Shaolin venceu o arquirrival Feitosa e ficou com o ouro no leve
Neste episódio do Resenha PVT, Marcelo Alonso recebe a lenda do Jiu-Jitsu e referência na arbitragem do MMA, Vítor “Shaolin” Ribeiro. Em um papo repleto de nostalgia e bastidores, Shaolin relembra o início de sua trajetória na Nova União, a importância de Dedé Pederneiras em sua formação e histórias inéditas sobre os primórdios do esporte.
O vídeo traz registros históricos, como a icônica parceria entre Dedé e John Lewis, que abriu portas para o Jiu-Jitsu nos EUA e influenciou a criação do UFC moderno. Shaolin também analisa o atual cenário da arbitragem internacional, compartilha sua experiência de 10 anos como árbitro do UFC e revela quem são, em sua opinião, os maiores nomes e as lutas mais marcantes da história da arte suave.
Carlson Gracie com seus campeões, Bitetti, Bustamante e Bolão, garantiu o primeiro lugar entre academias no 1º brasileiro da CBJJ
Um ano após o sucesso do brasileiro Mameluc de Jiu-Jitsu organizado por Andre Pederneiras no clube Hebraica no Flamengo, Carlinhos Gracie Jr. fundou a Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu e promoveu nos dias 11, 12 e 13 de novembro de 1994, no Clube Akxe clube Akxe na Barra da Tijuca o primeiro Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu.
Marco zero da nova Confederação o evento reuniu mais de 700 atletas vindos de treze estados brasileiros em disputas marcadas por rivalidade, técnica e combates intensos e uma emocionante homenagem ao pai do Jiu-Jitsu brasileiro, Carlos Gracie, que havia falecido no dia 7 de outubro.
Carlson Gracie com seus campeões, Bitetti, Bustamante e Bolão, garantiu o primeiro lugar entre academias no 1º brasileiro da CBJJ
Nomes já consagrados como Royler Gracie, Amaury Bitetti, Fabio Gurgel, Traven, Bustamante, Bolão, Castello Branco dividiram o tatame com futuros ídolos, que marcariam as futuras gerações, como Vitor Belfort (campeão peso e absoluto juvenil azul 17 anos) e outros grandes destaques que levaram o ouro em suas categorias no azul juvenil 16 anos: Ricardo Vieira, Paulo Filho, Ricardo Arona, Vitor Shaolin, Léo Leite e Robson Moura; e depois ainda lutaram no absoluto.
Os atletas mais técnicos da competição foram: Royler Gracie (preta), Mario Sperry (marrom), Flávio Canto (roxa) e Rafael Correa (azul). Carlson Gracie entrou com força total no evento e conquistou o 1º lugar por equipes, seguido da Barra Gracie, Master e Behring, que já mostrava a força do Jiu-Jitsu paulista.
Abaixo transcrevi na íntegra a reportagem que fiz para revista KIAI
Texto e fotos: Marcelo Alonso
Finalmente, os professores de Jiu Jitsu das principais escolas do Rio de Janeiro deixaram de lado as costumeiras “briguinhas e rixas” e resolveram apoiar Carlos Gracie Júnior, presidente da Confederação Brasileira de Jiu Jitsu, e unidos, organizaram o I Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu-94, evento que — apesar de alguns senões que podem ser perfeitamente sanados em competições futuras — constituiu-se num brilhante espetáculo, provando que, com a união de todos, o Jiu Jitsu brasileiro crescerá cada vez mais, em todos os sentidos.
Cerca de 700 atletas participaram do I Brasileiro realizado na Academia Akxe, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, representando os Estados de São Paulo, Amazonas, Santa Catarina, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Goiás, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Paraná, Distrito Federal, além do Rio de Janeiro.
Os professores que deram apoio total ao presidente da CBJJ foram: Carlson Gracie, Jacaré e Royler Gracie.
As lutas foram realizadas em 4 dojos, simultaneamente, sendo a pesagem dos atletas realizadas “in loco”, no dia das lutas. O nível técnico nunca foi tão alto, justamente por não haver boicotes de academias, e lá estavam os maiores lutadores de Jiu Jitsu do Brasil em todas as faixas. O maior exemplo foi a maciça presença dos faixas pretas no ringue, proporcionando ao público um verdadeiro show de Jiu Jitsu, através de confrontos antológicos, como: Murilo Bustamante vs. Leonardo Castelo Branco (vencido pelo primeiro: 3×2), Fábio Gurgel vs. Sérgio Souza (Fábio ganhou na combatividade), Amaury Bitetti vs. Traven (vencido pelo primeiro: 2×0), Amaury Bitetti vs. Marcelo Figueiredo (enfrentaram-se 2 vezes; na primeira o Amaury ganhou por 2×0; na segunda, pela categoria Absoluto, Amaury finalizou Marcelo em 37 segundos de luta, com um belo arm lock na guarda), e Royler Gracie vs. Socka (ambos tinham vencido dois adversários da chave e encontraram na final; Royler ganhou a luta finalizando Socka com um triângulo, apagando o atleta da Barra por alguns segundos e levando o público ao delírio).
Carlson Gracie apoiando o irmão Carlinhos em seu primeiro evento como presidente da CBJJ
Os cariocas ganharam a maioria dos títulos; os amazonenses fizeram 3 campeões e 1 vice; Santa Catarina fez dois campeões; e São Paulo fez 5 campeões e 3 vice, com destaque especial para a Academia Behring, que ficou em 4º lugar na categoria Adulto Geral, o que demonstra o grande desenvolvimento do Jiu Jitsu em todo o País, principalmente em São Paulo, que dentro em breve será o rival mais acirrado para o Rio de Janeiro.
Infelizmente, o evento foi realizado em um local pequeno demais para o nível do nosso Jiu Jitsu. Mesmo com a construção de arquibancadas, o local só tinha capacidade para 500 pessoas. Na sexta-feira, o recinto já se encontrava lotado. Desta forma, os organizadores tiveram a infeliz ideia de cobrar ingresso (R$ 10), no domingo, quando aconteceriam as melhores lutas, para tentar reduzir o público. O que de nada adiantou, sendo estimado nesse dia um público de 4.000 pessoas, que se apinharam até nos tatames. A organização do evento não foi digna do nível técnico dos atletas. Houve pontos negativos, como: invasão da area de luta pelo público por falta de lugares nas arquibancadas e o horário da realização das lutas muito extenso (das 10h00 da manhã às 23h00 da noite), prejudicando os atletas. O local escolhido não podia comportar público de um Campeonato Brasileiro, levando-se em conta o fato de que o espaçoso Ginásio Gama Filho, onde aconteceu o Campeonato Carioca, foi oferecido pelo professor Pedro Gama Filho, aos organizadores do Brasileiro. E mais: o sistema de comunicação foi deficiente, causando problemas na chamada dos atletas; as premiações foram realizadas sem nenhum tipo de cerimônia, apesar de haver um pódio no local; e o Campeonato Brasileiro ficou à mercê do fechamento do clube, às 22 horas. Um absurdo.
Mas houve pontos positivos como: as medalhas oferecidas; o entendimento entre os organizadores, que pouparam o público das confusões habituais; a presença maciça de todos os Estados; a inovação de se usar apenas dois bandeiras por luta, cabendo ao juiz a decisão final, em caso de dúvida, medida esta que diminuiu sensivelmente o número de reclamações e trouxe maior legitimidade aos resultados.
Lutaram no campeonato todos os maiores nomes do nosso Jiu Jitsu, com exceção de Wallid Ismail que se limitou a ficar do lado de fora provocando seus maiores adversários, que compareceram para lutar. Foi o caso de Fábio Gurgel, que após vencer Sérgio Souza, da mesma academia de Wallid, foi obrigado a ouvir desaforos do mesmo. Fábio respondeu a Wallid: “Entra nos campeonatos que a gente resolve esta diferença”.
DESTAQUES
FAIXA AZUL
Vítor Belfort (Ac. Carlson Gracie), campeão do Meio Pesado e do Absoluto Juvenil 17 anos.
Vitor Shaolin (Andre Pederneiras), campeão no peso leve juvenil 16 anos e vice no absoluto (venceu Robinho na primeira luta, Paulão na semifinal e perdeu para Léo Leite na final)
Rafael Correa (Barra Gracie), atleta mais técnico na Faixa Azul – Adulto, venceu 5 adversários, inclusive o maior rival da categoria, Pedro Duarte (Ac. Murilo Bustamante).
Roberto Atalla (Barra Gracie), venceu a maioria dos adversários pegando as costas e finalizando com extrema técnica. Campeão da categoria Médio.
Cláudio Moreno (Clube Barra), venceu na categoria Absoluto. Surpreende pela calma e serenidade que contrastam com a rapidez que finaliza a maioria de seus adversários.
Vitor Belfort venceu peso e absoluto no juvenil azul 17 anos
FAIXA ROXA
Flávio Canto (Gama Filho), atleta mais técnico da categoria. Ganhou o Estadual na categoria Leve, subiu para o Médio e também ganhou no Brasileiro, vencendo com facilidade todos os adversários que enfrentou. Apesar de ser Faixa Preta e campeão brasileiro de Judô, Flávio Canto venceu todas as lutas no chão, mostrando uma superioridade técnica absoluta sobre todos os adversários.
Wagney Fabiano (Mello), mostrou grande técnica, vencendo na categoria mais disputada da Faixa Roxa, adversários do nível de Roninho (Master) e Rodrigo (Carlson).
Ricardo Rey (Ac. Carlson) continua imbatível no Peso Pesado; não tem adversários à altura há muito tempo. Adversários que ele vencia com facilidade já estão na Marrom há muito tempo.
Sérgio Ferrari (Sérgio Souza), campeão do Super Pesado; muita técnica, está invicto há um bom tempo. Também foi campeão estadual.
Cléber Gadelha (Monteiro – Manaus), mostrou o alto nível técnico do Jiu Jitsu amazonense, vencendo adversários muito difíceis com finalizações. Campeão do Peso Pluma.
FAIXA MARROM
José Mário (Carlson Gracie), atleta mais técnico da Faixa Marrom, campeão da Pesadíssimo e Absoluto. Seria Faixa Preta em qualquer outra academia. Tem nível para lutar com qualquer faixa preta do cenário nacional, de igual para igual.
Múzio de Angeles (Strike), venceu com muita técnica todos os seus adversários, sagrando-se campeão na categoria Leve.
Márcio Feitosa (Barra Gracie), acabou de pegar a Marrom e já chegou “passando o rodo”. Não tinha adversários na roxa e continua sem adversários na Marrom – Peso Pena.
Zé Mario Sperry foi campeão no peso e absoluto e considerado o atleta mais técnico da faixa marrom
FAIXA PRETA
Royler Gracie (Ac. Gracie), desde o Estadual, depois daquele 0x0 e um certo sufoco, Royler estava com Socka entalado na garganta. Como ele mesmo disse: “Vim para lutar com o Socka, os dois primeiros foram aquecimento”, referindo-se à final com Socka, da Barra Gracie depois de vencer os dois primeiros adversários. Socka também vinha de duas vitórias por finalização. A tão esperada luta não demorou muito. Royler finalizou Socka com um belo triângulo. A tão esperada luta não demorou muito. Royler finalizou Socka com um belo triângulo, Socka não quis bater e apagou por 2 segundos. Royler ganhou além do título de campeão brasileiro na categoria Leve, o título de Faixa Preta mais técnico da competição. Na sua segunda luta com Sonequinha, da Barra Gracie, Royler deu uma raspagem nunca vista no Jiu Jitsu, que acabou virando moda nas academias do Rio de Janeiro, após a competição.
MELHORES LUTAS
Roninho (Master) vs. Parrupinha (Carlson) Faixa Roxa – 2×0
Os dois atletas, de reconhecido nível técnico, fizeram uma “lutaça”, mas Roninho levou a melhor, raspando Parrupinha e quase conseguindo finalizá-lo no fim da luta com um belo arm lock (2×0).
Flávio nem se deu conta que estava lutando com um dos melhores lutadores da Ac. Carlson, e como faz com todos os seus adversários, passou o rodo. Flávio passou a guarda de Marcelo com a maior tranquilidade do mundo (2×0) e depois ainda pegou as costas, ganhando a luta por 6×0. Na final, Flávio lutou com o campeão paulista, Jorge Patino, da Companhia Athlética, que vinha fazendo ótimas lutas, e finalizou com um estrangulamento pelas costas.
Rolker Gracie (Gracie) vs. Carlos Rollisson (Carlson) Preta – Master – 2×4
Luta altamente técnica disputada palmo a palmo entre duas feras da categoria Master. Em jogo a rivalidade entre as duas principais linhagens da família Gracie, de um lado Rolker Gracie, filho mais velho de Hélio Gracie, do outro Carlos Rollisson, um dos alunos mais antigos de Carlson Gracie. Carlos raspou Rolker, fazendo 2×0 logo no início da luta. Rolker, por sua vez, devolveu a raspagem (2×2), empatando no marcador. Carlos ainda conseguiu uma outra raspagem, fazendo 4×2. No finalzinho, Rolker quase consegue virar a luta, passando a guarda de Carlos, mas a luta terminou antes. Vitória de Carlos Rollisson.
Murilo Bustamante (Carlson) vs. Castello Branco (Strike) Preta S. Pesado – 6×2
Sem dúvida uma das lutas mais emocionantes do campeonato. Castello começou bem, marcando dois pontos de queda em cima do adversário, mas como ele mesmo definiu após a luta, foi com muita sede ao pote, entrando muito afoito para encaixar um armlock no preta da Carlson. A partir daí, Bustamante fez prevalecer sua maior experiência, passando a guarda do adversário duas vezes, mostrando-se em excelente forma, e ganhando a luta de virada (6×2). Castello está de parabéns, este é seu primeiro ano na Faixa Preta, e já mostrou a que veio. Murilo com esta vitória sagrou-se bicampeão brasileiro na categoria.
Outra “lutaça” que levou o público ao delírio. Bolão raspou Fábio no início da luta, fazendo 2 pontos, e comemorando muito. A luta voltou em pé, foi quando Fábio marcou 2 pontos de queda no adversário e passou a dominar a luta, chegando a pegar as costas nos segundos finais. Mas a luta terminou antes que ele estabilizasse a posição e fizesse 4 pontos. Resultado final: 2×2. Fábio ganhou na bandeirada, pois foi muito mais combativo, conquistando mais um título brasileiro na categoria. Ao final da luta Fábio sentiu uma contusão no joelho e decidiu não participar da disputa no Absoluto, quando enfrentaria Murilo Bustamante. Wallid que não lutou no campeonato, começou a chamar Fábio de frouxo. Fábio rebateu: “Paraíba, com você eu nem discuto. Quando você voltar a entrar em campeonatos, a gente resolve esta diferença”.
Murilo acabou ficando também com o título da categoria Absoluto, que lhe foi cedido por Amaury Bitetti, por serem da mesma academia.
Fábio Gurgel venceu Bolão de virada na final do pesado faixa preta
Luta final da categoria. Ambos lutaram duas vezes, ganhando com certa facilidade de seus adversários iniciais. Eles já haviam se cruzado no Estadual, tendo a luta terminado empatada (0x0). Royler saiu vitorioso na bandeirada, resultado que não convenceu ao público. Já no Brasileiro, antes da luta, Royler declarou: “Eu vim para lutar com o Soca, os outros dois foram só aquecimento”. Resultado: Royler entrou com tudo, raspando o adversário e em seguida encaixando-lhe um triângulo nos minutos iniciais da luta. Soca não conseguiu sair do triângulo e por se recusar a bater, acabou apagando por alguns segundos. Vitória de Royler Gracie por finalização.
HOMENAGEM A CARLOS GRACIE
Falecido no mês anterior ao evento (7/10/94) o mestre Carlos Gracie, pai de Carlinhos e criador da dinastia Gracie, recebeu uma bela homenagem de todos durante a competição, quando todos ficaram de pé e deram as mãos respeitando o minuto de silêncio, seguido de aplausos, comovendo a todos.
A OPINIÃO DO PRESIDENTE DA CBJJ
O Jiu Jitsu vem num crescente desenvolvimento, onde a sua organização é fator de extrema importância. Os campeonatos de Jiu Jitsu vêm de um modo geral melhorando bastante, e sua estrutura começa a se fazer notar. Sobre o Campeonato Brasileiro de 1994 (o próximo Brasileiro será no segundo semestre de 1995), disse:
“Tivemos alguns tropeços de estrutura básica, como aceitar inscrições na véspera, o que tumultuou as chaves, duração do evento além do tempo, e acomodações um pouco apertadas e desconfortáveis para o público assistente. Este foi o lado negativo do evento, vamos agora ao seu lado positivo: clube de primeira linha, com o conforto de banheiros limpos, lojas de comida confortáveis e com uma alimentação saudável, localização do clube no coração da Barra da Tijuca, o melhor bairro do Rio. Público compareceu em massa, com pessoas bonitas e saudáveis. A mídia deu uma cobertura que nunca tinha dado antes, saindo um clipe do evento na TV Globo, em programa nobre. Mas o melhor da festa foram as lutas que ultrapassaram a melhor das expectativas. No meu ver, este evento, com alguns pontos, é claro, que terão de melhorar em um futuro bem próximo, foi excelente para o Jiu Jitsu como um todo”.
Carlos Gracie Jr.
CLASSIFICAÇÃO FINAL GERAL
ADULTO – EQUIPE
A classificação final geral por equipe, na categoria Adulto, foi a seguinte:
1º – Academia Carlson Gracie (RJ) – 36 pontos 2º – Academia Barra Gracie (RJ) – 36 pontos 3º – Academia Master (RJ) – 8 pontos 4º – Academia Behring (SP) – 7 pontos
5º – Academia Osvaldo Alves (RJ) – 6 pontos 6º – Academia Bolão (RJ) – 5 pontos
Carlson Gracie com seus campeões, Bitetti, Bustamante e Bolão, garantiu o primeiro lugar entre academias no 1º brasileiro da CBJJ
Fábio Gurgel venceu Bolão de virada na final do pesado faixa preta
Royler Gracie raspando Alexandre Socka na final do pena
A raspagem de Royler acabou sendo eternizada na capa da segunda edição do jornal O Tatame
Carlos Rollison (Carlson) venceu Rolker (Gracie), por 4 x 2 na melhor luta do master faixa preta
As meninas marcaram presença neste primeira edição do brasileiro da CBJJ
Royler Gracie eliminando João Roque na primeira luta do pena preta
Carlson Gracie apoiando o irmão Carlinhos em seu primeiro evento como presidente da CBJJ
Carlson Gracie apoiando o irmão Carlinhos em seu primeiro evento como presidente da CBJJ
Marcelo Figueiredo e Amaury Bitetti no peso
Royler raspando sonequinha na semifinal do peso
Waldomiro Perez Jr. com a seleção paulista da Cia Atletica com Fepa, Godoy e Macaco
Royler Gracie finalizando Socka com um triangulo na final
Roberto Traven na semfinal com Rogerio Olegário
Zé Mario Sperry foi campeão no peso e absoluto e considerado o atleta mais técnico da faixa marrom
Carlinhos Gracie, Ryan, Rillion e Roberto Gordo
Um ano depois de organizar o brasileiro Mameluc no Hebraica, Pederneiras levou seus atletas e atuou como arbitro no evento da CBJJ
Flávio Canto foi campeão no peso médio e eleito o atleta mais técnico da faixa roxa
Depois de vencer Marcelo Melo (Carlson) por 6×0, Flávio finalizou Jorge Macaco na final
Vitor Belfort venceu peso e absoluto no juvenil azul 17 anos
Vitor Belfort venceu peso e absoluto no juvenil azul 17 anos
Vitor Belfort venceu peso e absoluto no juvenil azul 17 anos
Vitor Belfort venceu peso e absoluto no juvenil azul 17 anos
Vitor Belfort venceu peso e absoluto no juvenil azul 17 anos
A histórica chave do absoluto azul juvenil (16 anos) com Leo Leite, Paulão, Arona, Shaolin e Robinho. Todos campeões na categoria se encontraram no absoluto onde Leite foi campeão em cima de Shaolin
Chico Melo finalizando mais um e se sagrando campeão do azul juvenil (17 anos) no peso médio
Marcio Corleta, campeão no azul pesado, e seu mestre Flávio Behring
Irmãos Monteiro a frente da delegação de Manaus
A delegação de Florianopolis
Jiu-Jitsu paulista mostra sua força: Marcelo Figueiredo da academia Borges com os colegas da Cia Atletica
Gordo e Ryan gritando por Sonequinha na luta contra Royler
O sempre performático Jorge Patino Macaco levantou a galera nas suas lutas no peso e absoluto e levou a medalha de prata na faixa roxa médio
Duda Galvão campeão no leve roxa
Omar Salum mostrando a força do jiu-jitsu amazonense ao eliminar Vinicius Cruz da Carlson na faixa azul
Marcus Vinicius, organizador da Copa Atlantico Sul, considerada o brasileiro antes da CBJJ, ajudando na arbitragem
Sergio Bolão fez uma das melhores lutas da competição com Fábio Gurgel. Começou raspando, mas Gurgel empatou e garantiu o ouro na bandeirada
Os parceiros de treino Gurgel e Traven ao final da competição
Werdum será o comentarista do LMC - Foto: Divulgação
O ex-campeão peso pesado do UFC Fabrício Werdum será uma das atrações fora do cage na primeira edição do Liga Monstro MMA, que acontece no próximo sábado, dia 6, em Curitiba. O gaúcho foi confirmado como comentarista oficial da transmissão do evento, ao vivo pela RedeTV!, ao lado do narrador Marcelo do Ó.
Werdum será o comentarista do LMC – Foto: Divulgação
A programação da semana em Curitiba contará com uma série de atividades abertas ao público. A agenda começa na quarta-feira, dia 3, às 19h, com a coletiva de imprensa oficial no Hotel Victoria Villa. No dia seguinte, também às 19h, os atletas participam de um treino aberto na Academia Uplay, localizada no Shopping Estação.
Na sexta-feira, dia 5, acontece a pesagem oficial e a captação de imagens para a transmissão, entre 8h e 12h, novamente no Hotel Victoria Villa. À noite, das 19h às 23h, o Hard Rock Cafe Curitiba recebe a pesagem cerimonial e as tradicionais encaradas entre os lutadores.
A programação de lutas será iniciada no sábado com transmissão digital a partir das 18h pelos canais da RedeTV! GO e YouTube. O card preliminar começa às 18h40. Após um show de intervalo programado para 20h50, o card principal terá início às 21h40 nas plataformas digitais. A transmissão na televisão aberta começa às 23h, pela RedeTV!, enquanto a luta principal está prevista para 0h50.
O Liga Monstro MMA estreia com um card que reúne nomes conhecidos do cenário nacional e internacional. Na luta principal, os ex-UFCs Elizeu Capoeira e Jesse Taylor disputam o cinturão inaugural dos meio-médios. O evento também contará com confrontos de MMA, boxe e participações de influenciadores.
LFA 234 ratificou campeões - Foto: Divulgação/LFA Brasil
O LFA 234 ratificou dois campeões na noite desta sexta-feira (29), no município paulista de Cajamar. Diante de um Ginásio do Polvilho lotado, com mais de 4 mil pessoas, Lucas Fernando e Jefferson Nascimento defenderam seus cinturões ao nocautear seus adversários com chutes impiedosos.
LFA 234 ratificou campeões – Foto: Divulgação/LFA Brasil
Na luta principal, válida pelo cinturão mundial dos meio-pesados, o carioca Lucas Fernando precisou de menos de dois minutos para encerrar o desafio contra goiano Leon Soares. Aluno de Pedro Rizzo e integrante de uma linhagem que remonta ao pioneiro Marco Ruas, o carioca utilizou a marca registrada da escola: o chute na perna. Um golpe contundente de direita na perna esquerda do desafiante, que caiu instantaneamente, sem condições de seguir.
Com o resultado, Lucas manteve o cinturão da categoria e ampliou seu cartel para 13 vitórias em 16 lutas profissionais. Vale destacar que o atleta já havia conquistado anteriormente o título dos pesos médios da organização.
A disputa coprincipal teve um enredo mais complexo. O também carioca Jefferson Nascimento, o “Toddynho”, começou melhor diante do uruguaio Gian Maurente e venceu o primeiro round, mas viu o adversário assumir o controle do combate nos assaltos seguintes. Em um dos momentos mais dramáticos da luta, Maurente chegou a derrubar o brasileiro com uma cotovelada giratória.
Mesmo em desvantagem na pontuação, Toddynho encontrou a reação no quarto round. Sempre andando para frente, ele conectou um chute frontal no abdômen do uruguaio, que caiu rugindo de dor. A vitória garantiu a defesa do cinturão interino dos pesos leves, a manutenção da invencibilidade e a 13ª vitória consecutiva da carreira.
O card principal também teve outras atuações de destaque. Mateus Soares dominou Edson dos Anjos e venceu por nocaute técnico ainda no primeiro round. Representando a cidade de Cajamar, Cássio Barão levou o público ao delírio ao nocautear João Souza em pouco mais de um minuto de luta.
Outra cena que chamou atenção aconteceu no duelo entre Ícaro Brito e Edgar Oliveira. Após acertar um golpe que levou o adversário à lona, Ícaro percebeu que o oponente não tinha condições de prosseguir e interrompeu espontaneamente sua sequência de ataques, aguardando a intervenção do árbitro, que oficializou o nocaute técnico.
Com o encerramento do LFA 234, a organização já tem data para voltar ao país. A próxima edição brasileira será o LFA 238, programado para o dia 31 de julho, em Brasília.
Confira abaixo todos os resultados do evento:
LFA 234 Cajamar, São Paulo 29 de maio de 2026
Lucas Fernando venceu Leon Soares por nocaute técnico a 1min28s do R1
Jefferson Nascimento venceu Gian Maurente por nocaute aos 2min00s do R4
Mateus Soares venceu Edson dos Anjos por nocaute técnico aos 2min48s do R1
Juliano Prescendo venceu Leonardo Cavalheiro da Silva por decisão unânime
Cassio Barão Jr. venceu João Souza por nocaute aos 1min33s do R1
Ícaro Brito venceu Edgar Oliveira por nocaute técnico aos 1min42s do R2
Lincon Santos venceu Ivan Neves por decisão unânime
Eduardo Dutra venceu Stefan Magalhães por finalização (mata-leão) aos 3min50s do R1
Douglas Lapa venceu Emerson Richard por nocaute técnico aos 4min07s do R2
Maicon Patrício de Jesus venceu Gustavo Rocha por finalização (mata-leão) aos 3min19s do R1
Jean Sevalho venceu Douglas Silva por decisão unânime
Felipe Rosa venceu Celito Nascimento por nocaute técnico aos 4min28s do R1
Laisa Silva venceu Laryssa Leila por decisão unânime
Marina Monteiro finalizou na luta principal — Foto: Divulgação
O Iron Man MMA realizou na última sexta-feira (29), em Belém, a 28ª edição de sua história. Com o ginásio da AABB lotado, a principal luta da noite colocou frente a frente Marina Monteiro e Taynara Silva pelo cinturão da categoria até 52 kg. Após controlar boa parte das ações, Marina encontrou a oportunidade para aplicar uma chave de braço e garantir a vitória por finalização, conquistando o título da divisão.
Marina Monteiro finalizou na luta principal — Foto: Divulgação
Outro cinturão em disputa esteve em jogo na categoria até 77 kg. Em um confronto parelho, Wesley Micael, atleta treinado pelo lutador do UFC Bruno Blindado, venceu Eliezer Nascimento por decisão dividida dos juízes e ficou com o cinturão.
Ainda pelo card principal, Alessandro Soldado derrotou Willian “Gato Preto” por nocaute e o argentino Leandro Antunez superou Gean “The Killer” Pinheiro por finalização com uma chave de ombro.
Um dos momentos de maior repercussão da noite foi a luta de inclusão social entre Nandinho “Jackie Chan” e Rodrigo Aleixo. Diante do público presente, Nandinho.
Confira abaixo todos os resultados do evento:
Iron Man MMA 28 Belém, PA 29 de maio de 2026
Marina Monteiro venceu Taynara Silva por finalização (chave de braço) — cinturão até 52 kg
Wesley Micael venceu Eliezer Nascimento por decisão dividida — cinturão até 77 kg
Alessandro Soldado venceu Willian “Gato Preto” por nocaute
Leandro Antunez venceu Gean “The Killer” Pinheiro por finalização (chave de ombro)
Manoel Maranhão venceu Emerson Baianinho por finalização (guilhotina)
Miguel Martins venceu Cleyton Raphael por finalização
Elias Guerreiro x William Pereira terminou sem resultado
Luta de inclusão social
Nandinho “Jackie Chan” venceu Rodrigo Aleixo por finalização (mata-leão)
Thalita Soares foi o destaque do evento - Foto: João Baptista
O Shooto Brasil realizou, na última sexta-feira (29), sua 137ª edição , no Rio de Janeiro, com a definição da nova campeã peso-mosca da organização. Na luta principal da noite, Thalita Soares derrotou Tatiane Aguiar por nocaute técnico no segundo round e conquistou o cinturão da categoria.
Thalita Soares foi o destaque do evento – Foto: João Baptista
A paraibana controlou o combate desde os primeiros minutos, impondo maior volume de golpes e pressionando a adversária em pé. A superioridade se confirmou na segunda parcial, quando a arbitragem interrompeu a luta após uma sequência de ataques que levou Tatiane Aguiar a não conseguir mais responder adequadamente.
A luta coprincipal também teve desfecho rápido. Bruno Fernando manteve a invencibilidade no Shooto Brasil ao superar Charles Duarte por nocaute técnico ainda no primeiro round. Após a vitória, o atleta pediu uma oportunidade pelo cinturão peso-pena e recebeu a confirmação do matchmaker da organização ainda dentro do cage.
Shooto Brasil 137 Upper Arena, Rio de Janeiro, RJ 29 de maio de 2026
Thalita Soares venceu Tatiane Aguiar por nocaute técnico no R2
Bruno Fernando venceu Charles Duarte por nocaute técnico no R1
Pedro Campos venceu Neto Mota por nocaute técnico o R3
Rogério Sobrinho venceu Breno Marinho por nocaute técnico no R3
Ronildo Cabral venceu Walber dos Anjos por finalização (chave de calcanhar) no R2
Mohamed Camara venceu Jeimison Oliveira por decisão dividida
Mindaugas Bartkus venceu Arthur Mota por decisão dividida
Vitor Loost venceu Marcus Vinicius por nocaute técnico no R2
Carlos Sátiro venceu Jorge Luiz por nocaute técnico no R3
Douglas Silva venceu Rodrigo Gomes por finalização (mata-leão) no R1
Connect Heroes terá transmissão ao vivo multiplataforma - Foto: Reprodução
O Connect Heroes anunciou que sua primeira edição contará com transmissão ao vivo pela XSports, ampliando o alcance do evento para fãs de jiu-jitsu em todo o Brasil. A parceria coloca a competição em diferentes ambientes de consumo de conteúdo, reunindo televisão por assinatura, streaming e plataformas digitais.
Connect Heroes terá transmissão ao vivo multiplataforma – Foto: Reprodução
A XSports está disponível em serviços como Disney Plus, SKY, Oi TV, Vivo TV e Claro TV, além de outros canais de distribuição digital. O evento também terá transmissão pelo canal Connectcast no YouTube, permitindo que o público acompanhe as lutas por diferentes dispositivos e formatos de acesso.
A iniciativa faz parte da proposta do Connect Heroes de aproximar o jiu-jitsu de uma audiência cada vez maior, aproveitando a expansão das plataformas digitais e a crescente demanda por transmissões esportivas sob demanda. A expectativa da organização é alcançar espectadores de diferentes perfis, desde praticantes da modalidade até fãs de esportes de combate em geral.
Marcado para o dia 11 de julho, no Hotel Grand Hyatt, no Rio de Janeiro, o Connect Heroes reunirá alguns dos principais nomes do grappling nacional em uma programação com competição, produção audiovisual e conteúdo de bastidores.
O UFC Macau vai rolar neste sábado e terá o ex-campeão dos moscas Deiveson Figueiredo na luta principal da noite contra Song Yadong, pela categoria dos galos.
As odds estão a favor do lutador chinês para esta luta, e Yadong surge como favorito com 1,14, contra 5,45 pagando a Deiveson. O outro brasileiro no card também é zebra. As apostas para Tallison Teixeira estão pagando 4,94 no combate contra Sergey Pavlovich, que está com 1,18 nas odds.
Veja abaixo o card completo e o resultado da pesagem oficial do evento:
Resultados da Pesagem | UFC Macau: Song x Figueiredo
Sábado, 30 de maio | Galaxy Arena, China Card Principal – 8 horas da manhã no Paramount+
Peso-galo (até 61,2 Kg): Song Yadong x Deiveson Figueiredo (61,4 Kg)
Peso meio-pesado (até 92,9 Kg): Zhang Mingyang (92,9 Kg) x Alonzo Menifield (93,4 Kg)
Peso-pesado (até 120,2 Kg): Sergei Pavlovich (116,5 Kg) x Tallison Teixeira (113,4 Kg)
Peso-galo (até 61,2 Kg): Kai Asakura (61,4 Kg) x Cameron Smotherman (61,4 Kg)
Peso meio-médio (até 77,1 Kg): Jake Matthews (77,1 Kg) x Carlston Harris (77,3 Kg)
Peso-mosca (até 56,7 Kg): Alex Perez (56,9 Kg) x Sumudaerji (57,1 Kg)
Card Preliminar – 5 horas da manhã no Paramount+
Peso-médio (até 83,9 Kg): Yi Sak Lee (83,9 Kg) x Luis Felipe Dias (83,6 Kg)
Peso meio-médio (até 77,1 Kg): Ding Meng (77,3 Kg) x José Souza (77,3 Kg)
Peso-galo (até 61,2 Kg): Aoriqileng (61,2 Kg) x Cody Haddon (61,2 Kg)
Peso-galo (até 61,2 Kg): Rei Tsuruya (61,2 Kg) x Luis Gurule (61,2 Kg)
Peso-palha (até 52,1 Kg): Angela Hill (52,1 Kg) x Jingnan Xiong (52,3 Kg)
Peso-pena (até 65,7 Kg): Zhu Kangjie (65,7 Kg) x Rodrigo Vera (65,7 Kg)
Peso-palha (até 52,1 Kg): Loma Lookboonmee (52,1 Kg) x Jaqueline Amorim (52,3 Kg)
Cinturão dos meio-pesados está em disputa na luta principal - Foto: Divulgação/LFA Brasil
O LFA 234 está confirmado para esta sexta-feira (29), no Ginásio do Polvilho, em Cajamar, em São Paulo, com duas disputas de cinturão como principais atrações da noite. A organização realizou nesta quinta-feira a pesagem oficial do evento, e os quatro atletas envolvidos nas lutas por título superaram o desafio da balança sem utilizar a libra de tolerância, regra obrigatória em disputas de cinturão.
Cinturão dos meio-pesados está em disputa na luta principal – Foto: Divulgação/LFA Brasil
Na luta principal, Lucas Fernando colocará em jogo o cinturão mundial dos meio-pesados (até 93 kg) diante de Leon Soares. A luta coprincipal terá em disputa o cinturão interino dos leves (até 70 kg). Atual campeão, Jefferson Nascimento, o “Toddynho”, defenderá o posto contra o uruguaio Gian Maurente em um duelo internacional que também coloca em jogo a invencibilidade do brasileiro.
O evento terá transmissão em português ao vivo pelos canais ESPN Knockout, disponível no Disney+ Premium, e ESPN 4. O card principal começa às 21h, com exibição em toda a América Latina, incluindo Brasil, México e Caribe. Algumas lutas preliminares selecionadas serão transmitidas gratuitamente pelo LFA Fight Network no YouTube.
A expectativa é de casa cheia em Cajamar. Todos os ingressos disponibilizados gratuitamente pela organização foram esgotados antecipadamente. Em parceria com a Prefeitura de Cajamar e o Fundo Social de Solidariedade do município, a entrada para o evento será garantida mediante a troca do ingresso retirado online por um pacote de absorvente feminino. Todo o material arrecadado será destinado a mulheres em situação de vulnerabilidade social.
Esta será a 12ª edição do LFA realizada no município paulista, em parceria com a Prefeitura de Cajamar e o Fundo Social de Solidariedade da cidade. O evento conta com apresentação da Monster Energy.
“Cajamar já se tornou uma casa para o LFA no Brasil. Precisamos agradecer ao prefeito Kauãn Berto, ao secretário de Esportes Afonso Barbosa e ao ex-prefeito Danilo Joan por acreditarem no esporte e criarem oportunidades para atletas brasileiros disputarem um dos maiores eventos de MMA do mundo”, afirmou Rafael Feijão, vice-presidente do LFA na América do Sul.
Confira abaixo o card completo do evento:
LFA 234 Ginásio do Polvilho, Cajamar, SP Sexta-feira, 29 de maio de 2026
Card principal
Título mundial peso meio-pesado: Lucas Fernando vs. Leon Soares
Título interino peso leve: Jefferson Nascimento vs. Gian Maurente
Peso-galo: Matheus Soares vs. Edson dos Anjos
Peso leve: Juliano Prescendo vs. Leonardo Cavalheiro
Peso combinado: Cassio Barao vs. Joao Souza
Peso-pena: Icaro Brito vs. Edgar Oliveira
Card preliminar
Peso-mosca: Ivan Alves vs. Lincon Santos
Peso-pena: Eduardo Dutra vs. Stefan Magalhães
Peso médio: Douglas da Lapa vs. Emerson Richard
Peso médio: Gustavo Rocha vs. Maicon Patrício
Peso-mosca: Jean Sevalho vs. Douglas da Silva
Peso médio: Felipe Rosa vs. Celito Nascimento
Peso-palha: Laryssa Leila vs. Laisa Silva
O público pode acompanhar os conteúdos do evento no YouTube, nas redes sociais oficiais e no site:
Nesta edição do Conexão PVT, Marcelo Alonso bateu um papo com Deiveson Figueiredo direto de Macau, na China. O “Deus da Guerra” abre o jogo sobre sua preparação para a luta principal do UFC deste sábado contra Song Yadong, os desafios do fuso horário e a nova fase na carreira.
Deiveson detalha sua estratégia após treinar com as equipes Fighting Nerds e Pitbull Brothers, comenta sobre a evolução no corte de peso na nova categoria e o desejo de lutar na próxima edição do UFC no Brasil. Ele também analisa seus “GOATs” da divisão peso-mosca e comenta sobre as atuações de Alex Poatan e Jean Silva, e muito mais.