Vinício Antony foi o convidado do Conexão PVT desta terça-feira e deu mais uma aula de análises sobre os principais desafios dos brasileiros no UFC. O mestre analisou as lutas de Maurício Ruffy contra Michael Chandler e Alex Poatan contra Ciryl Gane, que vão rolar na Casa Branca, falou ainda do futuro de Carlos Prates, as disputas de títulos que estão se aproximando para Natalia Silva e Jean Silva, e muito mais.
Vinício contou também tudo sobre seu novo livro, “Seu colesterol que se fod@!”, cujo lançamento será no dia 30 de abril, às 19h, na Livraria da Travessa do Barra Shopping, no Rio de Janeiro.
Cristiano Marcello afiou as armas de Richard Jacobi - Foto: Divulgação
O brasileiro Richard Jacob entra em ação neste sábado no GP do evento sul-coreano Black Combat, em Osan, em luta que integra o confronto entre Brasil e Japão pelas quartas de final da chamada “Black Cup”, torneio com formato de Copa do Mundo entre seleções de MMA.
Cristiano Marcello afiou as armas de Richard Jacobi – Foto: Divulgação
Representando a equipe brasileira, o peso pesado da CMSystem terá pela frente o japonês Takaaki Oban. O duelo faz parte de um card composto por sete combates entre atletas dos dois países, em um sistema coletivo no qual vence a seleção que alcançar a maioria dos triunfos, geralmente em uma disputa de melhor de sete lutas.
Além de Richard, o Brasil será representado por Marcos Rezende, Lucas Marques, Deberson Batista, Victor Hugo, Felipe Gheno e Tiago Xavier. O vencedor do confronto avança à semifinal para enfrentar os Estados Unidos, que já garantiram vaga após superar uma das duas equipes da Coreia do Sul.
O torneio reúne oito seleções e adota um formato eliminatório direto, com confrontos distribuídos por diferentes categorias de peso. A proposta foge do modelo tradicional de eventos de MMA ao priorizar a disputa por equipes, além de adotar regras que incentivam a agressividade, como rounds extras em caso de empate e intervenção rápida da arbitragem em momentos de pouca ação.
Às vésperas do combate, Richard Jacob adotou um tom direto ao comentar o confronto. “Esta luta não vai durar muito. Estou pronto para nocauteá-lo”, afirmou. O peso pesado também projetou o desempenho da equipe brasileira no torneio: “Aos brasileiros, posso dizer que estaremos na final”.
Com um cartel de nove vitórias, sete delas por nocaute, em 12 lutas, o atleta chega embalado para o duelo, que pode ser determinante para o avanço do Brasil no torneio. O confronto entre brasileiros e japoneses é apontado como o principal destaque desta etapa das quartas de final, que dá sequência ao calendário do Black Combat ao longo do mês de março.
Junior Cigano conversou com Marcelo Alonso nesta segunda no Conexão PVT e contou o que espera da Netflix e da MVP entrando no mundo do MMA. O ex-campeão do UFC analisou também o confronto de Alex Poatan contra Ciryl Gane, que vai valer o cinturão interino da categoria, contou como estão os treinos na American Top Team, e ainda explicou o motivo de sua rivalidade com Fabrício Werdum ter durado tanto tempo até se resolverem e virarem amigos.
Meios-médios fecham a noite do LFA 229 - Foto: Divulgação/LFA Brasil
A estreia do Legacy Fighting Alliance (LFA) em São Paulo será marcada pelo confronto entre os meio-médios Richard Martins e Vanderlei “Soul Glo” Gonçalves, que protagonizam a luta principal da edição desta sexta-feira (27), no Centro Esportivo Pelezão. Enquanto Richard aposta em mais um desfecho rápido, Soul Glo garante que chegou para se firmar como o principal nome da categoria.
Meios-médios fecham a noite do LFA 229 – Foto: Divulgação/LFA Brasil
“Eu sou um cara que busco sempre acabar minhas lutas rápido, então, provavelmente, vai ser mais um nocaute”, afirmou Richard, que ganhou projeção recente no evento e também participou do The Ultimate Fighter 31. Do outro lado, o striker Vanderlei Gonçalves não esconde a ambição: “Com certeza o público pode esperar um show. Vim para provar que sou o melhor da categoria”.
Além da luta principal, o LFA 229 contará com a presença do ex-UFC Felipe “Lipe Detona” dos Santos, que enfrenta Jenilto Matos na penúltima luta da noite, pela divisão dos moscas. Outro destaque do card é Bia Basilio, multicampeã de jiu-jitsu, que retorna ao cage após vencer sua estreia no MMA por finalização. Ela encara Rafaela Guedes, também na divisão dos moscas.
O evento é apresentado pela Monster Energy e conta com apoio da Prefeitura de São Paulo e da Secretaria Municipal de Esportes. Vice-presidente do LFA na América do Sul, Rafael Feijão destacou a importância da realização do evento na capital paulista.
“A expectativa é de um grande evento, com lutas de alto nível e um público engajado, como costumam ser todas as nossas edições, especialmente no Brasil. Agradecemos à Prefeitura de São Paulo e à Secretaria de Esportes por abrirem as portas para o LFA e viabilizarem essa estreia na cidade”, disse o dirigente.
Confira abaixo o card do evento:
LFA 229 São Paulo (SP) Sexta-feira, 27 de março de 2026
Card principal 77kg Vanderlei Gonçalves x Richard Martins 57kg Jenilto Matos x Felipe dos Santos 61kg Tawan Ribeiro x Vinicius Pires 79kg Yuri Neles x Diego Bianchini 66kg Leandro Solano x Renan Freitas 57kg Rafaela Guedes x Bianca Basilio
Card preliminar
120kg Leonardo Fraga x Guilherme Uriel 70kg Italo Cruz x Richard Silva 61kg Djulia Ariana x Milena Galvao 61kg Maycon Douglas x Leslie Jesus 93kg Douglas Andrew x Alan Ribeiro 57kg Claudio Meirelles x Joao Victor Melo 61kg Maria Clara Andrade x Thalyta Silva
Felipe Nilo é faixa-preta e ex-lutador de MMA - Foto: Divulgação
O professor de Artes Marciais Felipe Nilo construiu uma trajetória vitoriosa no esporte de alto rendimento, com seis vitórias em seis lutas no MMA. Há mais de uma década, no entanto, decidiu direcionar sua carreira para outro propósito: usar as artes marciais como ferramenta de desenvolvimento para pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) e outras deficiências.
Felipe Nilo é faixa-preta e ex-lutador de MMA – Foto: Divulgação
A mudança começou de forma inesperada. Durante uma aula, Nilo teve contato com um aluno autista e percebeu que não estava preparado para lidar com aquela realidade. A partir dali, iniciou uma busca consistente por formação e aprofundamento em áreas relacionadas ao desenvolvimento humano, aproximando-se de referências científicas e estruturando um método de ensino voltado à inclusão. “Eu não tinha conhecimento sobre autismo. Fui estudar e entendi que poderia ajudar por meio da arte marcial”, afirma.
Desde então, ele se dedica à estruturação de um método de ensino que adapta o processo, sem descaracterizar a essência das artes marciais. A proposta, segundo o professor, é criar caminhos para que o aluno aprenda de fato a modalidade, como judô ou jiu-jitsu, e não uma versão simplificada, respeitando suas particularidades e seu tempo de desenvolvimento. Na prática, isso envolve a organização progressiva dos movimentos, a previsibilidade das aulas e estratégias que favorecem compreensão, participação e autonomia dentro do tatame.
Nilo é um dos pioneiros no Brasil e exterior na aplicação das artes marciais com foco em pessoas autistas e outras deficiências. Em sua atuação, defende que a prática vai além de aspectos tradicionais, podendo contribuir para o desenvolvimento de habilidades motoras, regulação comportamental, organização corporal, consciência de limites e fortalecimento da autonomia e da autoestima. Estudos na área do autismo e do desenvolvimento motor indicam que intervenções baseadas em movimento estruturado, quando conduzidas com critérios e individualização, podem favorecer avanços significativos nesses domínios. “A gente consegue trabalhar diversos aspectos do desenvolvimento por meio da prática das artes marciais desde que exista compreensão sobre o autismo”, diz.
A prevenção ao bullying e a defesa do direito de crianças e adolescentes autistas à segurança no ambiente escolar estão entre os principais eixos de sua atuação. Crianças e jovens com TEA estão entre os grupos mais vulneráveis a situações de violência, exclusão e agressões recorrentes no contexto escolar. Nesse cenário, a autodefesa é trabalhada como instrumento de proteção, consciência corporal e resposta responsável, e não como incentivo à agressividade. “Autodefesa é controle e uso consciente da força. É diferente de comportamento agressivo”, explica.
Esse será o foco da palestra que Nilo apresentará na Jornada do Autismo, que acontece nos dias 28 e 29, no Riocentro, no Rio de Janeiro. Considerado o maior evento do país na área, o congresso deve reunir cerca de 6 mil participantes e especialistas do Brasil e do exterior, com debates sobre intervenção precoce, linguagem, comportamento e inclusão. Dentro desse contexto, o professor levará uma abordagem prática, voltada à aplicação das artes marciais como ferramenta de desenvolvimento e proteção no ambiente escolar.
Único representante das artes marciais entre os palestrantes, Nilo leva ao congresso uma abordagem prática, construída a partir de anos de atuação direta com alunos, famílias e equipes multidisciplinares. A proposta é demonstrar como as artes marciais podem integrar, de forma complementar, estratégias voltadas ao desenvolvimento e à inclusão de pessoas autistas.
A participação no congresso ocorre em um momento de expansão da Rede Felipe Nilo, estrutura que vem ampliando sua atuação para diferentes regiões do país com base em um método padronizado e formação de equipe. Atualmente, a rede conta com unidades em cidades como Rio de Janeiro, Vitória, Campinas, Belo Horizonte e Maceió, além de outras localidades, e segue em processo de crescimento estruturado. A previsão é alcançar 20 unidades até o fim do ano.
O modelo adotado prioriza a implementação das artes marciais inclusivas dentro de clínicas multidisciplinares, atuando de forma integrada e complementar ao trabalho já desenvolvido por outros profissionais. A proposta é ampliar as possibilidades de desenvolvimento por meio das artes marciais, respeitando o papel de cada área dentro do processo. “A gente trabalha com vidas, não com produtos. Por isso, estruturamos o crescimento com responsabilidade”, afirma.
Para Nilo, o avanço da discussão sobre o autismo no Brasil depende da integração entre ciência, educação e práticas aplicadas com responsabilidade. Nesse contexto, ele defende a consolidação das artes marciais como parte desse processo, ampliando as possibilidades de desenvolvimento e inclusão. “O objetivo é ampliar o acesso e mostrar que a pessoa autista pode estar onde quiser, inclusive no tatame”, diz.
Após lotar as arenas em Brasília e em Magé (RJ) nos dois últimos finais de semana, o Jungle Fight retorna à cidade de São Paulo no próximo sábado (28/3) para a sua terceira edição consecutiva neste mês de março. O palco será o Mercado Livre Arena Pacaembu, que recebe o Jungle Fight 148 – MMA World League, com transmissão ao vivo dos canais Sportv e Combate, a partir das 20h. Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados pelo link: https://junglefc.com.br/ingressos-148/.
A edição internacional será marcada pela disputa do cinturão inaugural peso-pena. No combate principal, o paulista Emerson Apache enfrenta o equatoriano Alejandro Delgado em um confronto entre Brasil e Equador. Apache chega embalado por cinco vitórias consecutivas, quatro pelo Jungle Fight, enquanto Delgado mantém um cartel invicto, com seis triunfos em seis lutas como profissional de MMA.
Antes do evento principal, o Jungle Fight também promove, nos dias 25 e 26 (quarta e quinta-feira), as Eliminatórias Jungle, seletiva voltada à descoberta e profissionalização de novos talentos do MMA brasileiro.
Presidente da organização, Wallid Ismail destacou o retorno à capital paulista e a expectativa de mais um grande público: “São Paulo sempre recebe o Jungle Fight de braços abertos. Depois do que vimos nas últimas edições, a expectativa é de casa cheia novamente, com o público apoiando e valorizando os atletas”, afirmou.
Wallid também agradeceu o apoio das autoridades municipais para a realização do evento: “Quero agradecer ao prefeito Ricardo Nunes, ao vereador George Hato e ao secretário de Turismo Rui Alves por acreditarem no esporte como ferramenta de inclusão social. Esse apoio é fundamental e ajuda a consolidar São Paulo como uma das grandes candidatas a se tornar a capital do MMA”, completou.
O secretário municipal de Turismo de São Paulo, Rui Alves, ressaltou a relevância do Jungle Fight no fortalecimento do turismo esportivo e na projeção internacional da capital paulista: “Neste fim de semana, São Paulo é a casa do maior evento de MMA da América Latina, que atrai pessoas de todo o mundo para ver de perto um esporte competitivo e empolgante. Para a Secretaria de Turismo, é uma enorme satisfação apoiar essa iniciativa que reforça o posicionamento da cidade como a capital de grandes eventos na América do Sul, unindo esporte, entretenimento e turismo”, afirmou.
O vereador George Hato ressaltou o papel do Jungle Fight no desenvolvimento do esporte e na geração de oportunidades para novos atletas na capital paulista: “É impressionante ver o quanto o Jungle Fight cresceu ao longo dos anos. Hoje, virou sinônimo de MMA no Brasil, revelando talentos e criando oportunidades para novos atletas. Isso é reflexo direto do comprometimento do Wallid Ismail com a base e com quem está começando. E é importante destacar também o apoio do prefeito Ricardo Nunes, que fortalece a luta como ferramenta de inclusão e transformação na nossa cidade”, frisou.
Confira abaixo o card do evento:
Jungle Fight 148 – MMA World League Mercado Livre Arena Pacaembu, São Paulo (SP) Sábado, 28 de março de 2026
66 kg: Alejandro Delgado (EQU) x Emerson Apache (SP)
61 kg: Rafael “The Violent” Nunes (SP) x Luiz Buakaw (SC)
80,5 kg: Gustavo Sousa de Oliveira (SP) x Marcos Santana dos Santos (SC)
77 kg: Matheus “The Monster” Araújo (AM) x João Amarante (BA)
77 kg: Everton Freitas (SP) x Adolpho Luis Pereira (SC)
70 kg: Diogo Pink (SP) x Marcos de Almeida Tchaco (MG)
66 kg: Manoel Aranha (PA) x Wanderson Cascavel (SP)
70 kg: Leandro Silva (SP) x Rodrigo Ramos (SP)
66 kg: Michael da Silva Santos (SP) x Johnatan Brito Gomes (SP)
66 kg: Filipe Morais (MG) x João Pedro Souza Brito (SP)
66 kg: Kauê Borges Moreno (SP) x Bruce Lee Silva Almeida (MG)
Duas semanas após a histórica conquista do cinturão BMF por Charles Oliveira, sobre Max Holloway no UFC 326, o líder da Chute Boxe Diego Lima conversou com o PVT sobre os próximos passos de seu atleta.
“Na verdade o Charles está voltando de Las Vegas, com toda a família dele. Quatro dias depois da luta ele foi dar um seminário na Alemanha e outro na Holanda, voltou pra Vegas e embarcou para São Paulo ontem”, nos revelou Diego.
De acordo com o headcoach da Chute Boxe a primeira opção de Charles seria se colocar a disposição do UFC para ser o reserva da luta principal do card na Casa Branca. “Torcer para que nenhum dos dois se machuque, pois será uma grande luta, mas já oferecemos o Charles como opção para ser o reserva desta luta na Casa Branca”, revelou Diego, deixando em aberto duas outras possibilidades que fariam sentido. “O Charles quer o cinturão, então ele poderia pegar o vencedor de Topuria e Gaethje, ou se o campeão demorar muito a retornar fazer alguma super luta que faça sentido. Temos alguns caminhos para conversar com o Hunter”.
A tão sonhada super luta com McGregor deixou de ser uma prioridade. “Toda vez que falamos nele vira uma novela, então acho melhor nem criar expectativa. O Conor é gigante. Ele falou e fez. É obvio que seria um prazer o Charles subir pra 77kg pra fazer uma super luta com ele e mostrar pra ele que seria melhor não ter voltado, mas sinceramente não acredito que ele volte”.
Diego falou ainda das criticas que Charles recebeu por ter abusado do grappling para vencer Holloway e conquistar o cinturão BMF. “O cinturão não era de MMA? Se fosse pra ser uma luta só de K-1 era só o Dana colocar as regras do K-1 com luvas de MMA, ele lutou nas regras do MMA e não só conseguiu tirar o cinturão de uma lenda do esporte como anotou mais uma vez seus nome na história ao conseguir o 2º maior domínio de grappling da história. O 1º é Chimaev x Dricus, o 2º Charles x Holloway e o 3º Makhachev x Madalena. E estamos falando de lutas de cinturão no mais alto nível do esporte”, disparou Lima, “Se o Charles parasse no meio e e trocasse porrada até um cair, o cinturão não seria BMF mas DMF (Dumbest Mother Fucker). O curioso é que as mesmas pessoas que criticam o Charles estariam dizendo que ele foi burro por não usar seu Jiu-Jitsu se perdesse. Isso pra mim é inveja”.
Faixa-preta formado por Murilo Bustamante e professor da Gracie Barra Encinitas mostra como transformar defesa em ataque
Faixa-preta formado por Murilo Bustamante, Marcello Yoshii compartilha um conceito direto e eficaz para lidar com a raspagem tripé, uma das mais utilizadas no Jiu-Jitsu. Atualmente à frente das aulas na Gracie Barra Encinitas, o professor ensina um detalhe valioso para você defender e contra-atacar passando a guarda do seu adversário.
Faixa-preta formado por Murilo Bustamante e professor da Gracie Barra Encinitas mostra como transformar defesa em ataque – Foto: Divulgação
“Não é só sobre saber o movimento, mas entender o tempo certo. Pequenos detalhes fazem toda a diferença. Se você estiver atento e bem posicionado, consegue não só evitar a raspagem, mas virar o jogo a seu favor”, conclui.
A lição reforça um dos princípios mais importantes do Jiu-Jitsu: transformar defesa em ataque. E, nas mãos de um praticante atento, até uma situação de risco pode se tornar o caminho para conquistar uma passagem de guarda dominante.
Confira, a seguir, o ensinamento valioso do professor.
O LFA 229 acontece na próxima sexta-feira (27), em São Paulo, com um card que reúne atletas em ascensão, nomes experientes e confrontos internacionais. O evento será realizado no Centro Esportivo Pelezão, marcando a estreia da organização na capital paulista.
A luta principal da noite, apresentada pela Monster Energy, coloca frente a frente dois nomes da divisão dos meio-médios. De um lado, Richard Martins, destaque do LFA e participante do The Ultimate Fighter 31. Do outro, Vanderlei “Soul Glo” Gonçalves, striker com base no Muay Thai.
O card também traz como uma das principais atrações o ex-UFC Felipe “Lipe Detona” dos Santos, que encara Jenilto Matos na penúltima luta da noite, pela divisão dos moscas.
Outro nome em evidência é Bia Basilio. Multicampeã de jiu-jitsu, ela retorna ao cage do LFA poucos meses após estrear no MMA com vitória por finalização. Desta vez, enfrenta Rafaela Guedes, também pelos moscas.
A programação ainda conta com duelos internacionais. Nos leves, o brasileiro Juliano Prescendo enfrenta o uzbeque Khumoyun Tukhtamuradov. Já na divisão dos penas, Renan Freitas mede forças com o venezuelano Leandro Solano.
Antes das lutas, a organização, com apoio da Prefeitura de São Paulo e da Secretaria de Esportes de São Paulo, promove a Fight Week com atividades abertas ao público. Nesta quarta-feira (25), a partir das 14h, haverá uma palestra sobre o impacto do esporte na transformação social e o papel do LFA na formação de novos ídolos. No mesmo dia, às 17h, será realizado um treino aberto de defesa pessoal exclusivo para mulheres, conduzido pelo mestre Márcio Catenacci.
Na quinta-feira (26), os atletas participam da pesagem oficial, marcada para às 18h, no horário de Brasília.
O vice-presidente do LFA na América do Sul, Rafael Feijão, destacou a expectativa para a semana do evento e o retorno da organização ao país.
“Estamos muito animados para dar início à Fight Week e trazer o LFA Brasil para São Paulo. Preparamos um card forte, com atletas que representam bem o momento do MMA nacional e internacional, e a expectativa é de uma grande noite de lutas”, afirmou.
A entrada para o evento será solidária, com a troca de 1 kg de alimento por ingresso. A transmissão do LFA 229 será feita ao vivo pelo YouTube, a partir das 21h, no canal LFA Fight Network.
Confira abaixo o card completo do evento:
LFA 229 Centro Esportivo Pelezão, São Paulo (SP) Sexta-feira, 27 de março de 2026
Card principal
77 kg: Vanderlei Gonçalves x Richard Martins
56,7 kg: Jenilto Matos x Felipe dos Santos
61,2 kg: Tawan Ribeiro x Vinicius Pires
70,3 kg: Khumoyun Tukhtamuradov x Juliano Prescendo
77 kg: Gilberto Sousa x Diego Bianchini
65,8 kg: Leandro Solano x Renan Freitas
56,7 kg: Rafaela Guedes x Bianca Basilio
Card preliminar
120,2 kg: Wagner Silva x Guilherme Uriel
70,3 kg: Italo Cruz x Richard Silva
61,2 kg: Djulia Ariana x Milena Galvao
93 kg: Douglas Andrew x Alan Ribeiro
61,2 kg: Maycon Douglas x Leslie Jesus
56,7 kg: Claudio Meirelles x Joao Victor Melo
61,2 kg: Maria Clara Andrade x Thalyta Silva
O SFT Combat inicia a temporada 2026 neste sábado, 28 de março, em São Paulo, com o SFT 59. O evento será realizado no Clube Atlético Juventus e terá como destaque a unificação do cinturão dos meio-médios do SFT Xtreme, além de um card com 13 confrontos entre nomes consolidados e promessas da organização.
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A programação começa às 19h30, com transmissão no canal SFT Combat, disponível em plataformas digitais. O card principal será exibido a partir das 23h30 em rede nacional pela Band.
Na luta principal, o campeão interino Matheus Mesquita encara o detentor do título linear João Carvoeiro. Mesquita chega embalado por cinco vitórias consecutivas, enquanto Carvoeiro soma quatro triunfos seguidos. O duelo define o campeão absoluto da divisão.
O card principal ainda reúne combates com impacto direto no ranking. No peso-galo, Alisson Murilo enfrenta o ex-campeão Fernando “Ben 10” em um confronto que pode indicar o próximo desafiante ao cinturão. No feminino, Natalia Rangel mede forças com Natalia Oliveira em uma luta entre atletas premiadas na última edição do SFT Awards. Entre as promessas, o invicto Zion da Silva enfrenta Pedro Diesel, ambos com quatro vitórias na carreira.
No card preliminar, nomes em ascensão ganham espaço, como Valentin Fouine, que encara o striker Gleison Gama. A programação também inclui lutas de MMA e Xtreme Semi-Pro, reforçando a proposta do evento de revelar novos atletas.
Confira o card completo:
SFT 59 São Paulo (SP) Sábado, 28 de março de 2026
77kg — Matheus Mesquita x João Carvoeiro (Xtreme | unificação de cinturão)
61kg — Alisson Murilo x Fernando “Ben 10” (MMA)
52kg — Natalia Rangel x Natalia Oliveira (Xtreme)
66kg — Zion da Silva x Pedro Diesel (MMA)
70kg — Gleison Gama x Valentin Fouine (Xtreme)
61kg — Paulo Nogueira x Tyron Pedro (MMA)
66kg — Cris Dantas x Diego 13 (Xtreme)
52kg — Nataly Ferreira x Clarinha Pereira (MMA)
66kg — Kayque Araujo x Estiveson Dalsin (Xtreme)
77kg — Alain Moreno x Marcus Adriel (MMA)
93kg — Nicolas The Prince x Caio Samurai (MMA)
Caique Kyit Korchak x Pedro Henrique (Karatê Xtreme)