava significativamente a emoção do evento.

Um dos grandes destaques foi o então promissor Junior “Cigano” dos Santos. Ainda muito antes de conquistar o cinturão do UFC, Cigano confirmou seu enorme potencial ao nocautear Jair Gonçalves, consolidando-se como uma das maiores promessas dos pesos-pesados brasileiros.

Na 2o edição Cigano nocauteou Jair Sorriso e definiu o placar em favor do time de Minotouro 3 x 2

Outro atleta que brilhou foi Sergio Moraes, que precisou de apenas um round para finalizar André Chatuba com um triângulo. Leonardo Santos também teve atuação destacada ao superar Rafael Bastos em uma das lutas tecnicamente mais refinadas da noite.
A Avalanche ainda contou com a importante vitória de Fábio Maldonado sobre Vitor Miranda, enquanto Maurício Alonso marcou o único ponto do Tsunami ao derrotar Júlio César de Almeida.

Ao final das cinco lutas válidas pela disputa entre equipes, a Avalanche venceu por 3 a 2, repetindo exatamente o placar da primeira etapa e garantindo classificação para enfrentar a Wild Fire na decisão da temporada.

O resultado criou o cenário que talvez fosse o mais simbólico possível para a organização. De um lado estaria Murilo Bustamante, líder da Wild Fire e um dos fundadores da Brazilian Top Team. Do outro, Rogério Minotouro, que havia deixado a BTT poucos meses antes ao lado do irmão Rodrigo Minotauro.

Mais do que uma disputa pelo primeiro título da história da MTL, a decisão colocaria frente a frente antigos companheiros de equipe em um momento de enorme transformação do MMA brasileiro.

BUSTAMANTE VENCE MINOTOURO NA FINAL POR 4 X 1

Realizada em 10 de novembro de 2007, no Club Athletico Paulistano, em São Paulo, a final colocou a Wild Fire, de Murilo Bustamante, diante da Avalanche, liderada por Rogério Minotouro. Poucos meses antes, Rogério e Rodrigo Minotauro haviam deixado a BTT para seguir novos caminhos. Embora a separação tivesse sido anunciada de forma amigável, ainda havia um evidente desconforto entre os antigos parceiros.

Na coletiva de imprensa que antecedeu a decisão, Minotouro admitiu que seria estranho enfrentar atletas com quem dividira anos de treinamentos e conquistas.
“É muito estranho estar do outro lado do ringue tendo como adversários parceiros de treinos como Murilo, Cacareco e Gerson.”

Bustamante, por sua vez, ainda demonstrava certo distanciamento dos ex-companheiros. O clima entre os capitães evidenciava que, além do título, havia um forte componente emocional naquela decisão.

As lutas preliminares já deram o tom da noite. Juliano Belgine conquistou o nocaute mais rápido do evento ao derrotar Rafael Motta em apenas 15 segundos, enquanto Cassiano Tytschyo venceu Marcelo Grilo em uma disputa bastante equilibrada.

Quando começaram os confrontos entre as equipes, a Wild Fire mostrou por que chegava à decisão como favorita. Luciano Azevedo abriu o placar ao superar Rafael Manteiga após uma luta intensa, utilizando seu eficiente jogo de quedas e controle no solo para conquistar a vitória na decisão dos juízes.

Minotauro entrega o prêmio a Sergio Moraes

A Avalanche reagiu imediatamente. A grande revelação da competição, Sergio Moraes, confirmou sua excelente fase ao derrotar Gerson Conceição. Com um jogo de solo extremamente eficiente, o futuro atleta do UFC neutralizou completamente a trocação do adversário e empatou o confronto em 1 a 1.

A terceira luta acabou sendo uma das mais equilibradas de toda a temporada. Silmar Rodrigo e Júlio César Field protagonizaram três rounds muito disputados. Depois de dominar o segundo assalto com boas quedas e uma sequência de golpes que quase encerrou a luta, Silmar administrou a vantagem construída e recolocou a Wild Fire à frente no placar.

Com a equipe vencendo por 2 a 1, cabia a Alexandre Cacareco disputar o combate que poderia definir o campeonato. Diante do perigoso boxeador Fábio Maldonado, Cacareco repetiu a estratégia que marcou toda sua campanha na MTL. Ignorou completamente a trocação, encurtou rapidamente a distância e levou a luta para o chão. Apenas 27 segundos depois, uma chave de joelho obrigava Maldonado a desistir, garantindo matematicamente o primeiro título da história da Mo Team League para a equipe de Murilo Bustamante.

Embora o campeonato já estivesse decidido, ainda faltava um dos confrontos mais aguardados da noite. Joaquim Mamute entrou no ringue diante de Junior Cigano carregando duas motivações especiais. Meses antes havia sido derrotado pelo próprio Cigano na final do XFC e já havia iniciado sua campanha de recuperação ao vencer André Mussi na primeira etapa da MTL, também em revanche por uma derrota anterior.
Mais uma vez, Mamute mostrou enorme capacidade de superação. Considerado azarão diante do futuro campeão do UFC, conseguiu levar a luta para o chão logo nos primeiros instantes. Cigano ainda inverteu a posição, mas acabou surpreendido por uma chave de braço aplicada com perfeição pelo atleta da Wild Fire, sendo obrigado a desistir antes mesmo do fim do primeiro round.

A vitória transformou um triunfo apertado em uma goleada por 4 a 1, coroando a campanha dominante da equipe de Murilo Bustamante ao longo de toda a competição.
Ao final da noite, atletas e comissão técnica comemoraram o título abrindo garrafas de champanhe no centro do ringue. Além do prestígio esportivo, cada integrante da equipe campeã recebeu uma premiação de 11 mil dólares, enquanto os vice-campeões ficaram com 2,8 mil dólares por atleta — bolsas consideradas bastante acima da média praticada no MMA brasileiro naquele período.

Joaquim Mamute fechou o placar de 4 a 1 ao finalizar Junior Cigano (Avalanche) com uma chave de braço

Empolgada com o sucesso da primeira temporada, a idealizadora da liga, Mônica Marchetti, anunciou novos investimentos para 2008 e revelou uma parceria com Alessandro Renner para ampliar o projeto. Embora a MTL ainda realizasse mais uma edição, a liga acabaria encerrando suas atividades pouco tempo depois.

Mesmo com vida curta, a Mo Team League deixou um legado importante para o MMA nacional. Em uma época marcada pela hegemonia do Pride FC e pela intensa rivalidade entre academias como Brazilian Top Team, Chute Boxe e Ruas Vale Tudo, a organização conseguiu reunir alguns dos maiores nomes da história do esporte em uma competição por equipes, valorizando atletas, oferecendo premiações inéditas para o mercado brasileiro e apresentando um formato que jamais voltou a ser desenvolvido com a mesma ambição. Quase vinte anos depois, a MTL continua sendo lembrada como um dos projetos mais ousados e inovadores da história do MMA brasileiro.

Werdum responde Toquinho e Brigadeiro e Rafael fala da 2ª edição do Kings em Floripa

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Marcelo Alonso recebeu Fabricio Werdum e Rafael Cordeiro nesta quinta-feira no Conexão PVT.

A poucas horas de embarcar de Los Angeles para Florianópolis, onde irá realizar nos dias 7 e 8 de agosto a 2ª edição do Kings Championship, Cordeiro trouxe detalhes do evento e comentou o encontro de Mike Tyson e fãs brasileiros, que viralizou na Copa do Mundo.

Embaixador do evento, Werdum explicou o cancelamento de sua trilogia com Cigano, que aconteceria no evento, e respondeu aos desafios de Rousimar Toquinho e Marcelo Brigadeiro.

“Eu respeito o Toquinho como homem, mas não o admiro como lutador. Já o Fantasma da Luta pode ser bom como treinador ou comentarista, mas como lutador… Seria como o Real Madrid aceitar um desafio de um time de várzea”.

Assista no vídeo abaixo.

Resenha PVT: Pezão revisita momentos marcantes de sua carreira

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Peso pesado assinou com evento de Boxe de mão pelada - Foto: Marcelo Alonso

No Resenha PVT desta semana, recebemos Antônio “Pezão” Silva para um papo imperdível sobre sua trajetória no MMA.

Pezão abre o jogo sobre seus momentos no mundo das lutas: desde a vitória histórica sobre a lenda Fedor Emelianenko até a rivalidade explosiva e a vitória avassaladora contra Alistair Overeem, além da guerra contra Mark Hunt.

Pezão também fala abertamente sobre sua saúde (acromegalia), a polêmica do TRT, sua transição para a aposentadoria e o que pensa da nova geração de pesos pesados.

Assista no vídeo abaixo:

Jungle Fight 154: Fight do Milhão conhecerá as finalistas do GP feminino neste sábado

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Neste sábado, apenas duas seguem na busca pelo prêmio - Foto: Carlos Ventura/Jungle Fight

Chegou a hora de conhecer as finalistas do Fight do Milhão feminino. Neste sábado (2), a TV Globo transmite ao vivo, logo após o programa “Altas Horas”, os dois confrontos que definirão quem seguirá na disputa pelo prêmio de meio milhão de reais e pelo cinturão de rainha da selva. O Jungle Fight 154 acontece no Ginásio Mauro Pinheiro, no Ibirapuera, em São Paulo, com transmissão completa também pelo Sportv e Combate, a partir das 20h. A entrada é gratuita mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível ou um pacote de ração, com retirada antecipada do ingresso digital no site https://junglefc.com.br/ingressos-154.

A confirmação dos confrontos veio nesta sexta-feira (31), durante a pesagem oficial no Garagem 55 Mooca, centro de entretenimento temático conhecido por reunir carros e motos icônicas. As quatro classificadas passaram pelo desafio da balança sem problemas. Yasmin Guimarães e Bianca Sattelmayer registraram 52,3 kg, enquanto Regiane Borges marcou 51,9 kg e Nágila Goku ficou com 52,1 kg.

Neste sábado, apenas duas seguem na busca pelo prêmio – Foto: Carlos Ventura/Jungle Fight

Uma das vagas na decisão será disputada entre a paulista Bianca Sattelmayer e a carioca Yasmin Guimarães. As duas chegam embaladas por vitórias por finalização na fase inicial do torneio, em maio. Yasmin precisou de menos de três minutos para finalizar a uruguaia Xiomara Piriz com um mata-leão. Bianca respondeu com uma guilhotina sobre a carioca Isa Araújo.

Na outra semifinal, a paulista Nágila Goku encara a mineira Regiane Borges. Regiane conquistou a classificação ao derrotar Maria Alice por nocaute técnico ainda no primeiro round. Nágila teve um desafio diferente. Depois de um início equilibrado diante de Fabrizia Ketlinn, cresceu na luta, assumiu o controle das ações e venceu por decisão unânime.

O presidente do Jungle Fight, Wallid Ismail, destacou a importância de manter o mesmo prêmio para homens e mulheres e afirmou que o crescimento do MMA feminino passa por iniciativas que valorizem as atletas dentro e fora da arena. Segundo ele, São Paulo foi escolhida como a casa do torneio feminino por um incentivo direto da primeira-dama Regina Nunes, a quem chama de madrinha do MMA feminino na capital.

“Desde o início, decidimos que homens e mulheres disputariam a mesma premiação. O talento não tem gênero, e eu sempre acreditei no MMA feminino. As meninas entregam grandes lutas e merecem o mesmo reconhecimento. Fazer essas semifinais em São Paulo também atende a um pedido especial da primeira-dama Regina Nunes, que abraçou essa causa e se tornou a madrinha do MMA feminino em São Paulo. Ela acredita no esporte como ferramenta de transformação e nos ajuda a abrir portas para essas atletas”, afirmou Wallid.

A primeira-dama Regina Nunes ressaltou a importância de receber o torneio na capital paulista e convidou o público para acompanhar o evento.

“A semifinal do GP feminino do Fight do Milhão não poderia ser em outro lugar senão São Paulo. A gente sabe o quanto o esporte muda a vida das pessoas, então é muito importante apoiar. Estão todos convidados a trazer 1 kg de alimento não perecível ou de ração e assistir ao Jungle Fight.”

Wallid também destacou o papel de São Paulo na formação de atletas e agradeceu o apoio do poder público para a realização do evento.

“São Paulo é a capital do MMA no Brasil. Não é por acaso que lutadores do Brasil inteiro escolhem São Paulo para construir suas carreiras. Quero parabenizar o prefeito Ricardo Nunes, o secretário de Turismo Gustavo Lopes e o vereador George Hato por fazerem de São Paulo uma referência no esporte e por entenderem que investir em eventos como esse também é investir em inclusão social.”

O secretário municipal de Turismo, Gustavo Lopes, destacou os reflexos do Jungle Fight para a economia e para o turismo da capital.

“O prefeito Ricardo Nunes tem promovido grandes eventos em São Paulo para fortalecer o turismo. Quando recebemos um evento desse porte, compatível com o tamanho da cidade, praticamente toda a rede hoteleira é ocupada, os restaurantes recebem mais clientes, a arrecadação aumenta e turistas de outros estados e países passam a conhecer São Paulo. Além da importância esportiva, o Jungle Fight é um evento muito relevante para o turismo da cidade.”

O vereador George Hato também ressaltou o impacto social da organização e agradeceu o apoio da Prefeitura de São Paulo.

“O Jungle Fight realiza um trabalho que vai muito além das lutas. O evento cria oportunidades, incentiva a prática esportiva e mostra como o esporte pode transformar vidas e contribuir para a saúde da população. Agradeço ao prefeito Ricardo Nunes pelo apoio à realização de mais uma edição e por acreditar em iniciativas que geram inclusão social por meio do esporte.”

Confira abaixo o card completo do evento:

Jungle Fight 154
Ginásio Mauro Pinheiro, Ibirapuera, São Paulo (SP)
Sábado, 1 de agosto de 2026

Fight do Milhão:

52 kg: Bianca Sattelmayer (SP) x Yasmin Guimarães (RJ)
52 kg: Nágila Goku (SP) x Regiane Martins Borges Silva (MG)

Demais lutas:

102 kg: Weslley Alec (BA) x Guilherme Lazzarini (SP)
57 kg: Francisco Assis (RJ) x Willians “Jubila”(SP)
61 kg: Enzzo Bastos (CE) x Enderson Brasil (RJ)
66 kg: Lucas Schmidt (SC) x Paulo Cezar (SP)
70 kg: Rian Souza da Costa (MA) x Rodrigo “Digão” Ramos (SP)
84 kg: Bryce De Camargo (EUA) x Marcelo Gabriel da Silva (SP)
84 kg: Fernando “Gorila” (RJ) x Leonardo Barros (SP)
62 kg: Rafael dos Santos (SP) X Gabriel Rickson (AM)
61 kg: Luiz Felipe Chagas (RJ) x Guilherme Costa (SP)
66 kg: Pedro “San” Henrique (MS) x Gabriel Marinho (RJ)

Diego Lima fala sobre Garry x Makhachev e próximos passos de Charles no UFC

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Diego Lima foi o convidado de Marcelo Alonso nesta terça-feira no Conexão PVT. O líder da Chute Boxe SP falou tudo sobre a preparação de Ian Garry para disputar o cinturão dos meio-médios contra Islam Makhachev no UFC 330 em agosto.

Lima também explicou como andam os planos de Charles do Bronx no evento e quais os objetivos do atual campeão BMF na organização, além de contar como está a preparação de Norma Dumont para encarar Ailin Perez, os lutadores da equipe no Contender Series deste ano e muito mais.

Veja no video abaixo:

LFA 238 – Distrito 1 confirma card após pesagem oficial e coloca Brasília no centro da principal vitrine rumo ao UFC

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Souza e Portillo duelam na luta principal - Foto: Divulgação/LFA Brasil

Os últimos olhares antes do combate já aconteceram. Após a pesagem oficial realizada nesta quinta-feira, todos os atletas confirmaram presença no LFA 238: Distrito 1, que será disputado nesta sexta-feira (31), na Arena Nilson Nelson, em Brasília. Com o card validado, a capital federal se prepara para receber uma edição que reúne atletas em busca de espaço na principal organização de desenvolvimento de talentos para o UFC.

Souza e Portillo duelam na luta principal – Foto: Divulgação/LFA Brasil

A principal atração da noite será o confronto entre o brasiliense Herbeth Sousa e o uruguaio Paulo Portillo, pela divisão dos pesos-galos. Diante da torcida, Herbeth fará sua 22ª luta como profissional e tentará ampliar a sequência de resultados que o mantém entre os principais nomes da categoria.

Além da luta principal, o Distrito Federal terá outros sete representantes no card. Gabriel Vinicius enfrenta Claudio Nardo em um duelo entre atletas formados na capital. Daniel Araújo mede forças com Victor Gabriel, Márcio Cabral encara Rômulo Oliveira, Ramana Toscanelli enfrenta Ana Carolina Araújo, Pedro Souza luta contra Pedro Ribeiro e Diego Costa terá pela frente Ricardo Lemos.

O LFA é reconhecido como a principal liga de desenvolvimento e transição para o UFC no mundo. Mais de 350 atletas revelados pela organização chegaram à maior promoção de MMA do planeta, fazendo do evento uma das principais vitrines para competidores em ascensão.

O vice-presidente do LFA na América do Sul, Rafael Feijão, destacou o trabalho conjunto que possibilitou a realização da edição em Brasília e ressaltou o compromisso da organização com a formação de novos talentos.

“A realização do LFA 238: Distrito 1 é resultado da união de pessoas comprometidas com o fortalecimento do esporte no Distrito Federal. Quero agradecer ao secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira, e ao deputado federal Julio Cesar Ribeiro pela parceria, pela confiança e pelo incentivo às artes marciais na capital. Seguimos trabalhando para que o LFA continue revelando talentos para o UFC e oferecendo oportunidades para atletas que sonham chegar ao mais alto nível do MMA.”

O LFA 238: Distrito 1, apresentado pela Monster Energy, terá transmissão do card principal pela ESPN para toda a América Latina a partir das 21h. As lutas preliminares serão exibidas gratuitamente no canal oficial do LFA no YouTube.

O acesso à Arena Nilson Nelson será feito por meio de ingresso solidário. A entrada deve ser retirada antecipadamente pela plataforma Sympla no link https://www.sympla.com.br/evento/lfa-238/3453130 e validada com a doação de 1 kg de alimento não perecível na bilheteria do ginásio. Os portões serão abertos às 16h30, com o card preliminar previsto para começar às 17h.

Confira abaixo o card da edição:

LFA 238 – Distrito 1
Arena Nilson Nelson, Brasília-DF
Sexta-feira, 31 de julho de 2026

Peso-galo: Herbeth Sousa vs. Paulo Portillo
Peso meio-médio: Claudio Nardo vs. Gabriel Vinicius
Peso-pena: Leonardo Cerboni vs. Wily Pereira
Peso leve: Juan Pablo Vieira vs. Eduardo Terêncio
Peso-galo: Daniel Araújo vs. Victor Gabriel
Peso-pena: Aristides Vinícius vs. Alexsandro Cangaty
Peso médio: Rayan Kadosoe vs. Felipe Rosa
Peso médio: Marcio Cabral vs. Romulo Oliveira
Peso combinado: Thiago Taveira vs. Wendrio Chaves
Peso-mosca feminino: Ramana Toscanelli vs. Carol Araujo
Peso-galo: Neto Lopes vs. Almir Augusto
Peso-leve: Pedro Souza vs. Pedro Ribeiro
Peso-mosca: Diego Costa vs. Ricardo Lemos

O público pode acompanhar as novidades sobre o evento no YouTube, nas redes sociais oficiais e no site oficial:

Instagram: https://www.instagram.com/lfa_brasil/
Facebook: https://www.facebook.com/LFABrasil
TikTok: https://www.tiktok.com/tag/lfabrasil
Youtube: https://www.youtube.com/@lfafights
X: https://x.com/LFAfighting
Site: LFABrasil.com.

Globo tira Combate do pay-per-view nesta quinta

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Uma boa notícia para os fãs de luta! A partir da próxima quinta, dia 30, o canal Combate passará a integrar o plano de operadoras da TV Paga para novos assinantes. De acordo com um release fornecido ao PVT, a mudança preservará integralmente a experiência dos atuais assinantes do Combate.

Nesta sexta, o canal passará a integrar o Plano Premium do Globoplay, em um movimento que amplia sua presença no ecossistema Globo e fortalece sua relevância dentro da oferta esportiva da empresa.

As iniciativas fazem parte de uma evolução da estratégia de distribuição do canal, visando ampliar seu alcance e os pontos de contato com o público. O Combate mantém uma programação totalmente dedicada ao segmento, com transmissões ao vivo e exclusivas de alguns dos principais eventos da atualidade, como UFC BJJ, ONE Championship, Jungle Fight, Oktagon, WGP e Fight Music Show, reunindo o melhor do MMA, boxe, jiu-jítsu, judô e kickboxing, além de documentários e séries, como “Dos Samurais ao MMA”, “Nascidos para o Combate” e “Rivalidades 2”.

R1 Fighting Series 7: Cotovelada rende nocaute e contrato com o LFA

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Marlon Santos nocauteou e foi contratado pelo LFA - Foto: Divulgação/R1FS

Uma cotovelada aplicada de baixo para cima alavancou o início de carreira de Marlon Santos no R1 Fighting Series 7. Nesta quarta-feira (29), na Arena Nilson Nelson, em Brasília, o peso pesado nocauteou Rogério Alves na luta principal e, além da vitória, deixou o cage com um contrato com o LFA. O evento integrou a programação que antecede o LFA 238: Distrito 1 com a proposta de abrir espaço para atletas em desenvolvimento no MMA.

Marlon Santos nocauteou e foi contratado pelo LFA – Foto: Divulgação/R1FS

O desfecho veio aos 46 segundos do segundo round. Mesmo com Alves trabalhando com a guarda fechada, Santos encontrou espaço para encaixar uma cotovelada de baixo para cima que atingiu a cabeça do adversário. O golpe, semelhante a um movimento que marcou a carreira de Anderson Silva, derrubou Alves e encerrou o confronto.

A vitória ganhou peso adicional logo depois. Marlon foi anunciado como novo contratado do LFA, cumprindo na prática uma das propostas do R1 Fighting Series, que funciona como espaço para a prospecção de atletas que buscam avançar na carreira profissional.

No outro combate profissional da noite, Samuel Gomes e Jaime Souza percorreram os três rounds. Gomes controlou boa parte dos 15 minutos e venceu por decisão unânime dos árbitros. Um deles marcou 30 a 27, enquanto os outros dois anotaram 29 a 28.

Se entre os profissionais houve espaço para uma luta decidida nos pontos, o card amador não chegou a conhecer as papeletas dos juízes. Foram quatro combates e quatro interrupções.

Pedro Pereira abriu a sequência ao nocautear Enzo Assunção aos 1min18s do primeiro round. Vitor Januzzi superou Gilvan Junior aos 2min56s do segundo. Guilherme Rodrigues precisou de 56 segundos para vencer Max Arthur por nocaute técnico, enquanto Fabio William fechou a série ao derrotar Rodrigo Mendes, também por nocaute técnico, aos 1min56s do primeiro assalto.

Antes das disputas profissionais e amadoras, o R1 Fighting Series abriu espaço para lutas inclusivas, realizadas em parceria com a Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal. Ian e Vinicius Lima participaram do primeiro confronto de exibição, enquanto Iago e Iury fizeram o segundo. A iniciativa incluiu atletas com deficiência na mesma programação realizada na Arena Nilson Nelson.

O R1 Fighting Series funciona como uma etapa de desenvolvimento para competidores que buscam espaço no MMA profissional. A realização de lutas amadoras e profissionais no mesmo evento permite que atletas em diferentes momentos da carreira tenham contato com a estrutura utilizada durante a semana do LFA.

A programação na Arena Nilson Nelson continua nesta quinta-feira (30), com a pesagem cerimonial e as encaradas do LFA 238 – Distrito 1. Na sexta (31), serão realizadas as lutas do evento, com os pesos-galos Herbeth Sousa e Paulo Portillo encabeçando o card.

R1 Fighting Series 7
Arena Nilson Nelson, Brasília (DF)
29 de julho de 2026

Card profissional

Marlon Santos venceu Rogerio Alves Por nocaute aos 0:46 do R2
Samuel Gomes venceu Jaime Souza por decisão unânime (30-27, 29-28, 29-28)

Card amador

Pedro Pereira venceu Enzo Assunção por nocaute a 1:18 do R1
Vitor Januzzi venceu Gilvan Junior por nocaute aos 2:56 do R2
Guilherme Rodrigues venceu Max Arthur por nocaute técnico aos 0:56 do R1
Fabio William venceu Rodrigo Mendes via nocaute técnico a 1:56 do R1

Resenha PVT: Robson Moura relembra momentos marcantes de sua carreira

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Robson Moura finalizou dois dos três oponentes e faturou o tri no pluma faixa preta

Nesta edição do Resenha PVT, Marcelo Alonso recebeu Robson Moura, uma das maiores lendas da história do Jiu-Jitsu. Durante a conversa, Robinho relembra sua trajetória desde o início em Teresópolis com o mestre Jucão, a união que deu origem à equipe Nova União, e as rivalidades históricas contra nomes como Parrumpinha e Vinicinho.

Ele também compartilhou histórias curiosas sobre sua ida para os Estados Unidos, o patrocínio do Vasco da Gama, sua experiência no ADCC e no Vale Tudo, além de falar sobre seu livro e a futura graduação à faixa coral.

Após passagem pelo Brasil, canadense busca o título mundial master no Jiu-Jitsu

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Canadense mira o mundial de masters - Foto: Divulgação

Inspirado pelo compatriota Georges St-Pierre, Francis Quinn começou no Jiu-Jitsu aos 14 anos, em Quebec, no Canadá. O interesse pelo MMA deu lugar a uma carreira que hoje reúne experiência como atleta, professor e gestor, com passagens por três países e participação na formação de nomes que chegaram ao UFC e ao cenário mundial da modalidade.

Canadense mira o mundial de masters – Foto: Divulgação

“Eu gostava de assistir MMA, especialmente o Georges St-Pierre. Meu irmão começou a treinar Jiu-Jitsu e decidi começar também. Desde o primeiro dia me apaixonei pelo esporte, especialmente pela complexidade. Sempre gostei de resolver quebra-cabeças e é essa a minha visão do Jiu-Jitsu até hoje”, contou.

Francis treinou por quase dez anos na BTT Canada sob orientação de Fabio Holanda, de quem recebeu a faixa-preta em 2019.

“Foi como receber um diploma de reconhecimento de todos os meus esforços. Mas, ao mesmo tempo, foi só o começo. O Fabio foi como um segundo pai para mim e me ensinou muito mais do que Jiu-Jitsu”, relembrou.

Ao longo da carreira, participou da preparação de atletas como os irmãos Charles e Louis Jourdain, do UFC, além da campeã mundial da IBJJF Brianna Ste-Marie e de Franco Pana, campeão mundial No-Gi da IBJJF e classificado para o ADCC 2026.

“Treinávamos quase todos os dias por anos. Foi incrível participar dessa evolução e ver de perto a transformação deles em atletas de alto nível. Quando eles receberam a faixa-preta foi um momento muito emocionante para mim”, destacou.

Em 2020, fundou sua própria academia em Laval, no Canadá. Dois anos depois, mudou-se para Porto Alegre para integrar a equipe da Alliance Tristeza como professor, a convite de Giovanne Guedes. Em 2024, seguiu para os Emirados Árabes Unidos, onde passou a ensinar Jiu-Jitsu em escolas públicas e trabalhar com a federação de Ajman.

“O Brasil é o melhor lugar para treinar Jiu-Jitsu. Evoluí muito como atleta e principalmente como professor. O Giovanne me deu uma oportunidade incrível e aprendi muito também sobre o lado profissional e de gestão do esporte”, disse.

“Foi maravilhosa, mas também um grande desafio. Precisei me adaptar a uma cultura completamente diferente. Aprendi muito sobre como ensinar e formar atletas de verdade”, afirmou sobre a experiência nos Emirados.

Paralelamente ao trabalho como professor, Francis segue competindo. Entre seus principais resultados estão o vice-campeonato do World Pro 2025 na faixa-preta adulto, o terceiro lugar no Sul-Brasileiro da IBJJF de 2024 e o título absoluto do Boston Open da IBJJF, conquistado na faixa-marrom. Agora, o foco é o Mundial Master da IBJJF.

“Vai ser minha primeira grande competição de master. Meu objetivo é ser campeão. Se não for esse ano, será no próximo. Tudo no tempo de Deus”, projetou.

Fluente em francês, inglês e português, além de ter conhecimentos de árabe, Francis acredita que as experiências internacionais ampliaram sua visão sobre a modalidade.

“Treinei e ensinei em diversos países e academias. Hoje tenho uma visão muito mais ampla do Jiu-Jitsu, consigo entender diferentes culturas, diferentes formas de ensinar e identificar o que há de melhor em cada lugar. Isso me tornou um professor e atleta muito mais preparado.”

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