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Wallid Ismail visita QG da PMERJ, oficializa Jungle Fight no Bope e anuncia apoio a projetos sociais

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Encontro no QG da Polícia Militar do Rio oficializou o Jungle Fight no Bope - Foto: Luan Faro/LBV

O presidente do Jungle Fight, Wallid Ismail, visitou na última terça-feira (6) o Quartel-General da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. Wallid foi recebido pelo secretário de Estado de Polícia Militar, coronel Marcelo Menezes, acompanhado do coronel Benevenuto, comandante do Comando de Operações Especiais (COE), e do tenente-coronel Corbage, comandante do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).

Encontro no QG da Polícia Militar do Rio oficializou o Jungle Fight no Bope – Foto: Luan Faro/LBV

Durante a visita, Wallid conheceu as instalações do QG e esteve no dojo onde treinam agentes de segurança e também crianças e jovens de comunidades atendidas por projetos sociais desenvolvidos pela Polícia Militar. As iniciativas fazem parte de programas de prevenção que utilizam o esporte como ferramenta de formação e inclusão. Somente no jiu-jitsu, mais de 6 mil jovens são atendidos. O programa existe desde 2009, em parceria com a Legião da Boa Vontade (LBV) e a Super Rádio Brasil.

A agenda também marcou a oficialização da edição especial do Jungle Fight que será realizada no dia 17 de janeiro, às 20h, na sede do Bope, no Rio de Janeiro, em comemoração aos 48 anos do batalhão, celebrados no dia 19. O evento abre a temporada 2026 do Jungle Fight e terá transmissão ao vivo do Sportv e do canal Combate.

Para o secretário Marcelo Menezes, a realização do evento no Bope tem significado institucional. “Para nós da Polícia Militar do Rio de Janeiro esta edição do Jungle Fight fazendo uma referência comemorativa ao aniversário do Bope é histórica. É uma homenagem aos 43 mil policiais dessa corporação bicentenária que presta um serviço fundamental para a sociedade fluminense”, afirmou.

Wallid Ismail destacou o simbolismo da edição. “Esta edição especial do Jungle Fight em homenagem aos 48 anos do Bope é para mostrar que no Brasil não temos apenas os melhores lutadores do mundo, como também temos os melhores policiais do mundo. Também é uma homenagem a todos os policiais, independentemente do batalhão. Esta edição é uma manifestação de gratidão a esses guerreiros da lei”, disse.

A luta principal vale o cinturão dos pesos médios. O atual campeão, João Dantas, de São Paulo, fará sua primeira defesa de título, contra Rodolfo dos Santos, do Pará. O card conta com 14 lutas e reúne 28 atletas. Destes, 17 são do Rio de Janeiro e oriundos de projetos sociais. A maioria foi selecionada na última edição das Eliminatórias Jungle, realizada em novembro do ano passado.

Artes marciais integram programas de prevenção da PMERJ

Projeto social da PM do Rio em parceria com a LBV usa as artes marciais como ferramenta de transformação social – Foto: PMERJ

Além do evento esportivo, o encontro reforçou o trabalho de prevenção desenvolvido pela PMERJ por meio de projetos sociais. Atualmente, batalhões em todas as regiões do estado contam com tatames e instrutores da própria corporação, oferecendo aulas de artes marciais para crianças e jovens.

“Todas as regiões possuem tatames dentro de batalhões, com policiais ministrando artes marciais para os jovens, nessa ideia de transformação de vidas. Essa união de forças é importante para ampliar os projetos e acolher mais jovens. Quem ganha com isso é a sociedade”, afirmou Menezes.

Wallid também ressaltou o alcance dessas ações e anunciou o Jungle Fight como parceiro. “Esse trabalho é gigantesco. Que esses jovens possam construir uma vida melhor para suas famílias através do esporte, seguindo o caminho do bem. O esporte é uma ferramenta de transformação social. Quando vejo a Polícia Militar atuando na prevenção por meio do esporte, fico satisfeito. Vamos usar a visibilidade do Jungle Fight para valorizar esse trabalho e buscar novos apoios para os projetos dentro dos batalhões, como o da Loterj, com o nosso presidente Hazenclever Cançado”, concluiu.

Para o presidente da Loterj, Hazenclever Cançado, a iniciativa reforça o papel social do esporte. “Projetos como esses mostram que o esporte vai muito além da competição. Ele educa, disciplina e abre caminhos. Apoiar ações que utilizam as artes marciais como ferramenta de inclusão é investir diretamente no futuro desses jovens e na construção de uma sociedade melhor”, afirmou.

LFA anuncia primeiro evento no Brasil em 2026 com disputa de cinturão em Brasília

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O LFA realizará seu primeiro evento no Brasil em 2026 no dia 23 de janeiro, em Brasília, no Distrito Federal. O LFA 225, apresentado pela Monster Energy, será realizado no Ginásio Nilson Nelson, com realização do Instituto Brasil Sapiens e apoio da Secretaria de Esporte do Distrito Federal.

Após uma sequência de eventos na capital federal ao longo de 2025, a organização inicia o calendário brasileiro de 2026 novamente em Brasília. A luta principal será a disputa do título mundial interino do peso-mosca, entre o atual campeão interino, Marcos Degli, com cartel 13 vitórias e 3 derrotas, e o desafiante Luis Aguiar, com 9 vitórias e 1 derrota.

Degli fará a segunda defesa de seu cinturão. Ele é pupilo de Carlos Prates e atua no LFA desde o início da carreira internacional. Do outro lado, Aguiar chega como campeão regional e soma oito vitórias por finalização em nove lutas, o que o coloca como um dos principais ativos da divisão no país.

CEO do LFA, Ed Soares comentou o retorno da organização à capital federal. “Estamos animados para começar nossa programação de 2026 no Brasil retornando a Brasília. Este será nosso primeiro evento do ano no país e faz sentido encabeçar o card com uma luta de título entre dois brasileiros. Marcos Degli já provou ser um campeão e Luis Aguiar traz uma ameaça real de finalização com seu jogo de chão. Este é o tipo de confronto que representa o que é o LFA”.

Presidente do LFA na América do Sul, Rafael Feijão falou sobre o papel da organização no cenário nacional. “O LFA tem sido uma das principais portas de entrada para atletas brasileiros no cenário internacional, especialmente o UFC, nos últimos anos. Muitos lutadores que hoje estão em grandes eventos passaram por aqui. Para 2026, a expectativa é ampliar ainda mais essas oportunidades”, afirmou.

Feijão também destacou o apoio institucional para a realização do evento. “A presença do secretário de Esporte do Distrito Federal, Renato Junqueira, e do deputado federal Júlio César Ribeiro é importante para viabilizar mais uma edição do LFA em Brasília e para consolidar a cidade como sede do MMA no país”, completou.

O LFA 225 adotará o modelo de ingresso solidário, em iniciativa realizada em parceria com a Secretaria de Esporte do Distrito Federal e com o Instituto Brasil Sapiens. Os ingressos estão disponíveis no link https://www.sympla.com.br/evento/lfa-225/3265292 . Cada ingresso deverá ser trocado por 1 kg de alimento não perecível no dia do evento, mediante apresentação de documento com foto na bilheteria.

Os portões serão abertos às 16h, o card preliminar começa às 17h e o card principal às 21h. Os ingressos são limitados, sujeitos à lotação do ginásio. Todos os alimentos arrecadados serão destinados a comunidades em situação de vulnerabilidade em Brasília e na região.

Confira abaixo o card completo da edição:

LFA 225
Ginásio Nilson Nelson, Brasília, DF
23 de janeiro de 2026

Peso-mosca: Marcos Degli x Luis Aguiar
Peso-galo: Daniel Araújo x Derick Borges
Peso-galo: Rafael Pereira x Lionel Abojer
Peso-médio: Marcio Cabral x Julio Spadaccini
Peso-meio-pesado: Leon Soares x Miguel Porto
Peso-pena: Icaro Brito x Aristides Vinícius
Peso-mosca: Lucas Gouveia x Frank Silva
Peso-meio-médio: Gabriel Vinicius x Joel Salviano
Peso-pena: Lucas Cruz x Leonardo Cerboni
Peso-médio: Vladimir Calvo x Gustavo Guilherme
Peso-mosca: Bianca Basilio x Emanuella Novaes
Peso-galo: Breno Yuri x Lucas Andrade
Peso-pesado: Wesley de Souza x Pablo dos Santos
Peso-leve: Italo Cruz x Vinicius Silva
Peso-leve: Pedro Souza x Lucas Barreto

Jon Jones e Daniel Cormier ficam cara a cara novamente

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Foto: Reprodução Instagram

A histórica rivalidade entre Jon Jones e Daniel Cormier deve ganhar um novo capítulo em 2026, mas desta vez não será dentro do octógono. Os dois serão treinadores rivais no “Alf Reality”, um reality russo semelhante ao TUF.

Além de Jones, nomes como Nate Diaz, Jorge Masvidal, Petr Yan e Aljamain Sterling já foram treinadores no programa. DC fará sua primeira participação.

Uma imagem postada nas redes sociais de Alfredo Auditore, influencer e dono da empresa que produz o reality, mostrou os dois antigos rivais frente a frente, mas desta vez, ao que tudo indica, não houve confusão e nem sapato voando, como nas outras vezes em que ficaram nessa situação.

Foto: Reprodução Instagram

No UFC, eles se enfrentaram duas vezes. Na primeira, Jones venceu na decisão, e na segunda ele ganhou novamente, desta vez por nocaute, mas o resultado foi anulado por conta de seu exame antidoping ter sido positivo.

Apesar dos dois não terem previsão alguma de se enfrentarem, DC revelou nesta segunda, em um papo num podcast com Ben Askren, que ele sonha enfrentar seu velho rival em uma luta no Real American Freestyle, evento que vem realizando lutas de Wrestling entre nomes conhecidos do MMA.

“Eu digo a vocês, o Real American Freestyle vai me ver contra o Jon Jones em algum momento, e eu vou dar uma surra nele que vocês nem imaginam”, garantiu.

E aí, gostaria de ver os dois lutadores se enfrentando em um palco diferente?

Kleber Koike vence no Rizin, Satoshi é nocauteado

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Kleber Koike venceu Vugar Karamov na decisão

Rolou hoje no Saitama Super Arena, no Japão, a tradicional edição de fim de ano do Rizin, que contou com três brasileiros no card.

Enzo Iamazato abriu o evento finalizando Yuri Suda com uma chave de braço, e Kleber Koike venceu Vugar Karamov na decisão unânime. Já Roberto Satoshi, que colocava o título dos leves em jogo, foi nocauteado por Ilhom Nazimov.

Na luta principal da noite, Razhabali Shaidulloev venceu Mikuro Asakura por nocaute no 1º round.

Kleber Koike venceu Vugar Karamov na decisão

CBBoxe divulga lista da Equipe Permanente para 2026

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A Confederação Brasileira de Boxe oficializou a convocação dos atletas que vão integrar a Equipe Permanente na temporada 2026, nas categorias masculina e feminina. Os treinamentos estão programados para começar nesta segunda-feira (5), no Centro Nacional de Treinamento, em São Paulo.

A convocação marca o início do planejamento da entidade para os principais compromissos internacionais do ano e para a preparação do ciclo que leva aos Jogos Olímpicos de 2028.

Segundo o presidente da CBBoxe, Dr. Marcos Brito, o foco está na continuidade do trabalho e na preparação desde o início da temporada.

“Estamos iniciando um novo ciclo com responsabilidade e visão de futuro. Cada atleta convocado tem demonstrado que tem condições de representar o Brasil em alto nível. Os compromissos do boxe brasileiro em 2026 serão desafiadores, e precisamos estar muito bem preparados”, destacou.

“Nosso objetivo é oferecer a melhor estrutura possível para que esses atletas evoluam técnica, física e mentalmente. O trabalho começa agora, e queremos chegar ao final da temporada com resultados sólidos e uma equipe ainda mais forte, com visão estratégica para os Jogos Olímpicos de 2028”, concluiu.

Ainda de acordo com o presidente, a definição do grupo foi feita com base em critérios técnicos, como desempenho em torneios internacionais, resultados em competições nacionais, participação em training camps e acompanhamento da evolução dos atletas ao longo da temporada.

A convocação faz parte do planejamento da entidade para o próximo ciclo esportivo.

Atletas convocados:

Masculino

Michael Douglas da Silva Trindade (PA), 55 kg
Kelvy Alecrim da Trindade (SP), 55 kg
Luiz Gabriel Nascimento Chalot de Oliveira (SP), 60 kg
Ramon Santos da Conceição (BA), 60 kg
Yuri Falcão do Reis (SP), 65 kg
Ruan Santos Santana (BA), 65 kg
Ícaro Luan Correia da Silva (BA), 65 kg
Kaian Oliveira Reis (BA), 70 kg
Thauam Jociel Lima da Silva (SP), 70 kg
Wanderley de Souza Pereira (PR), 80 kg
Kauê dos Santos Belini (SP), 80 kg
Claudio Santos de Souza (BA), 80 kg
Isaías Santos Ribeiro Filho (BA), 90 kg
Gabriel Batista (SP), 90 kg
Abner Teixeira da Silva Junior (SP), acima de 90 kg
Joel Ramos da Silva (BA), acima de 90 kg
João Vitor Batista Gomes da Silva (PE), acima de 90 kg

Feminino

Radijla Silva da Gama (SP), 51 kg
Ana Lívia Vicente Linhares (MG), 54 kg
Karen Letícia Calixto de Lima (MT), 57 kg
Samira Rodrigues da Silva (RJ), 57 kg
Jéssica Dias Coutinho (RJ), 57 kg
Rebeca de Lima Santos (PE), 60 kg
Rafaela Marques Silva (RR), 60 kg
Victória Gomes Barbosa (SE), 60 kg
Haziel Krisnha Franco Crispim Bomfim dos Santos (BA), 65 kg
Adrielle Caroline Santos Nascimento (BA), 65 kg
Daniela Pereira (SP), 65 kg
Viviane dos Santos Pereira (SP), 75 kg

Programa de desenvolvimento técnico

A CBBoxe informou que outras atletas participarão de um programa de acompanhamento à distância ao longo de 2026, com foco em desenvolvimento técnico. São elas:

Caroline Almeida (PE), 51 kg
Tatiana Chagas (BA), 54 kg
Jucilene Romeu (SP), 57 kg
Beatriz Soares (SP), 65 kg
Queila Braga (SP), 70 kg
Bárbara Santos (BA), 70 kg

 

CBAMC consolida o kung fu no Brasil e projeta expansão nacional e internacional em 2026

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CBAMC prepara o maior Mundial de Kung Fu já realizado no país - Foto: Divulgação/CBAMC

A Confederação Brasileira de Artes Marciais Chinesas – Kung Fu (CBAMC) tem estruturado, ao longo dos últimos anos, um modelo de organização, promoção esportiva e ação social que ampliou o alcance do kung fu no Brasil. Criada para reunir diferentes estilos e escolas em uma única entidade, a confederação atua hoje como eixo de integração entre federações, associações, academias, atletas, mestres e projetos sociais.

CBAMC prepara o maior Mundial de Kung Fu já realizado no país
– Foto: Divulgação/CBAMC

“A CBAMC foi criada para unir todas as artes marciais chinesas em um único espaço, acolhedor e inclusivo, atendendo não só atletas profissionais, mas toda a comunidade do kung fu”, afirma o presidente da entidade, mestre Edilson Moraes.

Atualmente, a CBAMC possui cerca de 280 filiados entre federações, associações e escolas distribuídas pelo país, oferecendo respaldo institucional para atividades esportivas, formação técnica, organização de eventos e desenvolvimento de ações sociais. Entre os apoios oferecidos estão a estrutura de arbitragem, suporte técnico, auxílio para expansão institucional, articulação com governos estaduais e municipais e inscrições gratuitas nos principais eventos da modalidade.

“Nosso foco é criar condições para que as academias e os professores possam trabalhar, crescer e alcançar mais pessoas”, explica Moraes.

Um dos principais pilares de atuação da Confederação são os projetos sociais, que atendem alunos desde os cinco anos de idade, por meio da prática do Kung-Fu, até idosos com mais de 100 anos, especialmente em modalidades como o Tai Chi Chuan. De acordo com a entidade, essas iniciativas beneficiam mais de 2 mil crianças e mais de 1,5 mil idosos em situação de vulnerabilidade, alcançando diferentes regiões do país.

“Muitos alunos começam crianças, se tornam professores e depois retornam para ensinar dentro dos próprios projetos. Isso cria um ciclo de formação e retorno social”, diz o presidente.

No campo esportivo, a CBAMC organiza campeonatos estaduais, o Campeonato Brasileiro, a Copa São Paulo, a Copa Open e eventos internacionais. Em 2025, a entidade realizou o Pan-Americano de Kung Fu com a participação de delegações de mais de 20 países. Para 2026, a confederação projeta a realização do maior Campeonato Mundial de Kung Fu já sediado no Brasil.

“A meta é trazer o mundo do kung fu para o Brasil e mostrar que o país também é um polo internacional da modalidade”, afirma Moraes.

Outro eixo de visibilidade é o Kung-Fu Fight, evento profissional exclusivo para atletas da modalidade, que já ultrapassou 50 milhões de visualizações nas redes sociais e reúne lutadores de diferentes países. De acordo com a CBAMC, esse formato tem ajudado a ampliar o reconhecimento público do kung fu, ao mesmo tempo em que mantém a conexão com a base formativa e social.

“É uma forma de valorizar a arte marcial em sua essência e mostrar que ela vai além da luta”, explica o presidente.

O balanço de 2025 indica crescimento superior a 60% na prática do kung fu no Brasil, com 35 eventos realizados em mais de 16 estados, participação de 36.500 atletas, cerca de 70 mil pessoas presentes fisicamente e mais de 50 milhões de visualizações online. No total, mais de 550 projetos sociais estiveram envolvidos nas ações da confederação ao longo do ano.

“Esse modelo permite democratizar o acesso e ampliar o impacto do kung fu como prática esportiva, cultural e social”, resume Moraes.

Ao falar com praticantes, mestres e novos alunos, o presidente da CBAMC deixa uma mensagem direta.

“Não existe idade ou momento certo para começar. Basta iniciar. O kung fu ensina disciplina, persistência e cria sentido para quem pratica”, conclui.

Dida relembra polêmica de Wand contra Popó e analisa Jake Paul x Joshua

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No Conexão PVT desta segunda-feira, André Dida falou tudo sobre o duelo entre Brunno Hulk e Paulo Borrachinha, marcado para o dia 7 de março no UFC. O treinador da Brazilian TKO analisou o confronto, falou sobre os treinos e a estratégia de seu pupilo, o jogo do rival, etc.

Dida ainda relembrou as polêmicas da luta entre Wanderlei e Popó, reforçou seu desejo de enfrentar o ex-campeão mundial de boxe, e muito mais.

Assista na íntegra no player abaixo:

 

Michael Langhi amplia legado e vira referência no ensino na matriz da Alliance

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Michael Langhi ao lado de Fábio Gurgel - Foto: Preston Smith

Michael Langhi encerrou sua carreira como atleta em 2019, após conquistar os principais títulos do jiu-jitsu mundial, e desde então passou a concentrar sua atuação na formação de alunos, instrutores e atletas dentro da Alliance Jiu-Jitsu, equipe da qual é um dos líderes técnicos e gestores. Faixa-preta formado por Rubens Charles, o “Cobrinha”, Langhi integra um grupo restrito de atletas que venceram mais de uma vez os quatro principais torneios da modalidade com quimono: Mundial, Europeu, Pan-Americano e Brasileiro.

Michael Langhi ao lado de Fábio Gurgel – Foto: Preston Smith

Ao explicar a transição, Langhi afirma que o movimento foi natural. “Eu senti que já tinha entregado tudo o que eu podia no âmbito esportivo. A partir dali, fez sentido assumir outro papel dentro da equipe e ajudar a construir o caminho de outras pessoas”, disse. Segundo ele, a principal mudança foi deixar de pensar na própria performance para passar a olhar o desenvolvimento coletivo. “Quando você é atleta, você organiza o mundo em torno do seu treino. Como professor e líder, você passa a organizar o trabalho em torno do grupo”.

Hoje, Langhi é CEO e sócio de unidades da Alliance em São Paulo e no interior, com atuação direta nas sedes da Vila Olímpia, com cerca de 1 mil alunos, e do Jardins, com mais de 500. A unidade da Vila Olímpia funciona como a matriz e concentra o maior volume de praticantes da equipe no país. A academia também ficou marcada por formar mais de 40 campeões mundiais ao longo de sua história, entre eles nomes como Bruno Malfacine, Rubens Charles “Cobrinha” e Marcelinho Garcia, atletas que construíram suas trajetórias a partir do trabalho desenvolvido no local.

Além da gestão, Langhi atua diretamente nas aulas e no acompanhamento de atletas em formação. Ele afirma que não existe um “método Langhi”, mas sim a aplicação da metodologia construída pela Alliance ao longo dos anos. “Não é um jeito meu, é o jeito da Alliance. A metodologia dá a base técnica. Em paralelo, a gente trabalha valores e comportamento, porque o jiu-jitsu também forma pessoas”.

Segundo ele, apenas uma parte dos alunos tem foco competitivo. “Os competidores representam cerca de 3% do público. A maioria busca qualidade de vida, disciplina e desenvolvimento pessoal. O jiu-jitsu é uma ferramenta para isso”. Para Langhi, esse uso do esporte exige responsabilidade. “A gente não entrega só técnica. A gente transmite valores como respeito, ética, coragem e a capacidade de não desistir quando as coisas ficam difíceis”.

Além do trabalho técnico, Langhi também atua na gestão das academias, cuidando de processos, pessoas e cultura organizacional. “Quando você está à frente de uma empresa, suas decisões afetam outras pessoas. Por isso, é importante ter valores claros e uma cultura bem definida dentro das academias”, afirmou.

Sobre o que busca em futuros instrutores, Langhi destaca a relação com o ensino e com as pessoas. “Você precisa amar o jiu-jitsu, mas também precisa entender de gente. No fim do dia, a gente lida com pessoas, não só com posições”. Ele afirma que aprendeu isso com o tempo. “Se eu tivesse entendido mais cedo como gerenciar pessoas, minha caminhada teria sido mais simples”.

Ao falar sobre motivação, Langhi diz que ela não mudou com o fim da carreira competitiva. “O que me faz entrar no tatame hoje é o mesmo que me fazia entrar antes. Eu gosto de estar ali”. Ele afirma que sua maior satisfação hoje está nos alunos. “Ver alguém conquistar algo que parecia impossível para ela vale mais do que qualquer medalha para mim”, concluiu.

Anderson vence Tyron Woodley no 2º round; Joshua nocauteia Jake Paul

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Anderson Silva vs. Tyron Woodley - Foto: Esther Lin / Most Valuable Promotions

Rolou nesta sexta-feira, com transmissão da Netflix para todo o mundo, mais um megaevento de boxe com Jake Paul como atração principal. Desta vez ele encarou o ex-campeão mundial dos pesos pesados Anthony Joshua, e o desfecho para o americano não foi nada bom.

Jake Paul vs. Anthony Joshua – foto: Esther Lin / Most Valuable Promotions

Jake Paul conseguiu prolongar a luta com muita movimentação, mas foi sendo minado pelos golpes do inglês, e foi nocauteado no sexto round após tomar o quarto knockdown. Após a luta, Paul revelou que quebrou a mandíbula em duas partes.

Outra grande atração do evento foi a presença de Anderson Silva. O Spider encarou Tyron Woodley, e depois de um primeiro round morno, Anderson acelerou e partiu para o nocaute, conseguindo a vitória no segundo round.

Anderson Silva vs. Tyron Woodley – Foto: Esther Lin / Most Valuable Promotions

O evento marcou ainda a estreia de Keno Marley no boxe profissional. Ele venceu Diarra Davis Jr por pontos após quatro rounds.

Lenda do wrestling e ex-treinador no Brasil, Darrel Gohlar morre aos 63 anos

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Vitor Belfort foi um dos brasileiros treinados por Darrel Gohlar

Lenda do Wrestling americano e figura fundamental no desenvolvimento da modalidade voltada ao MMA no Brasil, Darrel Gohlar faleceu no último dia 15, aos 63 anos, após uma longa batalha em decorrência de um AVC que sofreu em 2013.

Três vezes campeão americano de Greco-Romana e membro do Hall da Fama do esporte, Gohlar teve uma importância gigantesca para o MMA brasileiro. Depois de fazer algumas lutas de vale-tudo nos anos 1990, incluindo uma batalha épica contra Johil de Oliveira no IVC 5, o americano se apaixonou pelo Brasil e, após ajudar Vitor Belfort em um camp para enfrentar Tito Ortiz, passou a treinar o Wrestling da Brazilian Top Team, Nova União e Gracie Barra. A chegada de Gohlar ao país teve um impacto gigante na atuação de vários lutadores brasileiros em eventos internacionais.

Vitor Belfort foi um dos brasileiros treinados por Darrel Gohlar

A comunidade da luta lamentou nas redes sociais o falecimento de Darrel Gohlar.

“Meu treinador de wrestling. Muitas boas memórias. Aprendi muito com ele. Descanse em paz, meu amigo”, Murilo Bustamante.

“Generosidade pura como professor. Honra ter aprendido um pouco do tanto que ele sabia. Lembro de estar treinando com ele no momento do atentado das torres gêmeas e pararmos o treino sem acreditar no que estava acontecendo. RIP Darrel”, Flávio Canto.

“Vai deixar saudades… foram muitos treinos e as melhores memórias que vou guardar dos treinos com ele. RIP”, Vitor Shaolin.

“Aprendi muito com ele. Sabia muito e ensinava muito bem. Gente fina demais”, Thales Leites.

“Gente finíssima! E sabia muito! Que descanse em paz”, Cristiano Marcello.

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