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Jungle Fight 145 leva disputa de cinturão a palco olímpico no Rio

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Arte: Sidnei Goulart

O Jungle Fight 145 será realizado no Velódromo do Parque Olímpico, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, com transmissão ao vivo pelo Sportv e pelo Combate. A luta principal, um duelo Rio de Janeiro x Sergipe, vale o cinturão dos meio-médios, que está vago. O carioca Ernane Pimenta enfrenta o sergipano ex-campeão Anderson “Astro da Maldade”, que tenta retomar o título.

Arte: Sidnei Goulart

O duelo reúne dois atletas conhecidos pelo alto índice de definição das lutas. Ernane Pimenta soma 10 vitórias em 11 combates, com oito nocautes e uma finalização. Anderson “Astro da Maldade” venceu 16 de 20 lutas como profissional, com nove nocautes e quatro finalizações.

O card conta com pelo menos 17 lutadores do Rio de Janeiro, a maioria revelada nas Eliminatórias Jungle, além de representantes de outros seis estados. Na véspera do evento, as Eliminatórias voltam a ser realizadas com o objetivo de identificar novos talentos, com atenção a atletas oriundos de projetos sociais.

O presidente do Jungle Fight, Wallid Ismail, destacou a realização do evento em um espaço do legado olímpico e o impacto para os atletas locais. “Levar o Jungle Fight para um palco olímpico é abrir portas para quem está começando e dar visibilidade aos lutadores do Rio. Agradeço ao prefeito Eduardo Paes, ao secretário municipal de Esportes Guilherme Schleder, ao governador Cláudio Castro e ao presidente da Loterj, Hazenclever Cançado, pelo apoio e pelo fomento ao esporte como ferramenta de inclusão social”.

O secretário municipal de Esportes, Guilherme Schleder, ressaltou o uso do legado esportivo da cidade e a presença de atletas do Rio no card. “Este ano, celebramos 10 anos dos Jogos Rio 2016. E o objetivo de utilização plena do legado olímpico foi alcançado. O Jungle Fight é mais um grande evento realizado nas nossas arenas olímpicas. Teremos vários atletas da cidade na disputa, inclusive novos destaques da modalidade, o que reforça a vocação do Rio como formador de talentos esportivos”.

O presidente da Loterj, Hazenclever Cançado, também comentou o papel do evento no cenário esportivo do estado. “O Jungle Fight é uma ferramenta gigante de inclusão social e transformação pelo esporte. Cada edição impulsiona jovens talentos, fortalece nossa economia local e mostra o Rio de Janeiro como um palco para grandes sonhos”.

Confira abaixo o card momentâneo do evento:

Jungle Fight 145
Velódromo, Parque Olímpico, Rio de Janeiro-RJ
Sábado, 28 de fevereiro de 2026

77kg – Ernane Pimenta (RJ) x Anderson “Astro da Maldade” (SE) – Cinturão
77kg – Thiago Habib (BA) x Arthur Mota (RJ)
57kg – Francisco Assis (RJ) x Denis “3D” Fontes (SE)
61kg – Diogo Silva (RJ) x A definir
57kg – Luiz Henrique da Silva (RJ) x A definir
84kg – Alan da Silva “Abacaxi” (PA) x Oton Jasse (RJ)
52kg – Maria “Sinistrinha” Belanson (MG) x Stefani de Macedo Souza Junior (RJ)
61kg – João Vitor Pereira (MG) x Willick Kevin dos Santos Baia (AP)
66kg – Harife “El Caçador” Oliveira (RJ) x Rian Costa (MA)
77kg – Patrick Oliveira (RJ) x Lucas Hodak (MG)
57kg – Felipe Rodrigues Brito (AP) x Mateus Brauns “Magriça” (RJ)
70kg – Kellison Souza (RJ) x Mayck “Zica” (MG)
66kg – Gabriel “Talentinho” (RJ) x Lucas Dias (RJ)
77kg – Thales de Paula (RJ) x Igor Marinho Evangelista (RJ)
66kg – Lucas Matheus de Souza (RJ) x Alex de Jesus “Derua” (RJ)
57kg – Anderson Rodrigues Ferreira (CE) x Matheus “Adesanya” (RJ)

CMSystem mantém estratégia voltada a atuações que podem render bônus de mais de meio milhão de reais no UFC

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Cristiano Marcello lidera a CMSystem - Foto: Divulgação

Quando fundou a CMSystem, Cristiano Marcello enfatizou que a diretriz da equipe seria trabalhar para formar atletas que buscam vitórias e títulos, sem abrir mão de atuações que chamem a atenção do público e valorizem o espetáculo, independentemente do evento em que estejam competindo.

Cristiano Marcello lidera a CMSystem – Foto: Divulgação

A proposta é que a performance em alto nível faça parte do padrão de atuação dos seus lutadores, dentro e fora do cenário internacional. No UFC, esse tipo de postura pode render bônus de performance. A organização dobrou o valor do prêmio neste ano. Até 2025, o bônus era de US$ 50 mil. Em 2026, passou a ser de US$ 100 mil, valor que supera meio milhão de reais na cotação atual.

“Nosso trabalho é para vencer e lutar bem. A equipe é preparada para entregar desempenho, leitura de luta e postura dentro do cage. Quando isso acontece, o bônus vem como consequência. Em 2026, queremos aumentar esse número de premiações”, afirmou Cristiano Marcello.

O que fazer com o dinheiro extra que entra quando um atleta conquista prêmios e bônus? Cristiano Marcello também pensou nisso. Uma assessoria financeira para organizar esses recursos, planejar o uso do dinheiro ao longo da carreira e dar suporte para decisões fora do esporte. Para isso, a CMSystem mantém parceria com a Tailor Partners, empresa especializada em assessoria financeira e patrimonial de famílias e empresas, com a qual completa dois anos de trabalho conjunto.

“A Tailor trouxe método e acompanhamento. Ter uma assessoria financeira séria ao lado ajuda o atleta a organizar o que ganha e a planejar o futuro. Isso impacta a carreira dentro e fora do esporte”, disse Cristiano Marcello.

Para profissionais de MMA, sejam atletas ou treinadores, a organização financeira e o planejamento de investimentos são parte da carreira. Os rendimentos costumam vir de lutas e patrocínios, o que pode gerar variações ao longo do tempo. Como a trajetória no esporte tende a ser curta e está sujeita a fatores externos, como o cenário econômico do país ou do mundo, o controle do dinheiro ajuda a reduzir riscos e a dar sustentação ao futuro após a fase competitiva.

“Quem vive do MMA precisa entender que a carreira é curta e que a renda não é fixa. O dinheiro entra por luta e por patrocínio, e isso muda conforme o momento do mercado e do esporte. Se o atleta ou o treinador não se organiza e não pensa em investir, corre o risco de ter dificuldade mais adiante”, concluiu Cristiano Marcello.

Rafael Feijão fala sobre trabalho no LFA e visita de Poatan à sua equipe no RJ

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Rafael Feijão é presidente do LFA na América do Sul - Divulgação

Rafael Feijão conversou com Marcelo Alonso no Conexão PVT desta terça-feira e contou como vem sendo seu trabalho como dirigente do LFA na América do Sul, comemorando ainda o sucesso recente da edição do evento em Brasília. O ex-campeão do Strikeforce falou ainda como foi a visita de Alex Poatan à sua equipe no Rio de Janeiro e suas impressões sobre o dono do cinturão dos meio pesados do UFC.

Feijão destacou também os atletas de sua academia, falou o que espera de Charles x Holloway, o momento de Carlos Prates na categoria até 77kg, e muito mais.

Assista no video abaixo:

 

De olho no ranking: Vitor Petrino busca terceira vitória seguida nos pesados do UFC

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Vitor Petrino representa a CMSystem - Foto: Divulgação/UFC

Vitor Petrino volta ao octógono em 14 de março, em Las Vegas, para buscar a terceira vitória seguida nos pesos pesados do UFC e dar mais um passo rumo ao ranking da categoria. O desafio da vez é contra o norte-americano Steven Asplund.

Vitor Petrino representa a CMSystem – Foto: Divulgação/UFC

Atleta da CMSystem, Petrino estreou entre os pesados em julho do ano passado. Desde então, venceu Austen Lane por finalização e superou Thomas Petersen por nocaute. A sequência marcou o início da adaptação do lutador à nova divisão.

O duelo coloca frente a frente dois nocauteadores. Petrino soma 13 triunfos em 15 lutas, com oito nocautes. Asplund tem sete vitórias em oito apresentações, sendo seis por nocaute. A tendência é de um confronto disputado em pé.

Treinador de Petrino, Cristiano Marcello avaliou o momento do atleta e a preparação para este compromisso.

“Vejo com bons olhos o ano de 2026 para o Vitor. Ele se adaptou bem à categoria peso pesado, vem de um nocaute e uma finalização. Esta próxima luta é contra um atleta que é um brawler e oferece riscos”, atentou.

Na sequência, o técnico destacou o cenário após o combate.

“Estamos mais preparados do que ele em qualquer situação. Acredito que, após esta luta, o Vitor vai dar mais um passo na categoria e pode se aproximar do ranking”, projetou.

Maria Clara ‘Pitbull’ conquista bronze no Sul-Americano Kids de Jiu-Jitsu

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Maria Pitbull subiu ao pódio no Sul-Americano da IBJJF - Foto: Arquivo Pessoal

A jovem atleta Maria Clara “Pitbull”, de 13 anos, conquistou a medalha de bronze no Campeonato Sul-Americano Kids de Jiu-Jitsu da IBJJF, realizado no último dia 8, no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Faixa laranja, ela competiu na categoria Juvenil 2 e representou o município de Itaguaí em uma chave concorrida que reuniu outras sete atletas.

Maria Pitbull subiu ao pódio no Sul-Americano da IBJJF – Foto: Arquivo Pessoal

A competição, considerada a principal do calendário kids da modalidade na América do Sul, reuniu jovens talentos de diversos países nos dias 7 e 8 de fevereiro. Maria Clara garantiu lugar no pódio após uma sequência de lutas equilibradas, ampliando sua coleção de conquistas na arte suave.

“Nem sempre é sobre o ouro, às vezes é sobre evolução. Cada luta foi aprendizado, superação e experiência que eu levo pra próxima batalha. Orgulhosa da minha entrega, mas com a certeza de que posso mais. Gratidão a Deus, à minha família, ao meu mestre, aos meus companheiros de treino e a todos que torcem por mim. Nada disso seria possível sozinha. Seguimos trabalhando, porque isso é só o começo”, afirmou a atleta.

Apesar da pouca idade, Maria Clara já acumula conquistas importantes no jiu-jitsu. Ela é tricampeã mundial, campeã brasileira pela CBJJ, campeã sul-americana pela CBJJ e tetracampeã pan-americana, resultados que a colocam sob o holofote de grande promessa da modalidade no estado do Rio.

Aron Roichman celebra ouro no Miami Open da IBJJF e mira o Pan-Americano em março

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Aron Roichman voltou ao lugar mais alto do pódio em Miami - Foto: Divulgação

Aron Roichman voltou ao lugar mais alto do pódio no último final de semana ao conquistar o Miami International Open da IBJJF, resultado que ganha ainda mais peso pelo contexto recente de sua carreira. Depois de um ano inteiro voltado à recuperação de lesões, o faixa-preta formado por Sérgio Bolão mostrou que a experiência, o preparo mental e a estratégia seguem sendo diferenciais decisivos no tatame.

Aron Roichman voltou ao lugar mais alto do pódio em Miami – Foto: Divulgação

“Superação 100%. Após um ano de 2025 duro, dedicado à recuperação de algumas lesões, fui premiado com essa vitória. Mesmo enfrentando adversários duríssimos, que estão em ritmo forte de competições e com resultados relevantes, alcançamos o objetivo”, destaca Aron.

A preparação para o campeonato exigiu disciplina extrema. Em apenas quatro semanas, Aron realizou um corte de peso significativo, de quase nove quilos, sem abrir mão da qualidade dos treinos. A rotina incluiu sessões na Rilion Gracie HQ, Rilion Gracie Doral e Rilion Gracie Fort Lauderdale.

Com anos de experiência competitiva, ele afirma que a principal mudança em relação aos primeiros anos de tatame está na forma de administrar o combate. “O que faz a diferença é a troca de mindset e o meu jogo de guarda. Com mais experiência, é possível administrar melhor a luta, cometer menos erros, aumentar os acertos e, assim, a vitória vem”.

Além da vivência como atleta, Aron destaca que suas atuações como professor e árbitro influenciam diretamente sua performance competitiva. “São duas valências-chave: uma nos detalhes das posições e outra no conhecimento profundo das regras, o que possibilita melhorar a estratégia de luta”, concluiu.

Sem tempo para longas comemorações, Aron já mudou a chave para o próximo compromisso: o Pan-Americano da IBJJF, que acontece em março. “A transição foi imediata, sem descanso. Foco total na alimentação e nos treinos. Vou aumentar o ritmo de treinos específicos e drills para potencializar a eficiência das posições de ataque e defesa”, concluiu.

Ruffy nocauteia Fiziev no UFC 325, e Diego Lopes perde na decisão para Volkanovski

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O UFC 325, realizado na Austrália no último sábado, teve Alexander Volkanovski defendendo com sucesso o título dos penas contra Diego Lopes. Lutando em casa, o campeão foi melhor em boa parte da luta e venceu na decisão dos juízes. Os dois levaram ainda o prêmio de luta da noite, faturando 100 mil dólares cada um.

Quem também se destacou no evento foi Maurício Ruffy, que fez seu camp com a equipe de Volkanovski. O brasileiro encarou Rafael Fiziev e venceu por nocaute técnico no segundo round. Ruffy também levou pra casa um extra de 100 mil dólares pela performance da noite.

O outro brasileiro no card foi Tallison Xicão, que derrotou Tai Tuivasa na decisão unânime.

Resultados | UFC 325: Volkanovski x Lopes 2
Sábado, 31 de janeiro – Sydney, Austrália
Card Principal
Alexander Volkanovski venceu Diego Lopes por decisão unânime (49-46, 49-46, 50-45)
Benoit Saint Denis venceu Dan Hooker por nocaute técnico aos 4m45s do 2º round
Mauricio Ruffy venceu Rafael Fiziev por nocaute técnico aos 4m30s do 2º round
Tallison Teixeira venceu Tai Tuivasa por decisão unânime (29-28, 29-28, 29-28)
Quillan Salkilld venceu Jamie Mullarkey por finalização (mata-leão) aos 3m02s do 1º round
Card Preliminar
Billy Elekana venceu Junior Tafa por finalização (mata-leão) aos 3m18s do 2º round
Cam Rowston venceu Cody Brundage por nocaute técnico 4m08s do 2º round
Jacob Malkoun venceu Torrez Finney por decisão unânime (30-27, 30-26, 30-26)
Jonathan Micallef venceu Oban Elliott por finalização (mata-leão) aos 3m31s do 2º round
Kaan Ofli venceu Yi Zha por decisão majoritária (29-28, 29-28, 28-28)
Dom Mar Fan venceu Sang Wook Kim por decisão unânime (30-27, 30-27, 30-27)
Keiichiro Nakamura venceu Sebastian Szalay por nocaute técnico aos 3m48s do 3º round
Lawrence Lui venceu Sulang Rangbo por decisão dividida (29-28, 28-29, 29-28)

Com presença de Pedro Rizzo, LBV entrega 40 kimonos a projeto social de jiu-jitsu no Bope

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Entrega reuniu jovens, professores, policiais e colaboradores - Foto: Hugo Elevaty Esportes

Alunos do projeto social de jiu-jitsu que funciona no Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) receberam, nesta terça-feira (3), 40 kimonos doados pela Legião da Boa Vontade (LBV). A ação contemplou crianças e jovens da comunidade Tavares Bastos e filhos de policiais militares, além de agentes que treinam no batalhão.

Criado em 2008, o projeto mantém turmas regulares dentro do Bope e já formou quatro faixas-pretas, que hoje atuam como professores. Um deles dá aulas no próprio projeto, no batalhão. As atividades reúnem alunos da comunidade e policiais, com treinos no mesmo espaço.

Entrega reuniu jovens, professores, policiais e colaboradores – Foto: Hugo Elevaty Esportes

O treinador de MMA Pedro Rizzo, líder de um dos projetos sociais mais bem-sucedidos do MMA, esteve presente na ação. Durante o encontro, ele falou sobre permanência no treino, papel dos professores e acompanhamento das famílias.

“Quando vocês entram no tatame, o tempo passa, e quando saem a gente vê o impacto disso. Para quem ensina, esse é o melhor momento do dia. Eu sonhava ser faixa-preta e ter uma academia cheia, e esse sonho se realizou porque eu não parei de treinar. A luta me levou para o mundo, me deu trabalho e me permitiu formar minha família. Continuem treinando e não parem. Quero voltar daqui a um ano e ver a história de vocês, ver medalhas. Os pais têm um papel nisso. Não deixem faltar. E aos professores, obrigado por dedicarem o tempo de vocês”,

O comandante do Bope, tenente-coronel PM Marcelo Corbage, destacou a abertura do batalhão para ações com a comunidade e o uso do esporte como ferramenta de formação. Segundo ele, a parceria amplia a integração entre policiais, famílias e alunos.

“Quando abrimos o batalhão para a comunidade, ampliamos o sentido da palavra servir e criamos integração entre policiais, crianças e famílias. A luta, o esporte e os projetos sociais são ferramentas de formação. O jiu-jitsu é uma prática que eu faço, meu filho faz e que também envolve policiais do batalhão, em integração com a nossa atividade. Essa doação não é apenas uma roupa, é um instrumento de treino para crianças e adolescentes. Agradeço às famílias e aos doadores que tornam esse trabalho possível”, exaltou.

Além dos alunos e professores, familiares acompanharam a entrega dos kimonos no Bope. Pais e responsáveis relataram os impactos do projeto na rotina das crianças da Tavares Bastos. Entre eles, Luiz Alberto, que é colaborador da LBV e pai de Emanuel, aluno do projeto.

“Ter meu filho aqui no projeto faz diferença para a nossa família e para outras crianças da comunidade. O treino ajuda a tirar do celular, aproxima de outras crianças e cria uma rotina. No caso do meu filho, que é autista nível 1, o esporte e a convivência social ajudam no dia a dia. Sou colaborador da LBV e agradeço por ver a doação chegar a quem precisa. A gente contribui sem saber para quem vai, e hoje vejo esse retorno chegando ao meu filho e a outros jovens da Tavares Bastos”, reconheceu.

Os kimonos foram viabilizados graças a doações e parcerias de colaboradores da LBV, com apoio da Super Rádio Brasil, Tintas Nacional e da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.

Copa Open de Artes Marciais Chinesas – Kung-Fu leva atletas de todo o país ao Ibirapuera

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Copa Open de Artes Marciais Chinesas - Kung-Fu movimentou o Ibirapuera - Foto: Divulgação/CBAMC

No último fim de semana (1/2), a cidade de São Paulo recebeu a Copa Open de Artes Marciais Chinesas – Kung-Fu – Etapa São Paulo. O palco foi o Ginásio Mané Garrincha, no bairro do Ibirapuera.

Copa Open de Artes Marciais Chinesas – Kung-Fu movimentou o Ibirapuera – Foto: Divulgação/CBAMC

O evento foi realizado pela Confederação Brasileira de Artes Marciais Chinesas – Kung-Fu, com apoio da Secretaria de Esporte do Estado de São Paulo. A etapa integra o calendário esportivo paulista e reúne praticantes de diferentes estilos das artes marciais chinesas.

Mais de 750 atletas participaram das disputas, com representantes de várias idades e níveis técnicos, desde iniciantes até competidores com trajetória em campeonatos. O público presente foi estimado em cerca de 1.500 pessoas, entre familiares, professores e praticantes da modalidade.

A Copa Open também funciona como porta de entrada para quem participa pela primeira vez de uma competição. Crianças, jovens e adultos tiveram a oportunidade de competir em um ambiente organizado, ao mesmo tempo em que atletas com mais experiência representaram suas escolas e projetos.

O presidente da CBAMC, mestre Edilson Moraes, destacou a presença de praticantes da terceira idade na etapa paulista da competição.

“A participação da terceira idade, principalmente no Tai Chi Chuan, amplia o espaço para modalidades que nem sempre aparecem no circuito competitivo. Esses praticantes também têm o direito de viver a experiência do evento, entrar em quadra e conquistar sua medalha”, exaltou.

Além das disputas presenciais, a programação incluiu competições em formato online. A iniciativa ampliou o alcance da etapa e possibilitou a participação de atletas de outras regiões do país, incluindo pessoas que não puderam se deslocar até São Paulo por questões de saúde ou distância.

Grand Slam de Brasília abre a temporada da PBJJF em marco histórico na capital federal

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A Professional Brazilian Jiu-Jitsu Federation (PBJJF) inicia sua temporada com um passo simbólico e estratégico: o Grand Slam de Brasília, que será realizado no dia 7 de fevereiro. Pela primeira vez, a capital federal recebe um dos eventos mais importantes do circuito da federação, abrindo oficialmente o calendário anual em um palco que representa o centro das decisões do país e agora, também, um ponto de destaque no cenário do Jiu-Jitsu internacional.

“Esse momento tem um significado muito especial, tanto pessoal quanto institucional. Abrir a temporada da PBJJF com um Grand Slam em Brasília representa um marco histórico para a federação. Brasília é a capital do país, um símbolo de representatividade nacional, e levar a PBJJF para esse cenário reforça nosso compromisso de estar presente em todos os grandes centros e de tratar o Jiu-Jitsu com a grandeza que ele merece”, disse João Paulo Ferreira, presidente da PBJJF.

Dentro do calendário da PBJJF, o Grand Slam ocupa uma posição diferenciada e estratégica. A etapa não é apenas mais um campeonato, mas um evento que influencia diretamente o ranking anual e o planejamento competitivo das equipes.

“O Grand Slam é muito importante no nosso circuito. Ele carrega um peso técnico, simbólico e estratégico muito maior. É um evento que concentra mais pontos para o ranking, atrai atletas de alto nível e se torna uma referência para quem busca protagonismo dentro da PBJJF. Diferente de outros eventos do calendário, o Grand Slam exige excelência em todos os aspectos: nível técnico, arbitragem, organização, estrutura e experiência do atleta. Ele é pensado para ser um evento de destaque internacional”.

Grand Slam marca a estreia da PBJJF em Brasília com uma das etapas mais importantes do circuito – Foto: divulgação

A escolha por Brasília foi resultado de um planejamento estratégico que levou em consideração a força da modalidade na região e a facilidade de acesso para atletas de diferentes estados do país.

“Brasília foi escolhida de forma muito estratégica. Além de ser a capital do país, é uma região com crescimento consistente do Jiu-Jitsu, academias fortes, atletas dedicados e um público que valoriza eventos bem organizados. A cidade tem uma posição geográfica que facilita o acesso de atletas de diferentes estados, o que naturalmente eleva o nível técnico da competição.”

Além do simbolismo e da estratégia, a expectativa é que o desempenho no Grand Slam já impacte diretamente o cenário competitivo da temporada. Mais do que um campeonato, a proposta da PBJJF para o Grand Slam de Brasília é proporcionar uma experiência completa para atletas, professores e equipes, reforçando o padrão internacional que a federação vem consolidando ao longo dos anos.

“Esperamos um público expressivo, um nível técnico muito elevado e disputas que realmente façam diferença no ranking da PBJJF logo no início da temporada. Quem performar bem em Brasília começa o ano com vantagem e se coloca em uma posição de destaque para o restante do circuito”, disse João Paulo, que reforçou a visão da federação de ir além da competição e construir um legado duradouro para o Jiu-Jitsu mundial.

“Mais do que um campeonato, o Grand Slam de Brasília será uma experiência. Queremos que atletas, professores e equipes sintam orgulho de participar, que percebam o cuidado com cada detalhe e que saiam do evento com a certeza de que estão fazendo parte de algo maior. A PBJJF não organiza apenas competições; nós construímos plataformas de crescimento, reconhecimento e legado para o Jiu-Jitsu”, concluiu.

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