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PBJJF apresenta calendário 2026

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Federação estrutura a maior temporada de sua história - Foto: Divulgação

A Professional Brazilian Jiu-Jitsu Federation (PBJJF) deu mais um passo decisivo em sua consolidação como plataforma global de competições ao apresentar as diretrizes do calendário 2026. Segundo o presidente da entidade, João Paulo Ferreira, a nova temporada foi desenhada para oferecer previsibilidade, justiça no ranking e um circuito lógico de evolução para atletas e equipes ao redor do mundo.

Federação estrutura a maior temporada de sua história – Foto: Divulgação

“A temporada 2026 foi construída com foco em previsibilidade e lógica de circuito. Definimos datas em janelas fixas e com antecedência, organizamos os eventos por blocos, hierarquia clara (regional, nacional, continental e mundial) e garantimos espaço suficiente entre etapas-chave para permitir recuperação e periodização”, explicou João Paulo.

Ele destaca ainda que o peso de cada evento foi alinhado ao ranking para manter consistência. “Na prática, isso facilita porque atletas e equipes conseguem planejar o ano inteiro, treinos, viagens e orçamento, com muito menos improviso.”

Com a expansão para novos mercados e presença confirmada em diferentes continentes, a padronização da experiência do atleta é um dos pilares da federação. “Com eventos em continentes tão diferentes, a PBJJF trabalha com um princípio claro: padronizar o essencial e adaptar apenas o operacional. O essencial é igual em qualquer lugar: regras e critérios, padrão de chaveamento e cronograma, qualidade de arbitragem, comunicação com o atleta e a experiência do check-in até a premiação”, afirmou.

Para garantir esse nível de consistência, a federação utiliza manuais e checklists globais, além de treinamento e certificação de staff e árbitros, com supervisão direta nos eventos estratégicos. Os campeonatos continentais também ganham papel central na nova estrutura. O retorno do Asiático, somado ao Europeu Adulto e Kids, fortalece o ranking e cria uma rota clara de progressão esportiva. “Os campeonatos continentais são pilares do circuito internacional porque eles dão ‘peso real’ ao ranking e criam uma rota clara para o atleta”, destacou João Paulo.

Segundo ele, essas etapas aumentam a representatividade global, elevam o nível técnico e tornam a pontuação mais justa. “Na prática, esses eventos organizam o caminho do atleta: ele constrói pontos e experiência em etapas regionais e nacionais, prova seu nível no continental e chega ao mundial com um ranking mais sólido, legítimo e internacional.”

Para atletas, professores e equipes, a expectativa é de um circuito mais profissional e confiável. “Em 2026, atletas, professores e equipes podem esperar um circuito mais previsível e mais profissional na prática. Isso significa calendário com menos mudanças e mais antecedência, eventos com padrão mais consistente em qualquer continente, e um ranking justo e internacional, com etapas continentais fortes que valorizam de verdade a trajetória do atleta”, afirmou o presidente da PBJJF.

João Paulo conclui reforçando que o novo calendário vai além de uma simples lista de datas. “Para as equipes, isso se traduz em planejamento mais claro de temporada, metas, orçamento, viagens e periodização e mais oportunidades reais de construir resultados ao longo do ano, não só em um único ‘grande evento’”, concluiu.

Tropa Thai conquista três cinturões, transforma dor em força e projeta 2026 como ano de consolidação no MMA internacional

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Sob o comando de Eduardo Pachu, equipe celebra títulos no Brasil, Japão e França - Foto: Divulgação

A Tropa Thai, que começou como um projeto social há 25 anos, vive um dos momentos mais marcantes de sua história. Em pouco mais de dez dias, a equipe liderada por Eduardo Pachu conquistou três cinturões em eventos nacionais e internacionais, confirmando a força do trabalho desenvolvido no Rio de Janeiro e projetando 2026 como um ano decisivo para a consolidação do time no cenário global do MMA.

Sob o comando de Eduardo Pachu, equipe celebra títulos no Brasil, Japão e França – Foto: Divulgação

Os títulos vieram com Renan Oliveira, campeão do MAC (Martial Arts Championship) no Brasil; Carlos Mota, o “Tizil”, que faturou o cinturão do Knock Out, no Japão, com um nocaute no dia 29 de dezembro; e Thalita Soares, campeã do Hexagone MMA, na França, após um nocaute em menos de dois minutos, no último dia 9 de janeiro.

Mais do que vitórias esportivas, as conquistas carregam um peso simbólico. Em 2026, completaram-se dois anos do falecimento de Diego Braga, um dos líderes e pilares da Tropa Thai ao lado de Pachu. Após o trauma da perda, veio o desafio de reerguer a equipe emocional e esportivamente. A ausência de Diego ainda é sentida diariamente, mas seu legado permanece vivo.

Da Paraíba ao topo da Europa

Aos 33 anos, Thalita Soares vive o auge da carreira. Natural de Cabedelo, na Paraíba, ela chegou à Tropa Thai em 2017, após uma decisão ousada: sair de casa com uma passagem só de ida para tentar a vida no MMA no Rio de Janeiro. “Eu fiquei muito feliz com essa oportunidade de lutar fora do país e fazer história levando o nome da minha equipe. A gente se dedica ao máximo aqui para chegar aos maiores eventos, e esses cinturões são um legado que estou deixando”, afirmou a atleta.

Com base forte na trocação, influência direta do pai, ex-praticante de Taekwondo, Thalita é faixa-roxa de Jiu-Jitsu, mas construiu sua carreira apostando na agressividade em pé. O título do Hexagone MMA, conquistado com um nocaute relâmpago na França, reforça seu nome no mercado internacional. “Eu sempre me vi no UFC. É como se isso fosse uma certeza dentro de mim. Por isso, treino todos os dias. Sei que a oportunidade vai aparecer, seja no UFC ou no PFL”, projeta.

Nocaute no Japão e olhar firme para o UFC

Campeão do Knock Out, evento japonês conhecido pelas regras da “escola antiga”, Carlos Mota, o Tizil, mostrou frieza e contundência ao nocautear o adversário no dia 29 de dezembro. O triunfo internacional coloca o peso-mosca novamente no radar dos grandes eventos. Além disso, o atleta de 30 anos destacou o bom momento da equipe. “Esses três cinturões mostram o alto nível da Tropa Thai. Não são eventos quaisquer. Brasil, França e Japão. Isso prova que o trabalho está sendo muito bem feito”, destacou.

Tizil treina sob a supervisão direta de Eduardo Pachu, enquanto mantém intercâmbio técnico com seu treinador de origem, Francisco Bueno, atualmente em Las Vegas. Mais maduro após um período fora do UFC, ele acredita que o retorno é apenas questão de tempo. “Hoje eu sou outro atleta. Mais forte mentalmente, mais maduro. Quando eu voltar ao UFC, vai ser no momento certo, e para ser campeão”, afirmou.

Campeão do MAC e pronto para cruzar fronteiras

Natural do Rio de Janeiro, Renan Oliveira começou a sua trajetória no MMA em 2017 e chegou à Tropa Thai durante um período decisivo da carreira. Com 13 lutas profissionais, o atleta de 32 anos conquistou e já defendeu o cinturão do MAC, evento que cresce rapidamente no cenário nacional. “Quando lutei pela primeira vez, me apaixonei pelo MMA. Era tudo o que eu gostava junto: trocação, chão, estratégia. Ali eu tive certeza de que era isso que eu queria fazer”, relembrou.

Com passagens por eventos como o Shooto Brasil, Renan entende que o próximo passo precisa ser internacional. “No Brasil eu já cheguei onde precisava. Agora é buscar oportunidades fora. Europa, ACA, PFL… são caminhos muito reais”, analisa.

2026 no horizonte

Além dos campeões, a Tropa Thai se apoia em uma base técnica sólida. O trabalho do treinador de Luta Olímpica e Grappling, Leonardo Lustosa, tem sido fundamental para a evolução dos atletas, especialmente na transição entre quedas e controle no solo. Outro nome de destaque é Gabriel Braga, duas vezes finalista da PFL, que segue como uma das principais referências competitivas da equipe e símbolo da capacidade da Tropa Thai de formar atletas para o mais alto nível.

Dedé Pederneiras e Jomar Carneiro lançam equipe Elite Judô no Rio

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Sede da equipe é a Upper Arena - Foto: João Baptista

Os mestres Dedé Pederneiras e Jomar Carneiro lançaram no último sábado (12) a equipe Elite Judô, projeto voltado ao alto rendimento e à formação esportiva no judô. A apresentação ocorreu na Upper Arena, no Rio, em formato de treino aberto e marcou o início oficial das atividades da equipe.

Sede da equipe é a Upper Arena – Foto: João Baptista

A Elite Judô é comandada por Jomar Carneiro, faixa-preta 8º Dan de judô, em parceria com Dedé Pederneiras, faixa-preta de judô e faixa-preta 7º grau de jiu-jitsu. O projeto prevê atuação contínua no desenvolvimento técnico e competitivo de atletas, com planejamento de longo prazo.

O lançamento reuniu atletas, praticantes e nomes do judô nacional, entre eles Ney Wilson Pereira da Silva, Frederico Flexa, Ilsa Guimarães, Joe Moreira e Eduardo Pires. O treino aberto ocupou o tatame do espaço e oficializou o início da equipe.

Durante o evento, Jomar Carneiro explicou que o trabalho será voltado à formação técnica e à preparação competitiva dos atletas para competições de alto nível. Dedé Pederneiras destacou a integração entre judô e jiu-jitsu como parte do processo de formação, com ampliação da base técnica dos judocas.

FGC encerra 2025 com chave de ouro

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A 15ª edição do Fight Gym Combat MMA (FGC MMA) foi realizada no dia 13 de dezembro, em São José do Rio Pardo, no interior de São Paulo, e confirmou mais uma vez a força do evento no cenário esportivo.
Criado há 12 anos, o FGC já se consolidou como um dos mais tradicionais eventos de MMA do Estado de São Paulo. Ao longo de sua história, o evento já contou com grandes nomes do MMA brasileiro, como Joackin Neto “Lokura”, atleta do Inka FC (Peru), Paulo Surian, que atua no PML da Eslováquia, atualmente no UCC Honduras, e Roman Combat Japão, e o saudoso Bruno Ferreira (in memoriam), lutador com passagens por eventos nos Estados Unidos e pelo M-1 Global.
A edição 2025 foi marcada por casa cheia e ingressos esgotados. O público vibrou intensamente com as lutas de boxe amador aquecendo o clima para o card principal, que contou com quatro super lutas de MMA profissional.
Veja abaixo os resultados:

Alex “Kiko” Covati venceu Jose Martimiano por Finalização com um triangulo de mão aos 1:00 do primeiro round
Bruno Lima venceu Breno Mendes por finalização aos 1:30 do segundo round por finalização com um estrangulamento
Paulo Surian “Nemesis” venceu Julierme Silva por nocaute (socos da pegada nas costas) aos 1:15 do primeiro round
Uriel “Pitbull” Costa venceu Eduardo Arcolini”Rambo” por nocaute técnico (socos da montada) aos 2:40 do primeiro round

Jungle Fight 144 no Bope tem João Dantas campeão e sete finalizações

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João Dantas venceu e comemorou com policiais militares - Foto: Hugo Elevaty Esportes

O Jungle Fight 144 foi realizado neste sábado, dia 17, na sede do Batalhão de Operações Policiais Especiais, no Rio de Janeiro. A edição marcou a homenagem aos 48 anos do Bope e aos policiais de todo o Brasil, com presença majoritária de policiais militares na plateia.

João Dantas venceu e comemorou com policiais militares – Foto: Hugo Elevaty Esportes

O público inflamou a Arena Jungle ao longo das 11 lutas do card. Dentro do cage, os atletas adotaram uma postura ofensiva desde o início, em sintonia com o ambiente. O resultado foi um evento marcado por sete finalizações e uma luta definida por nocaute técnico.

O principal destaque da noite entre os lutadores foi o paulista João Dantas. O campeão dos pesos médios defendeu o cinturão ao finalizar o paraense Rodolfo dos Santos com um arm-lock do triângulo no segundo round. Com o resultado, Dantas chegou a oito vitórias em 10 lutas, todas por via rápida.

Outro momento de destaque veio com o policial militar Eduardo Alves Rodrigues, do 5º Batalhão do Rio. Ele levantou os companheiros de farda ao finalizar o conterrâneo Yuri Machado com um mata-leão ainda no primeiro round.

Presidente do Jungle Fight, Wallid Ismail celebrou a edição especial e destacou o envolvimento da corporação.

“Fazer o Jungle Fight dentro do Bope foi marcante. O clima foi intenso do começo ao fim, com todos envolvidos no espírito da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Agradeço ao comandante coronel Menezes, pelo trabalho que desenvolve à frente da corporação, e ao tenente-coronel Corbage, que abriram as portas do Bope para esta edição. Também agradeço ao governador Cláudio Castro e ao presidente da Loterj, Hazenclever Cançado, que tornaram possível mais um Jungle Fight no Rio”.

Secretário de Estado de Polícia Militar e comandante-geral da PMERJ, o coronel Menezes também comentou a realização do evento.

“Foi histórico, com o espírito da Polícia Militar presente. Mostra a união de uma corporação grande e preparada. Ninguém vai parar a gente”.

Comandante do Bope, o tenente-coronel Corbage falou sobre o significado da edição.

“Essa união de pessoas foi o maior presente que poderíamos receber. São pessoas que adoram a vitória, que lutam, que brigam por um mundo melhor. Nós somos protagonistas da vida. Aqui só tem vencedor”.

Presidente da Loterj, Hazenclever Cançado destacou o encerramento da noite.

“Missão cumprida com louvor. Foi uma noite fantástica aqui no Bope do Rio de Janeiro, foi um show de artes marciais e fechou com chave de ouro, com o público presente em homenagem aos 48 anos do Bope”.

A próxima edição do Jungle Fight, a de número 145, foi anunciada para o dia 28 de fevereiro.

Confira abaixo todos os resultados do evento:

Jungle Fight 144 – 48 anos do BOPE
Batalhão de Operações Policiais Especiais, Rio de Janeiro, RJ
17 de janeiro de 2026

João Dantas venceu Rodolfo dos Santos por finalização aos 4min46s do R2
Francisco Tratorzinho x Branco de Anajás termina sem resultado após falta técnica não intencional aos 4min28s do R1
Albert Vieira venceu Lucas Eduardo dos Santos por nocaute técnico aos 2min27s do R2
Lucas Rodrigues venceu Igor Zanuncio por finalização aos 2min58s do R1
Anderson Leal venceu Antonio Ceará de Aço por decisão unânime (30-27, 30-27 e 30-26)
Eduardo Alves Rodrigues venceu Yuri Machado por finalização aos 3min24s do R1
Maria Fernandes venceu Cecília Pereira por decisão dividida (29-28, 27-30 e 29-28)
Regiane Tatalia venceu Beatris Guimarães por finalização aos 3min16s do R1
Bruce Lee Almeida venceu Danilo Ferreira Lima por finalização aos 4min44s do R1
Mateus Adesanya venceu Renzo Barreto por finalização aos 3min48s do R1
Harife Oliveira venceu Eliseu Andrade por finalização aos 4min32s do R1

Ed Soares fala sobre próximo desafio de Poatan e nova fase do LFA

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Ed Soares conversou com Marcelo Alonso no Conexão PVT desta quinta-feira. O empresário falou sobre a nova fase do LFA, que acabou de fechar contrato com uma tevê para transmissão nos EUA e o que vem aí na sua organização, que segue revelando muitos atletas para o UFC.

Ed falou ainda sobre o futuro de seus atletas como Alex Poatan, Alexandre Pantoja e Patrício Pitbull.

Confira no player abaixo:

Jungle Fight 144 celebra 48 anos do Bope neste sábado

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Cinturão dos médios estará em jogo - Foto: Hugo Elevaty Esportes

O Jungle Fight 144 será realizado neste sábado (17), na sede do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), no bairro de Laranjeiras, no Rio de Janeiro. A edição integra as comemorações pelos 48 anos da unidade, a serem completados na próxima segunda-feira (19). O evento será transmitido ao vivo pelos canais Sportv e Combate, a partir das 19h.

Cinturão dos médios estará em jogo – Foto: Hugo Elevaty Esportes

Nesta sexta-feira (16) ocorreu a pesagem oficial e as encaradas finais, realizadas na laje do batalhão. Os lutadores da luta principal, João Dantas, de São Paulo, e Rodolfo dos Santos, do Pará, confirmaram a disputa do cinturão dos pesos médios ao baterem o peso. Atual campeão, Dantas faz sua primeira defesa de título.

Presidente do Jungle Fight, Wallid Ismail destacou a relação entre o esporte e a atividade policial. “Queremos mostrar que o Brasil também forma policiais preparados para atuar nos cenários mais difíceis, assim como forma lutadores prontos para competir em alto nível. Policiais e atletas precisam de disciplina, preparo e coragem para cumprir suas missões. São exemplos que podem inspirar jovens das comunidades. Aproveito para agradecer o trabalho do coronel Menezes, do coronel Benevenuto e do tenente-coronel Corbage”, afirmou.

Wallid também agradeceu o apoio institucional para a realização de mais uma edição do evento no estado. “Agradeço ao governador Cláudio Castro e ao presidente da Loterj, Hazenclever Cançado, por manterem o Jungle Fight no Rio. Esse apoio gera oportunidade para atletas de comunidades e mostra o esporte como um caminho de inclusão social”, disse.

Pouco antes da pesagem, o comandante do Bope, tenente-coronel Corbage, recebeu os atletas e falou sobre o significado do evento para a tropa. “Receber atletas de alto rendimento no Bope faz sentido. Somos uma tropa de elite e vivemos de disciplina, preparo físico e mental, dedicação e propósito. Assim como os lutadores, passamos períodos longe da família para cumprir uma missão. Subir no ringue exige coragem. Ir para o front também. Aqui, o compromisso é fazer história”, declarou.

Presidente da Loterj, Hazenclever Cançado ressaltou o momento do evento dentro do calendário esportivo do estado. “Essa edição especial representa uma etapa importante de um ciclo. O Jungle Fight voltou ao Rio, realizou etapas classificatórias e agora esses atletas chegam à disputa de título. São representantes do Rio de Janeiro que podem sair campeões. É um processo que caminha para seu encerramento”, afirmou.

Confira abaixo o card completo do evento:

Jungle Fight 144 – 48 anos do BOPE
Batalhão de Operações Policiais Especiais, Rio de Janeiro, RJ
17 de janeiro de 2026

84kg: João Dantas (SP) x Rodolfo dos Santos (PA)
61kg: Francisco Tratorzinho (RJ) x Edson de Amaral (PA)
70kg: Lucas Eduardo dos Santos (AP) x Albert Vieira (RJ)
77kg: Lucas Rodrigues (RJ) x Igor Zanuncio (ES)
66kg: Anderson Leal (RJ) x Antonio “Ceará de Aço” (RJ)
84kg: Yuri Machado (RJ) x Eduardo Alves Rodrigues (RJ)
52kg: Cecília Pereira (RJ) x Maria Fernandes (RJ)
57kg: Regiane Tatalia (SP) x Beatris Guimarães (AP)
66kg: Danilo Ferreira Lima (RJ) x Bruce Lee Almeida (MG)
57kg: Mateus “Adesanya” (RJ) x Renzo Barreto (RJ)
66kg: Harife Oliveira (RJ) x Eliseu Andrade (RJ)

CMSystem inicia 2026 com compromissos no R1 Fighting Series e no LFA 225

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Trio da CMSystem entra em ação em Brasília - Foto: Divulgação

A CMSystem inicia a temporada 2026 com desafios já nas primeiras semanas do ano. A equipe liderada por Cristiano Marcello estará presente no R1 Fighting Series 6 e no LFA 225, ambos em Brasília. Os eventos acontecem nos dias 21 e 23 de janeiro, respectivamente, e marcam o início da projeção do time para o calendário internacional.

Trio da CMSystem entra em ação em Brasília – Foto: Divulgação

No LFA 225, a CMSystem será representada por Vladimir Calvo e Rafael Miniman. O cubano Calvo, que soma sete vitórias em oito lutas e vem de três triunfos consecutivos, enfrenta Gustavo Rocha na categoria dos pesos médios. Já Rafael Miniman, com 14 vitórias em 18 combates e uma sequência de nove resultados positivos, sendo os últimos quatro pelo LFA, encara o argentino Lionel Abojer pelo peso-galo – e uma nova vitória pode colocá-lo na disputa de cinturão da organização.

Cristiano Marcello destaca a evolução do trabalho desenvolvido pela equipe nos últimos anos e projeta a continuidade desse crescimento em 2026.

“A CMSystem cresce ano após ano, tanto em resultados quanto em estrutura e espaço no cenário profissional. Existe uma progressão clara, construída com planejamento e constância, e a expectativa é manter esse caminho ao longo de 2026”, afirmou o treinador.

Dois dias antes do evento internacional, o R1 Fighting Series 6 também contará com atleta da equipe. Ricardinho Lemos, de 18 anos, enfrenta Nilson Silva em busca da quarta vitória em quatro lutas como profissional.

Atualmente, a CMSystem conta com cerca de 55 atletas profissionais em atividade. Ao falar sobre os nomes que devem ganhar ainda mais projeção ao longo da temporada, Cristiano Marcello cita atletas em diferentes estágios da carreira.

“O Vitor Petrino vem se consolidando no peso pesado do UFC. O Rafael Miniman e o Erick Sabugo estão em um momento importante dentro do LFA, com caminho aberto para disputas de título. O Vladimir Calvo segue em crescimento, e novos atletas estão surgindo, como o Ricardinho Lemos, que começou a carreira profissional com bons resultados”, disse.

LFA anuncia nova plataforma de transmissão para a temporada 2026

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LFAl/Divulgação

O LFA anunciou a VICE TV como nova plataforma de transmissão linear para a temporada 2026. O acordo garante a exibição exclusiva dos eventos do LFA nos Estados Unidos, com um total de 25 edições ao vivo previstas no calendário do ano.

LFAl/Divulgação

Outros mercados, como o Brasil, ainda terão suas plataformas de transmissão definidas e devem ser anunciados em breve. Enquanto isso, conteúdos selecionados ao vivo serão disponibilizados no canal oficial da organização no YouTube, o LFA Fight Network.

Entre os eventos que integram a programação da nova parceria está o LFA 225, já confirmado no Brasil. A edição será realizada no dia 23 de janeiro, na Arena BRB Nilson Nelson, em Brasília, abrindo o calendário brasileiro da organização em 2026, após uma sequência de eventos realizados na capital federal ao longo de 2025.

O LFA 225 será apresentado pela Monster Energy, com realização do Instituto Brasil Sapiens e apoio da Secretaria de Esporte do Distrito Federal. A luta principal será a disputa do título mundial interino do peso-mosca, entre o atual campeão interino, Marcos Degli, e o desafiante Luis Aguiar.

A edição adotará o modelo de ingresso solidário, que pode ser adquirido neste link. Cada ingresso deverá ser trocado por 1 kg de alimento não perecível no dia do evento, mediante apresentação de documento com foto. Os portões do ginásio serão abertos às 16h. O card preliminar começa às 17h e o card principal às 21h. Os ingressos são limitados, conforme a capacidade do local.

Confira abaixo o card completo da edição:

LFA 225
Ginásio Nilson Nelson, Brasília, DF
23 de janeiro de 2026

Peso-mosca: Marcos Degli x Luis Aguiar
Peso-galo: Daniel Araújo x Derick Borges
Peso-galo: Rafael Pereira x Lionel Abojer
Peso-médio: Marcio Cabral x Julio Spadaccini
Peso-meio-pesado: Leon Soares x Miguel Porto
Peso-pena: Icaro Brito x Aristides Vinícius
Peso-mosca: Lucas Gouveia x Frank Silva
Peso-meio-médio: Gabriel Vinicius x Joel Salviano
Peso-pena: Lucas Cruz x Leonardo Cerboni
Peso-médio: Vladimir Calvo x Gustavo Guilherme
Peso-mosca: Bianca Basilio x Emanuella Novaes
Peso-galo: Breno Yuri x Lucas Andrade
Peso-pesado: Wesley de Souza x Pablo dos Santos
Peso-leve: Italo Cruz x Vinicius Silva
Peso-leve: Pedro Souza x Lucas Barreto

Projeto de jiu-jitsu inclusivo de Itaguaí retoma atividades e abre vagas no início do ano

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Trabalho busca desenvolver aspectos físicos, motores e sociais - Foto: Divulgação

O projeto de jiu-jitsu inclusivo de Itaguaí retoma os treinos neste início de ano com vagas abertas para novos alunos. A iniciativa integra o programa Itaguaí Ação, Esporte e Inclusão, mantido pela Prefeitura de Itaguaí, por meio da Secretaria Municipal de Turismo e Esporte, e atende pessoas com deficiências físicas, intelectuais ou sensoriais.

Trabalho busca desenvolver aspectos físicos, motores e sociais – Foto: Divulgação

Atualmente, cerca de 45 alunos estão matriculados no projeto, divididos em duas turmas. As aulas são conduzidas pelo professor faixa-preta 6º grau André Seabra, responsável técnico pelas adaptações do ensino.

O jiu-jitsu inclusivo consiste na adaptação do esporte para garantir segurança e participação efetiva de pessoas com deficiência. As regras, técnicas e dinâmicas de treino são ajustadas de acordo com as necessidades de cada aluno. O trabalho busca desenvolver aspectos físicos, motores e sociais, além de estimular a autoconfiança, a autonomia e o senso de pertencimento ao esporte.

De acordo com André Seabra, o projeto atende alunos a partir dos 7 anos de idade e não estabelece limite máximo. Há participantes adultos, alguns com mais de 40 anos. A limitação inicial ocorre por questões de segurança, já que as aulas são coletivas. Para ingressar, o interessado deve procurar o projeto e realizar uma aula experimental, que permite a avaliação e a inserção gradual na rotina de treinos.

O projeto teve início em 2022, com quatro alunos, e cresceu ao longo dos últimos anos. No fim do ano passado, foi realizada a graduação dos participantes em um encontro coletivo no tatame. Foram entregues faixas cinza e amarela, além de divisas, que indicam a progressão dos alunos dentro da metodologia adotada pelo professor. A graduação considera o desenvolvimento técnico e a evolução no convívio social e na disciplina.

Para o mês de março, está prevista a realização da primeira competição do ano voltada ao jiu-jitsu inclusivo. O evento está sendo planejado em referência ao Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março, e deve reunir pessoas com diferentes tipos de deficiência intelectual ou mental. A ação faz parte do trabalho desenvolvido pela Federação Sul-Americana de Sport Jiu-Jitsu (SJJSAF), da qual André Seabra é vice-presidente e diretor de jiu-jitsu inclusivo.

As aulas do jiu-jitsu inclusivo acontecem na Quadra da Monte Serrat, na Rua Kaisser Abraão, no bairro Monte Serrat, em Itaguaí. Os treinos são realizados às sextas-feiras, às 10h e às 14h. Outras informações podem ser obtidas junto à Secretaria Municipal de Turismo e Esporte, no Centro de Itaguaí, ou pelo telefone (21) 99238-9500.

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